quinta-feira, agosto 24, 2006

O imenso céu azul

do pequeno rectângulo à beira-mar plantado faz-me crer que nunca quererei emigrar.

domingo, agosto 20, 2006

tallinn

very nice town, very nice people, very nice food...

sexta-feira, agosto 18, 2006

"Os livros são espelhos: só se vê neles o que a pessoa tem dentro"

A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón

quinta-feira, agosto 17, 2006

rap dos matarruanos

porque o hoje é quase amanhã e as pálpebras já pesam... boa noite

terça-feira, agosto 15, 2006

Crash

O que acho fascinante neste filme é o facto de não haver bons nem maus. Tal como na ‘vida real’ cada um dá o que lhe é possível, em cada circunstância.

Brilhante!



No verso de uma caixa

de pensos rápidos coloridos, comprada em Portugal, figura um conjunto de informações com as seguintes características (que dependem da nacionalidade dos destinatários):

  • Aos franceses é somente dito que o produto é para crianças;
  • Os italianos, para além da informação anterior, têm também direito a saber que os pensos são coloridos;
  • A quantidade contida na embalagem só é referida nas instruções para checos, eslovacos e húngaros;
  • Quanto ao produto contido na embalagem (pensos), este só é identificado para finlandeses e suecos;
  • Aos holandeses, belgas, gregos e polacos só é identificado o local de fabrico, que refira-se acompanha as instruções em todas as línguas disponíveis;
  • Havendo informação destinada a 13 países distintos, Portugal não é contemplado.


Eu compreendo que a partir da ‘decoração’ da caixa se compreenda o que a mesma contém, mas não entendo estas diferenças de tratamento. Eu julgava que os consumidores tinham todos direito à mesma informação.

Pelos vistos estava enganada.

domingo, agosto 13, 2006

Tens a vida cansada.

As rugas denunciam o trabalho que sempre tiveste. Organizaste, trabalhaste, criaste, amaste. Dedicada, sempre viveste para os outros. Nunca te vi preocupares-te contigo.

Hoje, quando te vejo, receio que possa não te ver mais.
Estás bem, de saúde. Mas comes muito mal. Diz o médico que, se de repente te acontece alguma coisa, o teu corpo, certamente, não resistirá. Diz também que temos de cuidar de ti. Estás a ficar esquecida. Pode, de repente, um esquecimento teu ser perigoso.

Mas, tu continuas a tomar conta dos teus. Não sei como fizeste para manter quase todos os que carregaste no ventre demasiado perto de ti. Eu acuso-te. Julgo que em parte a culpa foi tua. Deste-lhes sempre demasiado mimo. E continuas, como se fosses imortal.

Gosto de te ver, de ouvir as tuas histórias. De quando em férias ias tomar banho ao mar logo de madrugada, quando a praia ainda estava vazia. Do trabalho do campo, de sol a sol. De como conduziste o teu lar.
Sempre tiveste uma força e uma energia invejáveis!

Tens a vida cansada. As rugas denunciam muito trabalho. Por um lado tenho pena que nunca tenhas usufruído mais do que te rodeia.
Mas, afinal, não sei mesmo se não usufruíste.
A vida tem formas de felicidade só acessíveis aos mais incautos.


Gosto de te ver, avó!



pearl jam




afinal, afinal, parece que lá estarei!

sexta-feira, agosto 11, 2006

maninho,

também já estás aqui ao lado!

:)

I get a kick out of you - Frank Sinatra

Quando alguém está

de ‘cabeça quente’ deveria ser isolado. Automaticamente, a sua boca deveria ser selada, evitando assim afirmações, ou mesmo decisões, perfeitamente desadequadas e infantis.

Só com os ânimos refeitos se podem fazer opções em consciência.

quarta-feira, agosto 09, 2006

Tá giro!

Em dois dias, dois novos blogs de amigos.
Um, o Alma H2O, é tão recente que teve o seu primeiro post publicado ontem.
O outro, descobri-o hoje. Então, Bruno, não dizias nada?

Quem será amanhã?!

terça-feira, agosto 08, 2006

cansada.

dia de muito trabalho. mas tudo bem. amanhã novo dia de muito trabalho. só um de cada vez, se faz favor.

segunda-feira, agosto 07, 2006

O presente

é o momento em que o passado e o futuro se encontram.
Mas afinal o presente existe mesmo?
E quanto dura um instante?
Porque, ao procurar o instante em que o encontro entre o passado e o futuro ocorre, facilmente dou de caras com um momento cuja duração é infinitamente pequena, impossível de perceber pelos sentidos.
Então... quanto tempo dura o presente?

Mas afinal o presente existe mesmo?