chegamos sem ser avisados. Não nos pedem autorização, não nos consultam e nem mesmo nos avisam.
Progressivamente, à medida que vamos crescendo pedem-nos que tomemos decisões. Cada vez mais decisões. Umas mais importantes, outras menos. Umas inofensivas, mas também algumas bem determinantes. E o pior é que a muitas delas, senão a todas, está associada a rejeição de um futuro alternativo. E nunca se sabe se a decisão é a melhor, pois os futuros alternativos vão ficando escondidos nos meandros dos universos paralelos (se é que uma coisa destas existe).
Como saber, então, se o futuro que se escolheu é o certo? Seria o melhor na lista dos disponíveis? É que se os disponíveis forem muitos, a probabilidade de acertar no melhor poderá ser baixa!
Provavelmente não há certos nem errados...
Mas há escolhas... sempre escolhas...
Porque será a VIDA tão estranha?!
quarta-feira, setembro 20, 2006
segunda-feira, setembro 18, 2006
domingo, setembro 17, 2006
segundo os registos
completei hoje mais um ano de idade. em boa verdade tenho somente mais um dia de vida que ontem. mas, isto começa a parecer estranho.
como é possível o tempo passar tão rapidamente?
como se a velocidade aumentasse a cada ano...
como é possível o tempo passar tão rapidamente?
como se a velocidade aumentasse a cada ano...
sexta-feira, setembro 15, 2006
cena matinal
- Icarus, foste tu que ligaste o ferro?
- Não.
- Ups. Acho que fiz asneira. Afinal este interruptor de segurança da tábua não funciona bem. Acho que tinhas razão em querer desligar sempre a ficha da corrente.
- Pois é! Sabes que tenho sempre razão.
Passados uns minutos:
- Ita, foste tu que ligaste isto assim agora, certo?
- Como?
- Assim como está!
- Oh, oh (risos) (gargalhadas). Pois não admira que o ferro estivesse ligado. Que estúpida! Liguei o ferro à corrente directamente e depois desliguei o interruptor de segurança da tábua (o que é cómico, porque o que eu liguei à tábua foi a própria ficha da tábua – muito confuso!). Afinal o interruptor sempre funciona! E tu não tinhas razão! Mas eu não deixo de ser um ‘bocadito’ distraída.
- Pois é, e poderia ter sido perigoso!
- Tens razão. E sabes o que é pior... é que eu não me lembro bem de quando utilizei o ferro pela última vez (olhos baixos de culpa). Bem, vendo a coisa pela positiva o ferro é de boa qualidade. Nem avariou! (sorriso amarelo)
- Não.
- Ups. Acho que fiz asneira. Afinal este interruptor de segurança da tábua não funciona bem. Acho que tinhas razão em querer desligar sempre a ficha da corrente.
- Pois é! Sabes que tenho sempre razão.
Passados uns minutos:
- Ita, foste tu que ligaste isto assim agora, certo?
- Como?
- Assim como está!
- Oh, oh (risos) (gargalhadas). Pois não admira que o ferro estivesse ligado. Que estúpida! Liguei o ferro à corrente directamente e depois desliguei o interruptor de segurança da tábua (o que é cómico, porque o que eu liguei à tábua foi a própria ficha da tábua – muito confuso!). Afinal o interruptor sempre funciona! E tu não tinhas razão! Mas eu não deixo de ser um ‘bocadito’ distraída.
- Pois é, e poderia ter sido perigoso!
- Tens razão. E sabes o que é pior... é que eu não me lembro bem de quando utilizei o ferro pela última vez (olhos baixos de culpa). Bem, vendo a coisa pela positiva o ferro é de boa qualidade. Nem avariou! (sorriso amarelo)
Já pensávamos que não voltaria.
Que ficara retida no seu país. Que não pudera reentrar em Portugal.
Oh não... o desespero avizinhava-se!
Mas, afinal, tudo não passou de um susto. A Lana está de volta. E com ela a limpeza!
Aparentemente só ela regressou, porque o português dela parece ter ficado perdido algures na viagem. Por enquanto continuamos à espera que também ele regresse dentro em breve.
São as vicissitudes de ter uma empregada imigrante...
Oh não... o desespero avizinhava-se!
Mas, afinal, tudo não passou de um susto. A Lana está de volta. E com ela a limpeza!
Aparentemente só ela regressou, porque o português dela parece ter ficado perdido algures na viagem. Por enquanto continuamos à espera que também ele regresse dentro em breve.
São as vicissitudes de ter uma empregada imigrante...
quinta-feira, setembro 14, 2006
quarta-feira, setembro 13, 2006
segunda-feira, setembro 11, 2006
domingo, setembro 10, 2006
sábado, setembro 09, 2006
Esta manhã, ao acordar, o sol já tinha despontado, de propósito para lhe dizer bom dia.
Acariciou-lhe o rosto e segredou-lhe muito baixinho ao ouvido: “O dia vai ser especial!”.
E ela... acreditou.
Então, o dia foi-lhe trazendo surpresas à medida que passava por ela... surpresas boas... que lhe revelaram segredos. Segredos sobre a amizade. Segredos sobre a maravilha que é a diferença humana, única e irrepetível. Segredos...
Segredos que ela escutou. Segredos que lhe falaram ao coração.
Hoje, adormeceu tranquila... a lua já lhe disse boa noite...
Acariciou-lhe o rosto e segredou-lhe muito baixinho ao ouvido: “O dia vai ser especial!”.
E ela... acreditou.
Então, o dia foi-lhe trazendo surpresas à medida que passava por ela... surpresas boas... que lhe revelaram segredos. Segredos sobre a amizade. Segredos sobre a maravilha que é a diferença humana, única e irrepetível. Segredos...
Segredos que ela escutou. Segredos que lhe falaram ao coração.
Hoje, adormeceu tranquila... a lua já lhe disse boa noite...
quinta-feira, setembro 07, 2006
Talvez a minha frase preferida...
A comunicação é uma coisa improvável. Tão improvável, que às vezes até fico arrepiada. Por isso, ignorem, hoje não estou por aqui. Fui arejar. Arejar as sensações. Arejar os sentimentos. Arejar os pensamentos.
Meditar, que é o contrário de pensar.
Sem sentido. Sim, é assim que sinto tudo. Sem sentido.
O que é afinal importante. Tudo pode ser absolutamente importante ou absolutamente ridículo. Já não quero pensar mais hoje. Quero libertar os pensamentos, não os prender. Esperar que eles me abandonem e me deixem só. Completamente só.
E que amanhã, bem cedinho, com o nascer da aurora, todo o universo se concentre no novo dia, nas novas possibilidades de recomeçar.
Meditar, que é o contrário de pensar.
Sem sentido. Sim, é assim que sinto tudo. Sem sentido.
O que é afinal importante. Tudo pode ser absolutamente importante ou absolutamente ridículo. Já não quero pensar mais hoje. Quero libertar os pensamentos, não os prender. Esperar que eles me abandonem e me deixem só. Completamente só.
E que amanhã, bem cedinho, com o nascer da aurora, todo o universo se concentre no novo dia, nas novas possibilidades de recomeçar.
quarta-feira, setembro 06, 2006
mais uma vez ... pearl jam
há uns dias deixei o vídeo.
hoje não resisto a deixar a letra.
momentos intensos, com uma multidão ao rubro.
muito bom concerto.
muito forte.
Black
Hey...oooh...
Sheets of empty canvas, untouched sheets of clay
Were laid spread out before me as her body once did
All five horizons revolved around her soul
As the earth to the sun
Now the air I tasted and breathed has taken a turn
Ooh, and all I taught her was everything
Ooh, I know she gave me all that she wore
And now my bitter hands chafe beneath the clouds
Of what was everything?
Oh, the pictures have all been washed in black, tattooed Everything...
I take a walk outside
I'm surrounded by some kids at play
I can feel their laughter, so why do I sear
Oh, and twisted thoughts that spin round my head
I'm spinning, oh, I'm spinning
How quick the sun can, drop away
And now my bitter hands cradle broken glass
Of what was everything
All the pictures have all been washed in black, tattooed everything...
All the love gone bad turned my world to black
Tattooed all I see, all that I am, all I will be...yeah...
Uh huh...uh huh...ooh...
I know someday you'll have a beautiful life, I know you'll be a star
In somebody else's sky, but why, why, why
Can't it be, can't it be mine
hoje não resisto a deixar a letra.
momentos intensos, com uma multidão ao rubro.
muito bom concerto.
muito forte.
Black
Hey...oooh...
Sheets of empty canvas, untouched sheets of clay
Were laid spread out before me as her body once did
All five horizons revolved around her soul
As the earth to the sun
Now the air I tasted and breathed has taken a turn
Ooh, and all I taught her was everything
Ooh, I know she gave me all that she wore
And now my bitter hands chafe beneath the clouds
Of what was everything?
Oh, the pictures have all been washed in black, tattooed Everything...
I take a walk outside
I'm surrounded by some kids at play
I can feel their laughter, so why do I sear
Oh, and twisted thoughts that spin round my head
I'm spinning, oh, I'm spinning
How quick the sun can, drop away
And now my bitter hands cradle broken glass
Of what was everything
All the pictures have all been washed in black, tattooed everything...
All the love gone bad turned my world to black
Tattooed all I see, all that I am, all I will be...yeah...
Uh huh...uh huh...ooh...
I know someday you'll have a beautiful life, I know you'll be a star
In somebody else's sky, but why, why, why
Can't it be, can't it be mine
segunda-feira, setembro 04, 2006
domingo, setembro 03, 2006
Ter opiniões definidas e certas, instintos, paixões e carácter fixo e conhecido - tudo isto monta ao horror de tornar a nossa alma um facto, de a materializar e tornar exterior. Viver num doce e fluido estado de desconhecimento das coisas e de si próprio é o único modo de vida que a um sábio convém e aquece.
Fernando Pessoa, in 'Livro do Desassossego'
sábado, setembro 02, 2006
Há momentos em que não confio
em mim nem um bocadinho. O que vale é que há à minha volta uns fantásticos amigos que me recordam que devo confiar. Eles lá devem saber porquê. Eu, só porque confio neles, acabo por ficar um pouquinho melhor.
Obrigada, amiga, pelas palavras tão animadoras. Consegues sempre deixar-me melhor.
Obrigada, Icarus, pela confiança depositada. E pelo esforço que fizeste hoje para me obrigar a trabalhar. Valeu!
Obrigada, amiga, pelas palavras tão animadoras. Consegues sempre deixar-me melhor.
Obrigada, Icarus, pela confiança depositada. E pelo esforço que fizeste hoje para me obrigar a trabalhar. Valeu!
sexta-feira, setembro 01, 2006
stressómetro
a registar valores muito elevados para a época. aguarda-se que nos próximos dias estes regressem à normalidade.
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