segunda-feira, abril 21, 2008

(gosto de) homónimas

mocho - ave de rapina nocturna

mocho - banco sem encosto

domingo, abril 20, 2008

com arte #6

Carnaval do Arlequim, Joan Miró (1893-1983)


sábado, abril 19, 2008

...to bring some joy to each other's life
The Bucket List

quinta-feira, abril 17, 2008

Ando em stress metade do dia, só por dois motivos: o tudo e o nada. Assim que baixam os níveis de adrenalina sofro uma quebra tal que sinto que levei porrada. Sou então subitamente atingida por uma imensa vontade de me teletransportar para o cinema mais próximo, ou ainda melhor para o sofá de casa (que a soneca é aí mais barata!). E depois é o que se sabe... refrear o desejo, esperar que passe, dado que ainda há trabalhinho para fazer antes do descanso merecido.

quarta-feira, abril 16, 2008

no dia mundial da voz

vou cantar um bocadinho!

momentos...

... relaxados

terça-feira, abril 15, 2008

- nunca te questionas sobre a possibilidade de não estares a viver bem a tua vida?
- não.
- que sorte!

segunda-feira, abril 14, 2008

Aparentemente

anda a aparecer spam por aqui. Não estranhem por isso os comentários apagados.
Veremos se medidas mais eficazes serão necessárias.

domingo, abril 13, 2008

momentos...

... perfeitos

sábado, abril 12, 2008

olha o horinzonte

onde o azul se confunde com o azul. inspira o ar fresco como quem procura oxigenar todas as células com aquele aroma.
não sabe o que o liga ao mar. mas deve ser algo muito forte. pois a atracção que tem por ele é muito poderosa.

quinta-feira, abril 10, 2008

roubos...

tocam à campainha. digo para subirem. são dois, de aspecto duvidoso. fio de prata ao pescoço, de espessura demasiado grossa, carregado de bugigangas a fazer peso. barbas de vários dias. ar desmazelado. penso: é suposto serem canalizadores; não devo esperar melhor. (nota mental... ajustar expectativas.)

explico o problema. compreendem. resolvem. passam-se ao todo... vá... no máximo 10
minutos.

- quer factura?

- quanto é?
- 35 euros.
- sim.
passa a factura.
afinal não são 35, mas mais de 42. iva. não reclamo. pago.

- levei-lhe o mesmo que ao seu vizinho! (penso que o problema do meu vizinho
foi mais complicado de resolver do que o meu, pelas pequenas explicações que tive, mas... não discuto).
- ah, e não lhe cobrei a deslocação. não cobramos deslocação até... (não me recordo onde)

devia sentir-me aliviada.
pois, não senti. somente um nadinha roubada.

(segunda nota mental: ajustar expectativas mais uma vez e aprender a resolver problemas simples de canalizações.)

quarta-feira, abril 09, 2008

sensatez

precisa-se

segunda-feira, abril 07, 2008

Quase duas horas

para aproximadamente dois quilómetros. Média de 50 litros aos 100, por isso quase 10 litros gastos (nem comento o custo). Com aquele tempo de "viagem" poderia ter ido visitar os meus pais (dava para a ida e ainda sobravam uns minutos jeitosos). Mas, muito cuidado, porque àquela velocidade, demoraria mais de 120 horas a chegar.

Isto é o que se pode considerar um fim de tarde animado!

domingo, abril 06, 2008

irritante é

dispor de inúmeros momentos fotográficos interessantes e ter a bateria da máquina descarregada.

momentos...

... lilases

sexta-feira, abril 04, 2008

votos

de um bom fim-de-semana!

Pego no telefone.

Pretendo ligar-te para o trabalho, mas engano-me e digito o meu próprio número. Ninguém atende. Pois, confirma-se que de facto não me encontro no local de trabalho. O que seria afinal de esperar, uma vez que estou em casa (a tentar ligar para mim própria, note-se). Conscencializo o absurdo. Desligo. Ligo-te.

(Felizmente, ninguém atendeu o meu telefone, pois nesse caso algum diálogo perfeitamente insólito poderia ter acontecido.)

quinta-feira, abril 03, 2008

Evidências

- Tens tanta dificuldade em fazer escolhas!
- Pois tenho.
- Queres ter tudo ao mesmo tempo.
- Pois quero.
- E sempre.
- Verdade.

quarta-feira, abril 02, 2008

Odiamos As luzes que acendem com palminhas

Não é que a gente não goste de poupar. Somos verdes, reciclamos tudo o que é reciclável, e, por isso, luzes que se acendem só quando há pessoas por perto é uma coisa bonita de se ver e muito bem inventada, sim senhor, uma salva de palmas para o inventor.
O que é detestável é quando o sistema é tão ranhoso que basta um cidadão ficar imóvel sinco míseros segundos para mergulhar numa escuridão preta e medonha. Vendo-se assim, ou melhor, deixando de se ver assim, a pessoa é então obrigada a esbracejar para reencontrar a luz. E não bastando o ridículo da situação, às vezes não chega um movimento qualquer. A pessoa no escuro agita os braços uma vez, agita duas, três. E nada. Nervosa, principia então aquilo que, visto ao longe ou fora do enquadramento, pode parecer um estranho ritual. Salta para a frente e para trás, abana a cabeça, levanta o braço esquerdo, depois o direito, e quando dá por ela até a língua está metida no assunto, esticada para fora da boca, agitando-se para dar à luz. Não havia necessidade de sujeitar homens e mulheres com a sua dignidade a isto. Numa retrete pública o caso ganha contornos grotescos. Mas no patamar de um prédio pode ser o fim. Sobretudo quando, de repente, surge o respeitável vizinho de cima e, a sua presença imponente basta para acender as luzes que nenhum dos nossos saltos conseguiu despertar. O olhar que nos deita impossibilita qualquer explicação. Eis como umas estúpidas luzes podem, em segundos, dar cabo de uma imagem que levou anos a construir.
Sónia Morais Santos, in TimeOut Lisboa n.º 27 (2-8 Abril)

terça-feira, abril 01, 2008

momentos...

... miudinhos