Planear uma viagem é extraordinário. Principalmente, porque ao prepará-la é como se já se estivesse a viajar. O entusiasmo adensa-se e parte de nós imagina como será. Planeamos locais a ver. Consultamos guias. Deixamos o entusiasmo instalar-se. É quase como se viajássemos duas vezes.
Chegamos a correr o risco de nos entusiasmarmos demais e depois a realidade não corresponder às expectativas. Mas já se ganhou em sonhos.
Em contrapartida, sofrer por antecipação é profundamente ilógico, dado que normalmente as dificuldades que antevemos não se concretizam. E se, no limite, se realizarem passam depressa e não vale a pena duplicar o sofrimento. Até porque, na prática, é sempre mais simples ultrapassar a barreira do que imaginávamos.
Em como equilibrar estas diferentes formas de antecipação deverá estar o segredo. Eu estou a milhas do equilíbrio óptimo.
Mas, acreditando em profecias auto-realizáveis (assunto para um outro post), mais vale planear sempre pela positiva.
E já agora ... que venha o planeamento das viagens deste ano! (ora aqui está algo que me anima :) )
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