segunda-feira, junho 30, 2008
ela - de qual?
ele - da nossa.
ela - já!
ele - isso depende... de há quanto tempo ela foi colocada.
ela - tens razão.
(passados uns minutos, depois da caixa de ferramentas para lá e para cá)
ele - está comprovado. estou mesmo de rastos.
ela - então?!
ele - afinal a lâmpada não está fundida. eu só tinha ligado um dos interruptores...
(risos... e mais risos)
domingo, junho 29, 2008
sábado, junho 28, 2008
giro giro
(vicissitudes das mudanças)
quinta-feira, junho 26, 2008
quarta-feira, junho 25, 2008
terça-feira, junho 24, 2008
hoje é dia de casa nova.
agora é o não saber de nada. uma toalha, roupa, pasta de dentes… onde está cada coisa pode ser um mistério…
e é também o saber que há ainda demasiadas coisas para mudar… ufa.
no fundo, uma aventura… boa.
domingo, junho 22, 2008
sábado, junho 21, 2008
agora é oficial.
quinta-feira, junho 19, 2008
sobre pilhas e rolhas (usadas)
quarta-feira, junho 18, 2008
esturjão

Mas a acompanhá-lo estava um painel (abaixo) que nos deixou um bocado confusos (se clicarem na imagem conseguem ler melhor)...

terça-feira, junho 17, 2008
imagiologia
Vai uma pessoa buscar os resultados de um exame que se diz de imagiologia (que palavra bonita!), cujo relatório decide ler assim só numa de curiosidade e, vai daí, o que é que conclui?! Pois, muito pouco. Mesmo muito pouco (para não dizer nada mesmo).
Primeiro, uma das únicas palavras que faz parte, digamos, do léxico comum, não é especialmente agradável: "crónico"... hummm... ó diabo!
Segundo, como é que é possível em três breves parágrafos utilizar uma tão grande quantidade de palavras digamos... totalmente incompreensíveis!?
Bem, acho que vou mesmo aguardar pela consulta do, chamemos-lhe, "tradutor" para ver o que significam as palavras tão giras que acompanham o "crónico" do dito relatório (que a meu ver mais se parece com um exercício de escrita criativa).
domingo, junho 15, 2008
sexta-feira, junho 13, 2008
120 anos do nascimento do poeta... (13Jun1888)
Autopsicografia
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Fernando Pessoa
voltamos ao princípio
delineamos kits de sobrevivência e... viva a criatividade!
quarta-feira, junho 11, 2008
- O que parece uma prova de inteligência. O que é que ganhávamos em fazer como vocês que moem e remoem a mesma coisa, mesmo quando não têm solução para ela? É como se gostassem de sofrer - disse ele.
segunda-feira, junho 09, 2008
Hoje estou triste...
Afinal era uma pessoa que conheci toda a minha vida e que de alguma forma contribuiu para aquilo que sou hoje. Foi uma honra ser seu sobrinho e irei recordar-me para sempre dos dias que passámos a assentar tijolo quando eu ainda era uma criança e da forma como sempre fui recebido em sua casa.
“Isto vai…”
Obrigado…