para a Maria.
quarta-feira, março 11, 2009
terça-feira, março 10, 2009
Assim, de repente,
Manuel, 30/07/1928 - 09/03/2009
segunda-feira, março 09, 2009
sexta-feira, março 06, 2009
quarta-feira, março 04, 2009
terça-feira, março 03, 2009
segunda-feira, março 02, 2009
Deve ler-se: "Estou sem borbulhas."
"Está mesmo com carinha de grávida!"
Deve ler-se: "Estou cheia de borbulhas."
Ora sucede que, pelos vistos, as grávidas ficam normalmente com a pele mais oleosa do que é seu costume. Isto é melhor para umas do que outras. No meu caso, com alguma tendência natural para pele oleosa, digamos que as borbulhas se tornam mais frequentes. Umas semanas disfarçam. Outras reaparecem. (Se calhar os chocolates que tenho comido não ajudam... ;))
Mas, são especialmente engraçados os comentários a que uma grávida está sujeita.
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Porque não se pode contar o tempo de gravidez em meses
Porque aqui eu dizia-vos que estava a celebrar 7 meses de gravidez. Contudo, isso não era totalmente verdade, porque a data prevista para o nascimento é daqui a cerca de dois meses, o que faz com que agora é que eu posso falar em 7 meses. Hummm... confuso... tudo se deve ao facto dos meses não terem todos o mesmo número de semanas. Tudo bateria certo se tivéssemos todos os meses com 28 dias ou 4 semanas, mas não temos (embora, neste caso hipotético, a gravidez durasse 10 meses e não 9... hummm... confuso de novo).
Por isso é mais correcto falar em semanas e não em meses, quando se trata de gravidez. Assim evitam-se semanas que parecem desaparecer nesta contagem.
E eu apenas vos posso dizer que estou com 32 semanas de gestação. E que faltam quase dois meses para conhecermos a Maria!
quarta-feira, fevereiro 25, 2009
Passados mais dois meses
E quais foram os desenvolvimentos nos últimos dois meses, perguntam vocês?! Ora, inicialmente, tornei a estranhar nunca mais receber o cartão em casa. Desta vez, ao que parece, foram os correios que devolveram a carta, com a justificação de que a morada estava incompleta. Isto não fazia qualquer sentido, porque confirmei com a funcionária da Fnac e, quer a Fnac, quer a Credibom, tinham a minha morada correcta. Aliás, nos entretantos eu já havia recebido correio da Fnac.
Assim sendo, o que havia a fazer?! Pois é meus amigos: entregar novo comprovativo de morada! Irra, que é preciso paciência...
E... ao fim de mais umas semaninhas, chegou finalmente o meu novo cartão da Fnac.
Custou, mas foi.
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
A rapariga que roubava livros
domingo, fevereiro 22, 2009
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
- Para que é que te vais meter com isso?
- Pois, bem me parecia. Quando tive a ideia pareceu-me boa, mas agora que estava para te a transmitir já me estava a soar mazinha.
- Sabes... de facto, para o bem e para o mal, a minha memória é ínfima...
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
domingo, fevereiro 15, 2009
sábado, fevereiro 14, 2009
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
Desafios da maternidade
De facto, quando se envereda num projecto tão significativo como a maternidade, tem de se estar preparada para tudo. Ora, eu, do alto do meu orgulho, planeava trabalhar naturalmente até ao final do tempo de gravidez – quem sabe até à véspera (esperando talvez que o parto fosse desencadeado durante a noite, o que até é pelos vistos frequente).
Mas não, a Maria decidiu trocar-me as voltas. Na última consulta, a médica, usando o argumento de que a bebé está pequena, aparentemente a crescer pouco, decidiu mandar-me para casa descansar, afastando-me do stress que, provavelmente ou eventualmente, poderia afectar a bebé e a sua qualidade de desenvolvimento. E eu… acatei, claro! Até porque a médica não me deu muitas alternativas. Felizmente sinto-me bastante bem, o que faz com que não precise de estar em casa. Contudo esta cena de estar mais ou menos (dependendo de quando a pequena decidir nascer) dois meses e meio de baixa é para mim uma coisa muito estranha.
Depois é curioso, porque já passaram quase três semanas… e passaram a correr. Entre coisas que tenho para preparar, leituras que vou fazendo, etc, etc, até parece que o tempo passa rápido. Vivo no entanto numa dualidade de sentimentos, porque se por um lado sinto falta do dia-a-dia de trabalho, por outro reconheço que é o melhor para a bebé.
Estou, na verdade, a encarar isto como mais um desafio da maternidade. Porque, ao fim e ao cabo, estou a tempo inteiro dedicada à gravidez, o que não deixa de ser um desafio para mim. É afinal engraçado como as crianças nos preenchem e controlam a vida, mesmo antes de nascerem!



