terça-feira, novembro 14, 2006

Normalmente procuro

não “julgar” à primeira impressão. Gosto de olhar as situações de diferentes prismas.
Relativizo. Olho de perfil. Viro do avesso. Não me deixo levar pela primeira ideia, a mais fácil. Assim, em geral, encontro motivos, mais ou menos lógicos, mais ou menos óbvios, para as atitudes que não compreendo.
Deste modo, consigo respeitar e, frequentemente, até compreender.

Contudo, há momentos em que não me apetece relativizar nem compreender.

Não quero olhar de perfil, nem virar do avesso. Quero ver tudo como se fosse fundamental. Como se um pequeno nada tudo significasse.
Pois é... às vezes acontece-me assim.

Momentos...

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