
sábado, junho 30, 2007
sexta-feira, junho 22, 2007
quinta-feira, junho 21, 2007
quarta-feira, junho 20, 2007
blog/blogue
Hoje tenho (eu e, certamente, todos os outros "clientes" deste serviço) o blog a falar português, o que é extremamente esquisito. Por momentos, fiquei com dúvidas sobre onde encontrar as ferramentas habituais.
Portanto, agora escrevem-se mensagens, em vez de posts, e isto passou a chamar-se blogue.
Portanto, agora escrevem-se mensagens, em vez de posts, e isto passou a chamar-se blogue.
É claro que este facto é um melhoramento do serviço. Mas, para quem já estava habituado ao inglês, é um bocado estranho.
Reparei também que ao entrar me foi dada a escolher a língua em que quero visualizar o blogger... veremos...
terça-feira, junho 19, 2007
segunda-feira, junho 18, 2007
gosto da praia ao final do dia
quando o sol fica mais delicado e nos afaga a pele com ternura
quando ficamos só tu e eu a ver o pôr-do-sol
quando o silêncio só é interrompido pelo som do mar a acariciar a areia
quando por fim o sol se põe e nos deseja boa noite
gosto da praia ao final do dia
quando ficamos só tu e eu a ver o pôr-do-sol
quando o silêncio só é interrompido pelo som do mar a acariciar a areia
quando por fim o sol se põe e nos deseja boa noite
gosto da praia ao final do dia
sábado, junho 16, 2007
nota mental
nas próximas férias não tirar tantas fotografias. É que, depois, organizá-las torna-se uma tarefa árdua... e não é suposto!
quinta-feira, junho 14, 2007
Terminei!!!
A minha dissertação deu hoje entrada na faculdade.
Finalmente terminei. Feitas as contas, trabalhei nela durante mais de um ano e meio. Continuo a achar que é demasiado tempo. Mas também sei que é muito fácil deixar arrastar este tipo de coisas, quando não se tem ninguém que nos puxe as orelhas, senão nós próprios. E eu... sou óptima a baldar-me. Dou (quase) sempre prioridade ao que gosto e não ao que devo. Acho que isso me permitiu manter a sanidade mental, mas também atrasar as coisas um bom bocado.
Mas... terminei... muitos percalços depois... como um dia me disse o meu orientador: “de derrota em derrota, até à vitória final”.
Balanço?... nem sei bem... Neste momento sinto-me confusa de mais para fazer balanços. Talvez daqui a algum tempo isso me venha a ser possível.
Em boa verdade abdica-se de muita coisa...
Feliz?... sim.
Descansada?... mais ou menos. Agora tenho a ideia da defesa a atormentar-me o espírito. Mas neste momento tento não pensar nisso.
Agora não quero abrir a tese. Porque tenho consciência de que quando a abrir vou descobrir erros. E neste momento, não quero vê-los.
Invade-me uma sensação de enorme estranheza. Não consigo descrevê-la de outro modo. É simplesmente estranha. Poder pensar noutras coisas... passar a ter mais tempo para as coisas de que gosto... é bom, muito bom... mas, por enquanto, muito estranho.
Finalmente terminei. Feitas as contas, trabalhei nela durante mais de um ano e meio. Continuo a achar que é demasiado tempo. Mas também sei que é muito fácil deixar arrastar este tipo de coisas, quando não se tem ninguém que nos puxe as orelhas, senão nós próprios. E eu... sou óptima a baldar-me. Dou (quase) sempre prioridade ao que gosto e não ao que devo. Acho que isso me permitiu manter a sanidade mental, mas também atrasar as coisas um bom bocado.
Mas... terminei... muitos percalços depois... como um dia me disse o meu orientador: “de derrota em derrota, até à vitória final”.
Balanço?... nem sei bem... Neste momento sinto-me confusa de mais para fazer balanços. Talvez daqui a algum tempo isso me venha a ser possível.
Em boa verdade abdica-se de muita coisa...
Feliz?... sim.
Descansada?... mais ou menos. Agora tenho a ideia da defesa a atormentar-me o espírito. Mas neste momento tento não pensar nisso.
Agora não quero abrir a tese. Porque tenho consciência de que quando a abrir vou descobrir erros. E neste momento, não quero vê-los.
Invade-me uma sensação de enorme estranheza. Não consigo descrevê-la de outro modo. É simplesmente estranha. Poder pensar noutras coisas... passar a ter mais tempo para as coisas de que gosto... é bom, muito bom... mas, por enquanto, muito estranho.
segunda-feira, junho 11, 2007
frutooligossacarídeos
frutoquê?
Aparentemente, substituem o açúcar, pelo menos em alguns iogurtes, que agora se apresentam com 0% de açúcar. O nome até assusta...
Volta, açúcar, estás perdoado!
Os frutooligossacarídeos (FOS) são açúcares não convencionais, não metabolizados pelo organismo humano e não calóricos. (interessante, afinal?!)
Aparentemente, substituem o açúcar, pelo menos em alguns iogurtes, que agora se apresentam com 0% de açúcar. O nome até assusta...
Volta, açúcar, estás perdoado!
Os frutooligossacarídeos (FOS) são açúcares não convencionais, não metabolizados pelo organismo humano e não calóricos. (interessante, afinal?!)
sexta-feira, junho 08, 2007
as saudades são uma coisa deliciosa
quando não estou contigo...
gosto das saudades com que fico de...
ti
gosto das saudades com que fico de...
ti
quinta-feira, junho 07, 2007
A única vantagem de ter rotinas
em férias é a de pontualmente nos fazer crer que já estamos a descansar há algum tempo e até admitirmos o regresso sem dramatismo.
quarta-feira, junho 06, 2007
gosto da praia bem cedo pela manhã
quando ainda poucos acordaram
quando a areia ainda está bem lisinha, da limpeza do dia anterior, somente pintalgada por algumas pegadas de gaivotas
quando ainda está fresco
quando ainda há silêncio, só interrompido pelo som do mar a roçar na areia
quando tudo parece ainda dormitar, acordando lentamente duma sonolência boa
gosto da praia bem cedo pela manhã
quando a areia ainda está bem lisinha, da limpeza do dia anterior, somente pintalgada por algumas pegadas de gaivotas
quando ainda está fresco
quando ainda há silêncio, só interrompido pelo som do mar a roçar na areia
quando tudo parece ainda dormitar, acordando lentamente duma sonolência boa
gosto da praia bem cedo pela manhã
segunda-feira, junho 04, 2007
Admito que os Alfas
são muito bons e nos permitem percorrer o país em poucas horas.
Mas são os Regionais que me enchem as medidas. Janela aberta... sentindo o ar fresco que vem da rua... sentem-se melhor os locais por onde se passa...
pouca terra, pouca terra, pouca terra...
PS Claro que a adrenalina motivada pelo facto do Regional poder parar a qualquer momento com uma avaria, também dá mais ânimo!
Mas são os Regionais que me enchem as medidas. Janela aberta... sentindo o ar fresco que vem da rua... sentem-se melhor os locais por onde se passa...
pouca terra, pouca terra, pouca terra...
PS Claro que a adrenalina motivada pelo facto do Regional poder parar a qualquer momento com uma avaria, também dá mais ânimo!
domingo, junho 03, 2007
Regresso à tona da água.
Muito lentamente. Preciso de algum tempo para assimilar que posso respirar de novo. Sinto dificuldade em respirar, apesar de me saber já à superfície.
Ou estarei enganada? Que ilusão será esta?! Afinal ainda continuo com a cabeça dentro de água. Então é melhor não respirar. Suster mais um pouco, aguentar.
Mas devo estar já muito perto! A linha da água parece estar já a tocar-me o cocuruto. Um formigueiro invade-me o corpo. O entusiasmo atinge-me todos os músculos.
E ouso respirar. Sim, agora com a cara já fora da água. Ouso respirar, ainda que possa ter de voltar a mergulhar, por mais algum tempo. Ouso respirar, por agora...
Ou estarei enganada? Que ilusão será esta?! Afinal ainda continuo com a cabeça dentro de água. Então é melhor não respirar. Suster mais um pouco, aguentar.
Mas devo estar já muito perto! A linha da água parece estar já a tocar-me o cocuruto. Um formigueiro invade-me o corpo. O entusiasmo atinge-me todos os músculos.
E ouso respirar. Sim, agora com a cara já fora da água. Ouso respirar, ainda que possa ter de voltar a mergulhar, por mais algum tempo. Ouso respirar, por agora...
sábado, junho 02, 2007
Eu digo muitas vezes que o instinto serve melhor os animais do que a razão a nossa espécie. E o instinto serve melhor os animais porque é conservador, defende a vida. Se um animal come outro, come-o porque tem de comer, porque tem de viver; mas quando assistimos a cenas de lutas terríveis entre animais, o leão que persegue a gazela e que a morde e que a mata e que a devora, parece que o nosso coração sensível dirá «que coisa tão cruel». Não: quem se comporta com crueldade é o homem, não é o animal, aquilo não é crueldade; o animal não tortura, é o homem que tortura. Então o que eu critico é o comportamento do ser humano, um ser dotado de razão, razão disciplinadora, organizadora, mantenedora da vida, que deveria sê-lo e que não o é; o que eu critico é a facilidade com que o ser humano se corrompe, com que se torna maligno.
José Saramago, in Diálogos com José Saramago
sexta-feira, junho 01, 2007
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