sábado, março 15, 2008
Este ano, o pessoal da minha colheita
Bem, o que me consola é que, de acordo com a sabedoria popular, os trinta nas mulheres são a sua melhor década. Então... segurem-se, porque eu estou a caminho! :)
Mas tudo isto é afinal porque hoje uma excelente mulher da minha colheita celebra os seus trinta. Parabéns para ela!
quinta-feira, março 13, 2008
Esta época do ano é especialmente difícil no meu trabalho,
Este ano está, sem excepção, a ser mauzinho. Muitas noitadas. E os problemas do costume. Mais os problemas novos.
Afinal, por estes dias, sair do trabalho antes das dez da noite parece uma proeza. Uma excentricidade.
Já andamos todos a atingir níveis de cansaço muito substanciais. E o pior é que ainda não conseguirmos ver o final do túnel. O stress continuará nas próximas semanas.
Tudo isto para justificar as minhas ausências? Não só, mas também.
segunda-feira, março 10, 2008
O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
domingo, março 09, 2008
Corrente 12 palavras
Acolhimento. Amor. Cor. Diferença. Honestidade. Música. Novidade. Optimismo. Partilha. Pessoas. Sabedoria. Vida.
Passar a corrente em diante... a quem por aqui passar e lhe apetecer.
quarta-feira, março 05, 2008
domingo, março 02, 2008
Soneto de fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de Morais
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
terça-feira, fevereiro 26, 2008
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
A ideia de mudar de casa
domingo, fevereiro 24, 2008
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
são poucos os amigos
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
ai ai ai este pessoal "crescido"
ai ai ai Bruninho!
terça-feira, fevereiro 19, 2008
"Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida"
(Parabéns amigo!)
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
As cheias de hoje

Só tenho pena de que o registo que mais me surpreendeu não tenha ficado bem... porque o que esta manhã me deixou mesmo estupefacta foi ter chegado à estação de comboio (depois de inúmeras tropelias no trânsito e movimentos dignos de ginasta e uma molha substancial em algumas partes do corpo) e ver (ou melhor, não ver) a linha submersa.
sábado, fevereiro 16, 2008
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
domingo, fevereiro 10, 2008
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
O problema das escolhas
Quem dera que fosse mais simples.
terça-feira, fevereiro 05, 2008
Amai-vos...
Amai-vos um ao outro,
mas não façais do amor um grilhão.
Que haja, antes, um mar ondulante
entre as praias de vossa alma.
Enchei a taça um do outro,
mas não bebais da mesma taça.
Dai do vosso pão um ao outro,
mas não comais do mesmo pedaço.
Cantai e dançai juntos,
e sede alegres,
mas deixai
cada um de vós estar sozinho.
Assim como as cordas da lira
são separadas e,
no entanto,
vibram na mesma harmonia.
Dai vosso coração,
mas não o confieis à guarda um do outro.
Pois somente a mão da Vida
pode conter vosso coração.
E vivei juntos,
mas não vos aconchegueis demasiadamente.
Pois as colunas do templo
erguem-se separadamente.
E o carvalho e o cipreste
não crescem à sombra um do outro.
Kahlil Gibran
domingo, fevereiro 03, 2008
quarta-feira, janeiro 30, 2008
terça-feira, janeiro 29, 2008
domingo, janeiro 27, 2008
ups
ufa... que cansaço!
acho que os
quarta-feira, janeiro 23, 2008
No "tanque" cá de casa
temos um ciclídeo doente. Bastante doente até. Pobrezito: está tão inchado que mal consegue nadar. Fico triste quando o vejo todo desengonçado a tentar mexer-se.
Mas ao mesmo tempo é impressionante a energia que o animal tem, porque estando doente já há algumas semanas, está a resistir heroicamente.
Na verdade, mantemos a esperança de que ainda possa vir a recuperar, apesar de sabermos que tal é bastante improvável. É o natural sentimento de "enquanto há vida há esperança".
(Consola-nos saber que, se morrer, o nosso doente deixa descendência.)
terça-feira, janeiro 22, 2008
porque me falta
segunda-feira, janeiro 21, 2008
domingo, janeiro 20, 2008
sábado, janeiro 19, 2008
quinta-feira, janeiro 17, 2008
quarta-feira, janeiro 16, 2008
segunda-feira, janeiro 14, 2008
domingo, janeiro 13, 2008
Eu sei que já não nos encontrávamos há algum tempo
Por favor, febre!
sábado, janeiro 12, 2008
Equilíbrio e flexibilidade
Algures nas minhas (recentes) incursões de estudante, tive um professor que me levou a reflectir sobre a forma como está, actualmente, organizada a vida das pessoas na nossa sociedade.
Ora vejamos: repartimos, grosso modo, a vida em três partes (quase) estanques. Quando somos crianças, brincamos e estudamos. Quando adultos, trabalhamos. E quando idosos, descansamos.
E eu questiono-me se não seria mais inteligente, eficiente, e até mesmo feliz, se a nossa vida pudesse ser mais equilibrada ao longo de toda a sua duração.
Dando um exemplo prático: porque não podemos estudar durante a idade adulta (e aqui refiro-me a estudar mesmo, sem trabalhar em simultâneo – benefício que julgo só ser permitido a (alguns) professores)? Ou, segundo exemplo, porque não nos é permitido simplesmente decidir passar dois ou seis meses da nossa vida a descansar e a viajar, de vez em quando?
Esta reflexão conduz-me também aos nossos sistemas de segurança social e à forma como funcionam. Naturalmente, que perante a forma como temos a vida “organizada”, com frequência a ideia da postecipação da (ansiada) reforma é alvo de fortes críticas. É inevitável que tal aconteça. Mas creio que essa reacção se prende com o facto de muitos planearem as suas vidas para o “aí é que será mesmo bom”, “aí sim, poderão finalmente usufruir a vida!”.
No entanto, note-se que, por muito que não nos agrade a ideia, as pensões de reforma não foram concebidas para nos financiar o descanso merecido, mas sim para nos permitir ter qualidade de vida, quando já não pudermos exercer a nossa profissão com qualidade. O que pode, em boa verdade (e ainda bem que assim é), ocorrer aos 50, aos 60, aos 70, aos 80, aos 90, ou nunca! (Com naturalidade assistimos à opção que algumas pessoas fazem de trabalharem durante toda a vida e com gosto.)
Perante isto, estou em crer que a qualidade de vida e o descanso merecido devem ser vividos constantemente, em plena interacção com o trabalho com que contribuímos para a sociedade em que vivemos, para que seja o equilíbrio a comandar a nossa existência.
quinta-feira, janeiro 10, 2008
publicidade
terça-feira, janeiro 08, 2008
segunda-feira, janeiro 07, 2008
domingo, janeiro 06, 2008
aceitam-se apostas
sábado, janeiro 05, 2008
quinta-feira, dezembro 27, 2007
Nos próximos dias
A gerência agradece a vossa compreensão.
segunda-feira, dezembro 24, 2007
O Pai Natal existe
Como ainda é criança e tem de estudar e brincar muito não tem tempo para outras coisas e pede ao Pai Natal para ser ele a trazer as prendas. Mas são tantas que até o Pai Natal já não pode com elas todas. Então são os pais das crianças que o ajudam a entregá-las.
Há dias estive a conversar com a Alice, aquela do País das Maravilhas, e com um amigo dela, o Peter Pan. O Peter Pan é aquele menino que nunca cresce e que vive no País do Nunca, que é como quem diz no mundo que todos nós gostávamos que fosse tão bom que não houvesse crianças com fome e que até ficavam contentes se como prenda lhes dessem só um pedacinho de pão, mesmo que já fosse de bocadinho duro e não tivesse compota. E ainda sem aquela doença das pessoas crescidas que têm a mania de andar em guerra. Também conversei com uma coruja que está sempre a olhar e nunca fala e com um sapo que está sempre a falar e não olha. Falei com um urso pequenino que gosta muito de brincar mas que qualquer dia vai ficar doente da barriga porque quer andar sempre a comer doces. Até já tem os dentes um bocadinho verdes! Também falei com uma sereia tão linda (gosto tanto dela!) que quando fala só se ouve música! E cheira tão bem que até parece que lhe estão sempre a nascer flores das mãos. Falei com as estrelas e com um cometa. Falei com fadas e duendes. Falei com todas as coisas do mundo. Todos me disseram que o Pai Natal existe e o Menino Jesus também!
domingo, dezembro 23, 2007
em directo da vila que tem o mosteiro mais bonito do país
:)
sexta-feira, dezembro 21, 2007
quinta-feira, dezembro 20, 2007
quarta-feira, dezembro 19, 2007
terça-feira, dezembro 18, 2007
primeiro foi uma semana
aproveito para vos desejar um Natal cheio de alegria, junto das vossas famílias. que o Menino, cujo aniversário se celebra, desperte o melhor que há em cada um.
e... um excelente 2008!
sexta-feira, dezembro 07, 2007
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Dia Internacional do Voluntariado
terça-feira, dezembro 04, 2007
fixe fixe
domingo, dezembro 02, 2007
Passeio ao campo
Colhe a hora que passa, hora divina,
Bebe-a dentro de mim, bebe-a comigo!
Sinto-me alegre e forte! Sou menina!
Eu tenho, Amor, a cinta esbelta e fina…
Pele doirada de alabastro antigo…
Frágeis mãos de madona florentina…
- Vamos correr e rir por entre o trigo! -
Há rendas de gramíneas pelos montes…
Papoilas rubras nos trigais maduros…
Água azulada a cintilar nas fontes…
E à volta, Amor… tornemos, nas alfombras
Dos caminhos selvagens e escuros,
Num astro só as nossas duas sombras…
sábado, dezembro 01, 2007
Será assim tão difícil para as farmácias
Pois, é que eu cá estou fartinha de ir a diferentes farmácias (e nem vou muito, felizmente!) e deparar-me sempre com a mesma lenga-lenga: “Pode voltar mais tarde? É que, de momento, só tenho uma caixa.” Grrrrr... que irritação!
E eu... pois... eu preciso da receita hoje... não tenho tempo de andar por aí a correr inúmeras farmácias até encontrar uma, uma que tenha mais do que um exemplar disponível... eu preciso... e vocês, vocês estão-se a borrifar... eu que volte... ou que perca o resto da receita e vá maçar o médico outra vez. Grrrrr.
Não tenho paciência para farmácias: dependem da vulnerabilidade das pessoas; têm a “faca e o queijo na mão”; e o cliente sujeita-se sempre sem queixas... porque precisa.
Para além de que não consigo MESMO compreender a dificuldade em dispor de mais de um exemplar de cada. Não compreendo (ou será que sou eu que tenho azar?!)!
E nem sequer resulta começar a riscar farmácias da minha lista, porque acho que rapidamente ficarei sem local onde recorrer. É que me parecem todas iguais nestas questões.
quinta-feira, novembro 29, 2007
Publicidade - Árvores de Natal
Não consegui confirmar esta informação na Internet, mas a ser verdade parece-me uma excelente iniciativa.
Com (demasiada) frequência
terça-feira, novembro 27, 2007
por muito que às vezes não pareça
segunda-feira, novembro 26, 2007
domingo, novembro 25, 2007
novidade
Entretanto, já sujeito à formatação prometida há um tempo atrás, está como novo.
:)
As sombras do passado
sexta-feira, novembro 23, 2007
quarta-feira, novembro 21, 2007
segunda-feira, novembro 19, 2007
sexta-feira, novembro 16, 2007
quinta-feira, novembro 15, 2007
Um destes dias tive um sonho que vos incluía...
Compreendi, finalmente, que não foi por vocês que entristeci. Não, vocês, só poderiam ter tomado uma decisão tão difícil se tal fosse o melhor para a vossa felicidade (que eu muito prezo com a minha amizade). Afinal, pude entender que a minha melancolia se devia ao facto de vocês terem posto fim a uma entidade de que eu gostava. Pois, no meu sonho, vocês tinham matado o "vós", o "tu + tu". E eu, egoisticamente, ficara triste porque gostava muito do vosso "vós". O "tu + tu" era um algo que eu apreciava muito (de “quem” eu também era amiga...) e que tinha morrido...
Fiquei, enfim, aliviada por poder compreender(-me).
Agora já acordada... confundo sonho e realidade.
quarta-feira, novembro 14, 2007
segunda-feira, novembro 12, 2007
domingo, novembro 11, 2007
O amor é
o sangue do sol dentro do sol. A inocência repetida mil vezes na vontade sincera de desejar que o céu compreenda. Levantam-se tempestades frágeis e delicadas na respiração vegetal do amor. Como uma planta a crescer da terra. O amor é a luz do sol a beber a voz doce dessa planta. Algo dentro de qualquer coisa profunda. O amor é o sentido de todas as palavras impossíveis. Atravessar o interior de uma montanha. Correr pelas horas originais do mundo. O amor é a paz fresca e a combustão de um incêndio dentro, dentro, dentro, dentro, dentro dos dias. Em cada instante de manhã, o céu a deslizar como um rio. À tarde, o sol como uma certeza. O amor é feito de claridade e da seiva das rochas. O amor é feito de mar, de ondas na distância do oceano e de areia eterna. O amor é feito de tantas coisas opostas e verdadeiras. Nascem lugares para o amor e, nesses jardins etéreos, a salvação é uma brisa que cai sobre o rosto suavemente.
José Luís Peixoto, in Uma casa na escuridão
quinta-feira, novembro 08, 2007
quarta-feira, novembro 07, 2007
O teste da banheira
- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa de ser hospitalizado aqui?
Respondeu o diretor:
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Entendi - disse o visitante - uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.
- Não - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?
[Dedicado a todos que escolheram o balde.]
terça-feira, novembro 06, 2007
snif
snif
:(
O meu portátil está doente.
segunda-feira, novembro 05, 2007
conversas, como cerejas
conversas, como cerejas... adoro-as
domingo, novembro 04, 2007
se ao menos
porque se eu soubesse o que é aproveitar a vida, não deixaria de o fazer todos os dias, cada dia, cada momento...
mas não sei, ou talvez saiba, mas então não sei que sei.
ahhh... se ao menos eu soubesse...
quarta-feira, outubro 31, 2007
Ainda assim,
1. Ouve. Não esperes para seres tu a falar, apenas ouve!
2. Um sorriso. Sim, todos sabemos “um sorriso por dia não sabe o bem que lhe fazia”, ou algo do género, mas sim, funciona sempre!
3. Toca. Põe as tuas mãozinhas em alguém que gostes ou, ainda melhor, em alguém de quem não gostes, e sente o seu calor.
quarta-feira, outubro 24, 2007
parece que
no regresso dar-vos-ei imagens.
até...
terça-feira, outubro 23, 2007
(...) mais cedo ou mais tarde,
segunda-feira, outubro 22, 2007
O problema da exigência
é que é aplicada aos outros e a nós próprios em igual grau, sem se ter em consideração que as medidas de cada um são individuais e incomparáveis. Logo, idealmente, as exigências deveriam ser estabelecidas tendo em conta quem as recebe e não quem as faz... mas isto é que é muito difícil!
sábado, outubro 20, 2007
quinta-feira, outubro 18, 2007
Uma amiga
quarta-feira, outubro 17, 2007
terça-feira, outubro 16, 2007
saímos de casa...
o cansaço parece estar em todos os lados para onde nos voltamos. o teu mais do que o meu. o meu mais do que o teu. não importa. está em todo o lado.
domingo, outubro 14, 2007
quinta-feira, outubro 11, 2007
quarta-feira, outubro 10, 2007
Há uma música do povo
Nem sei dizer se é um fado
Que ouvindo-a há um ritmo novo
No ser que tenho guardado...
Ouvindo-a sou quem seria
Se desejar fosse ser...
É uma simples melodia
Das que se aprendem a viver...
E ouço-a embalado e sozinho...
É isso mesmo que eu quis...
Perdi a fé e o caminho...
Quem não fui é que é feliz.
Mas é tão consoladora
A vaga e triste canção...
Que a minha alma já não chora
Nem eu tenho coração...
Sou uma emoção estrangeira,
Um erro de sonho ido...
Canto de qualquer maneira
E acabo com um sentido!
































