sexta-feira, setembro 29, 2006

Dificuldade em manter-me acordada.

Como se o cansaço acumulado durante todos estes meses tivesse aproveitado a oportunidade para se manifestar. Todo de uma vez só.

quinta-feira, setembro 28, 2006

Viver é como amar: todas as razões são contra, e a força de todos os instintos é a favor.

Samuel Butler

quarta-feira, setembro 27, 2006

Analyse... (by The Cranberries)

momentos #4















(do dia em que experimentei voar)
"Ela é como as flores:
se não tiver luz, morre!"

Ainda sobre nódoas...

gostava de deitar mais umas achas para a fogueira...

O problema com as nódoas que caiem sobre uma peça de roupa de que gostamos muito, é que depois qualquer pingo de água que caia na roupa parece logo uma nódoa, independentemente de passado 5 minutos já não existir nem para amostra.

Para piorar a coisa... imaginem que era mesmo um pingo de água..., desatávamos a pôr daqueles produtos maravilha para nódoas... estávamos a matar moscas com artilharia pesada... e a probabilidade de ficar ainda pior era elevada...

Conclusão, as nódoas vão e vêm, mas quanto mais se gosta da peça de roupa, mais tempo demora a nódoa a desaparecer...
Sugestão... usem essa camisola todos os dias... vai ficar tão suja que ninguém dá por ela... e a nódoa de tão mal tratada acabará por desaparecer...

Já agora, para terminar, a persistência da nódoa depende do quanto gostamos da gravata mas, principalmente, da importância da reunião que vamos ter essa tarde... (nem imaginam a quantidade de gravatas que já mandei para limpeza)

terça-feira, setembro 26, 2006

Há nódoas que teimam em não desaparecer.

Uma pessoa lava, esfrega, deixa de molho, experimenta novos detergentes... e nada. Quando se vai a deixar secar... lá está ela, impávida e serena: só apetece deitar a peça manchada para o lixo.
O problema é quando até se gosta da dita cuja.
Tem-se então diferentes opções: pode-se continuar a tentar tirar aquele incómodo; pode-se simplesmente desistir e deitar a peça para o lixo, ou arrumá-la num canto até que este venha a ser o seu destino mais provável; ou pode-se continuar a usá-la com a pequena nódoa (agora já mais disfarçada, depois de tantas tentativas), munidos da esperança de que ninguém a tope, nem mesmo nós próprios, e que esta, desistindo, um dia venha mesmo a desaparecer por completo.
O problema é que há dias em que só se vê a #$%&
# da nódoa!

segunda-feira, setembro 25, 2006

diz o blogger

que este é o post número 199

domingo, setembro 24, 2006

sábado, setembro 23, 2006

Sobre semáforos bem colocados...

Eu compreendo que em determinados locais, à partida, semáforos permitam resolver alguns problemas de trânsito. Mas o que dizer quando o problema que resolvem é muito menor que o problema que criam?!
Pois é, perto do local onde moramos, foram, há apenas dois dias, colocados em funcionamento uns novos semáforos. Aparentemente, estes permitem resolver a dificuldade que um dos acessos ao cruzamento em questão apresenta. Mas... tcharammm... pioram determinantemente o trânsito do lado em que o seu fluxo é maior.

Pergunto: os senhores que colocam estas coisas em funcionamento não fazem contagens ao trânsito para apurarem quais os melhores tempos a considerar na mudança de cor dos semáforos? É que, do pouco que me lembro da faculdade, há uns problemas de optimização que permitem resolver estas questões! Mas claro que é necessário parar para pensar antes de executar. Ou será que o temporizador dos semáforos é afinado por tentativa/erro?! E, neste caso, quem analisa os erros?

Parece-me que a duplicação do tempo de realização de um percurso, de cerca de 12, para aproximadamente 25 minutos, é indicador de um erro!

Veremos como evolui esta 'maravilhosa' notícia que teve a nossa manhã de ontem.

sexta-feira, setembro 22, 2006

Será por ser gaja?

Muito facilmente, por pequenos nadas, fico felicíssima. Mas também é preciso muito pouco para me fazer sentir miserável, como se o mundo pudesse de repente desabar sobre mim.

Será por ser gaja?
Ou será por eu ter a mania de me envolver demasiado em tudo o que faço?

Hoje, felizmente, por vários 'dá cá aquela palha', fiquei com uma certa vontade de andar por aí aos pulinhos feita criança!

quinta-feira, setembro 21, 2006

Estrelas de Fogo #1

Deixo mais umas fotos do Mundial de Fogo de Artificio... Vale mesmo a pena...

A única desvantagem de tirar fotografias a fogos de artifício é que o pouco que conseguimos ver é através da objectiva de uma máquina...

Mas, depois quando chegamos a casa temos a recompensa...

Aqui ficam algumas das minhas recompensas :-)



















Comentários

Hoje aproveitei para deixar por aqui abaixo algumas respostas a comentários ainda não respondidos. Isto porque (não só mas também) há uns dias apanhei um blogger (já não me lembro quem – olha fiz uma rima sem querer!) a queixar-se da existência de blogs que deixam os seus comentadores a falar sozinhos. Ora, tenho de concordar que não é coisa bonita de se fazer e não me pareceu nada bem que quem por aqui passa pudesse sentir isso. Vai daí... há por aí algumas respostas até agora em falta...

A propósito de comentários, tenho de vos dizer que estes são mesmo importantes nesta cena do ‘blogar’. Porque há dias em que se pondera desistir. Não é fácil ser blogger, principalmente quando se procura deixar uma pequena novidade (quase) todos os dias. (Claro que poderia optar por deixar algo somente nos casos em que esse algo se revestisse de algum interesse. Mas o que terá interesse para quem por aqui passa? E, se eu passar só de vez em quando, nunca saberão quando devem visitar este tasco. Assim, ‘todos’ os dias sabem ter novidades. É preciso rituais, como dizia o Principezinho!) Mas os comentários, frequentemente, acalentam a vontade de continuar!

Por isso, vá lá... comentem!


P.S. Hoje deixei aqui ao lado mais alguns links: o shark tem uma criatividade que admiro profundamente, para além de escrever imensamente bem e publicar umas fotos deliciosas; o z tem um ‘fotoblog’ (creio que é assim que se chama) que acho muito bom.

quarta-feira, setembro 20, 2006

À vida...

chegamos sem ser avisados. Não nos pedem autorização, não nos consultam e nem mesmo nos avisam.
Progressivamente, à medida que vamos crescendo pedem-nos que tomemos decisões. Cada vez mais decisões. Umas mais importantes, outras menos. Umas inofensivas, mas também algumas bem determinantes. E o pior é que a muitas delas, senão a todas, está associada a rejeição de um futuro alternativo. E nunca se sabe se a decisão é a melhor, pois os futuros alternativos vão ficando escondidos nos meandros dos universos paralelos (se é que uma coisa destas existe).

Como saber, então, se o futuro que se escolheu é o certo? Seria o melhor na lista dos disponíveis? É que se os disponíveis forem muitos, a probabilidade de acertar no melhor poderá ser baixa!

Provavelmente não há certos nem errados...
Mas há escolhas... sempre escolhas...
Porque será a VIDA tão estranha?!

Sinto

a tua falta.

segunda-feira, setembro 18, 2006

domingo, setembro 17, 2006

segundo os registos

completei hoje mais um ano de idade. em boa verdade tenho somente mais um dia de vida que ontem. mas, isto começa a parecer estranho.
como é possível o tempo passar tão rapidamente?
como se a velocidade aumentasse a cada ano...

sexta-feira, setembro 15, 2006

cena matinal

- Icarus, foste tu que ligaste o ferro?
- Não.
- Ups. Acho que fiz asneira. Afinal este interruptor de segurança da tábua não funciona bem. Acho que tinhas razão em querer desligar sempre a ficha da corrente.
- Pois é! Sabes que tenho sempre razão.

Passados uns minutos:
- Ita, foste tu que ligaste isto assim agora, certo?
- Como?
- Assim como está!
- Oh, oh (risos) (gargalhadas). Pois não admira que o ferro estivesse ligado. Que estúpida! Liguei o ferro à corrente directamente e depois desliguei o interruptor de segurança da tábua (o que é cómico, porque o que eu liguei à tábua foi a própria ficha da tábua – muito confuso!). Afinal o interruptor sempre funciona! E tu não tinhas razão! Mas eu não deixo de ser um ‘bocadito’ distraída.
- Pois é, e poderia ter sido perigoso!
- Tens razão. E sabes o que é pior... é que eu não me lembro bem de quando utilizei o ferro pela última vez (olhos baixos de culpa). Bem, vendo a coisa pela positiva o ferro é de boa qualidade. Nem avariou! (sorriso amarelo)

Já pensávamos que não voltaria.

Que ficara retida no seu país. Que não pudera reentrar em Portugal.
Oh não... o desespero avizinhava-se!

Mas, afinal, tudo não passou de um susto. A Lana está de volta. E com ela a limpeza!
Aparentemente só ela regressou, porque o português dela parece ter ficado perdido algures na viagem. Por enquanto continuamos à espera que também ele regresse dentro em breve.

São as vicissitudes de ter uma empregada imigrante...

quinta-feira, setembro 14, 2006



Parabéns!!!

quarta-feira, setembro 13, 2006

Muito facilmente se constroem zonas de conforto relacionadas com os mais diversos aspectos da vida. Contudo, há momentos em que é necessário ter a ousadia de sair dessas zonas.

Só assim que se conseguem surpresas positivas.

segunda-feira, setembro 11, 2006

sobre a data de hoje

encontrei, por acaso, isto. sugiro que passem os olhos. interessante, de facto.

domingo, setembro 10, 2006

Mundial de Fogo de Artifício 2006

pirotécnico:

fabricante de estrelas cadentes

sábado, setembro 09, 2006

ilusões #2

Esta manhã, ao acordar, o sol já tinha despontado, de propósito para lhe dizer bom dia.
Acariciou-lhe o rosto e segredou-lhe muito baixinho ao ouvido: “O dia vai ser especial!”.
E ela... acreditou.
Então, o dia foi-lhe trazendo surpresas à medida que passava por ela... surpresas boas... que lhe revelaram segredos. Segredos sobre a amizade. Segredos sobre a maravilha que é a diferença humana, única e irrepetível. Segredos...
Segredos que ela escutou. Segredos que lhe falaram ao coração.

Hoje, adormeceu tranquila... a lua já lhe disse boa noite...

quinta-feira, setembro 07, 2006

Talvez a minha frase preferida...



Esta frase foi-me apresentada por uma das pessoas que mais admiro profissionalmente... Boa sorte no novo desafio!
A comunicação é uma coisa improvável. Tão improvável, que às vezes até fico arrepiada. Por isso, ignorem, hoje não estou por aqui. Fui arejar. Arejar as sensações. Arejar os sentimentos. Arejar os pensamentos.
Meditar, que é o contrário de pensar.
Sem sentido. Sim, é assim que sinto tudo. Sem sentido.
O que é afinal importante. Tudo pode ser absolutamente importante ou absolutamente ridículo. Já não quero pensar mais hoje. Quero libertar os pensamentos, não os prender. Esperar que eles me abandonem e me deixem só. Completamente só.

E que amanhã, bem cedinho, com o nascer da aurora, todo o universo se concentre no novo dia, nas novas possibilidades de recomeçar.

quarta-feira, setembro 06, 2006

mais uma vez ... pearl jam

há uns dias deixei o vídeo.
hoje não resisto a deixar a letra.
momentos intensos, com uma multidão ao rubro.
muito bom concerto.
muito forte.


Black

Hey...oooh...
Sheets of empty canvas, untouched sheets of clay
Were laid spread out before me as her body once did
All five horizons revolved around her soul
As the earth to the sun
Now the air I tasted and breathed has taken a turn
Ooh, and all I taught her was everything
Ooh, I know she gave me all that she wore
And now my bitter hands chafe beneath the clouds
Of what was everything?
Oh, the pictures have all been washed in black, tattooed Everything...

I take a walk outside
I'm surrounded by some kids at play
I can feel their laughter, so why do I sear
Oh, and twisted thoughts that spin round my head
I'm spinning, oh, I'm spinning
How quick the sun can, drop away
And now my bitter hands cradle broken glass
Of what was everything
All the pictures have all been washed in black, tattooed everything...
All the love gone bad turned my world to black
Tattooed all I see, all that I am, all I will be...yeah...
Uh huh...uh huh...ooh...
I know someday you'll have a beautiful life, I know you'll be a star
In somebody else's sky, but why, why, why
Can't it be, can't it be mine




segunda-feira, setembro 04, 2006

domingo, setembro 03, 2006

Ter opiniões definidas e certas, instintos, paixões e carácter fixo e conhecido - tudo isto monta ao horror de tornar a nossa alma um facto, de a materializar e tornar exterior. Viver num doce e fluido estado de desconhecimento das coisas e de si próprio é o único modo de vida que a um sábio convém e aquece.

Fernando Pessoa, in 'Livro do Desassossego'

sábado, setembro 02, 2006

Há momentos em que não confio

em mim nem um bocadinho. O que vale é que há à minha volta uns fantásticos amigos que me recordam que devo confiar. Eles lá devem saber porquê. Eu, só porque confio neles, acabo por ficar um pouquinho melhor.

Obrigada, amiga, pelas palavras tão animadoras. Consegues sempre deixar-me melhor.

Obrigada, Icarus, pela confiança depositada. E pelo esforço que fizeste hoje para me obrigar a trabalhar. Valeu!

sexta-feira, setembro 01, 2006

stressómetro

a registar valores muito elevados para a época. aguarda-se que nos próximos dias estes regressem à normalidade.

quarta-feira, agosto 30, 2006

Wishlist

I wish I was a neutron bomb, for once I could go off
I wish I was a sacrifice, but somehow still lived on
I wish I was a sentimental ornament you hung on
The Christmas tree, I wish I was the star that went on top
I wish I was the evidence, I wish I was the grounds
For 50 million hands upraised and open toward the sky

I wish I was a sailor with someone who waited for me
I wish I was as fortunate, as fortunate as me
I wish I was a messenger and all the news was good
I wish I was the full moon shining off your Camaro's hood

I wish I was an alien at home behind the sun
I wish I was the souvenir you kept your house key on
I wish I was the pedal brake that you depended on
I wish I was the verb 'to trust' and never let you down

I wish I was a radio song, the one that you turned up
I wish...

I wish...

Pearl Jam

terça-feira, agosto 29, 2006

do dariz

Hoje, uma das minhas narinas andou a padecer de incontinência. A certa altura quase me apeteceu pôr-lhe uma fraldinha. Mas, lá me controlei.

segunda-feira, agosto 28, 2006

nos entretantos #5

De regresso a casa, e olhando para os momentos guardados fotograficamente, resta-me a convicção de que o melhor não veio nas imagens captadas.

O melhor é o que se sente. Nesta altura do ano, em Helsínquia, ou Suomi para os amigos, sente-se toda agente a saborear a energia que o sol transmite. Nestes, que prometem ser os últimos dias de Verão, deste que está a ser o mais quente dos últimos 100 Verões, cada indivíduo, nos jardins, nas esplanadas, nas ruas, aproveita só mais um pouquinho de sol, carregando baterias para o Inverno que se aproxima, longo, e onde as temperaturas descem a níveis que nem sei imaginar.

Um povo estranho. Onde as saunas representam felicidade, e das quais, no Inverno, se salta directamente para um buraco feito no gelo, onde o choque térmico deve ser impensável.
Onde as berrys nos ficam no paladar. (Eu prefiro as blue. Cheias de vitaminas!)
Onde há aurora boreal e sol da meia-noite
Onde a neve no Inverno é uma bênção, porque torna o tempo mais claro.
E onde os bancos de jardim estão ao sol, porque é do sol que vem a energia para o Inverno.

Um povo estranho. Mas muito simpático.
Kiitos!

domingo, agosto 27, 2006

há livros assim...


... e este é um deles.
Recomendo.
Muito.

Porquê?
Porque me deixou sem palavras.

quinta-feira, agosto 24, 2006

O imenso céu azul

do pequeno rectângulo à beira-mar plantado faz-me crer que nunca quererei emigrar.

domingo, agosto 20, 2006

tallinn

very nice town, very nice people, very nice food...

sexta-feira, agosto 18, 2006

"Os livros são espelhos: só se vê neles o que a pessoa tem dentro"

A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón

quinta-feira, agosto 17, 2006

rap dos matarruanos

porque o hoje é quase amanhã e as pálpebras já pesam... boa noite

terça-feira, agosto 15, 2006

Crash

O que acho fascinante neste filme é o facto de não haver bons nem maus. Tal como na ‘vida real’ cada um dá o que lhe é possível, em cada circunstância.

Brilhante!



No verso de uma caixa

de pensos rápidos coloridos, comprada em Portugal, figura um conjunto de informações com as seguintes características (que dependem da nacionalidade dos destinatários):

  • Aos franceses é somente dito que o produto é para crianças;
  • Os italianos, para além da informação anterior, têm também direito a saber que os pensos são coloridos;
  • A quantidade contida na embalagem só é referida nas instruções para checos, eslovacos e húngaros;
  • Quanto ao produto contido na embalagem (pensos), este só é identificado para finlandeses e suecos;
  • Aos holandeses, belgas, gregos e polacos só é identificado o local de fabrico, que refira-se acompanha as instruções em todas as línguas disponíveis;
  • Havendo informação destinada a 13 países distintos, Portugal não é contemplado.


Eu compreendo que a partir da ‘decoração’ da caixa se compreenda o que a mesma contém, mas não entendo estas diferenças de tratamento. Eu julgava que os consumidores tinham todos direito à mesma informação.

Pelos vistos estava enganada.

domingo, agosto 13, 2006

Tens a vida cansada.

As rugas denunciam o trabalho que sempre tiveste. Organizaste, trabalhaste, criaste, amaste. Dedicada, sempre viveste para os outros. Nunca te vi preocupares-te contigo.

Hoje, quando te vejo, receio que possa não te ver mais.
Estás bem, de saúde. Mas comes muito mal. Diz o médico que, se de repente te acontece alguma coisa, o teu corpo, certamente, não resistirá. Diz também que temos de cuidar de ti. Estás a ficar esquecida. Pode, de repente, um esquecimento teu ser perigoso.

Mas, tu continuas a tomar conta dos teus. Não sei como fizeste para manter quase todos os que carregaste no ventre demasiado perto de ti. Eu acuso-te. Julgo que em parte a culpa foi tua. Deste-lhes sempre demasiado mimo. E continuas, como se fosses imortal.

Gosto de te ver, de ouvir as tuas histórias. De quando em férias ias tomar banho ao mar logo de madrugada, quando a praia ainda estava vazia. Do trabalho do campo, de sol a sol. De como conduziste o teu lar.
Sempre tiveste uma força e uma energia invejáveis!

Tens a vida cansada. As rugas denunciam muito trabalho. Por um lado tenho pena que nunca tenhas usufruído mais do que te rodeia.
Mas, afinal, não sei mesmo se não usufruíste.
A vida tem formas de felicidade só acessíveis aos mais incautos.


Gosto de te ver, avó!



pearl jam




afinal, afinal, parece que lá estarei!

sexta-feira, agosto 11, 2006

maninho,

também já estás aqui ao lado!

:)

I get a kick out of you - Frank Sinatra

Quando alguém está

de ‘cabeça quente’ deveria ser isolado. Automaticamente, a sua boca deveria ser selada, evitando assim afirmações, ou mesmo decisões, perfeitamente desadequadas e infantis.

Só com os ânimos refeitos se podem fazer opções em consciência.

quarta-feira, agosto 09, 2006

Tá giro!

Em dois dias, dois novos blogs de amigos.
Um, o Alma H2O, é tão recente que teve o seu primeiro post publicado ontem.
O outro, descobri-o hoje. Então, Bruno, não dizias nada?

Quem será amanhã?!

terça-feira, agosto 08, 2006

cansada.

dia de muito trabalho. mas tudo bem. amanhã novo dia de muito trabalho. só um de cada vez, se faz favor.

segunda-feira, agosto 07, 2006

O presente

é o momento em que o passado e o futuro se encontram.
Mas afinal o presente existe mesmo?
E quanto dura um instante?
Porque, ao procurar o instante em que o encontro entre o passado e o futuro ocorre, facilmente dou de caras com um momento cuja duração é infinitamente pequena, impossível de perceber pelos sentidos.
Então... quanto tempo dura o presente?

Mas afinal o presente existe mesmo?

sábado, julho 29, 2006

finalmente

chegou o dia de todos os meus neurónios irem de férias.
E eu, que não ficaria a fazer nada sem eles, vou aproveitar... e acompanho-os. Não se pode deixar ir assim os neurónios sozinhos sem mais nem menos!

sexta-feira, julho 28, 2006

arrumações

Hoje estive a arrumar papéis no local de trabalho e, mais uma vez, recordei o que já deveria ser para mim óbvio.

Por princípio, custa-me imenso deitar coisas para o lixo, mas depois não se pode dizer que sou especializada em guardar coisas devidamente arrumadas.

Logo, o que é que acontece? Ocupo imenso espaço com as tralhas que guardo, mas, se precisar delas, certamente não as conseguirei encontrar quando necessário.

De modo que as minhas arrumações são normalmente repletas de encontros do tipo: “Ah ah estás aqui! Se precisar já sei onde te encontrar.”. Mas então lembro-me que já antes aquilo me tinha dado jeito, mas nem sequer me dei ao trabalho de procurar.

Assim, impõe-se a questão: Porque não ‘guardar’ simplesmente... no lixo?
Hummm... esta é uma pergunta muito difícil de responder.

Teste de vocabulário - Resultado

Resultado: 20 pontos

Eu tenho um bom vocabulário.


Teste Seu Vocabulário.


Oferecimento: InterNey.Net

quinta-feira, julho 27, 2006

quarta-feira, julho 26, 2006

Como já aqui escrevi,

metade dos meus neurónios foi de férias há já algum tempo. Agora, finalmente, está a chegar a vez dos restantes. Ora estes já não conseguem pensar em mais nada, coitaditos. Eles bem que se têm esforçado por fazer alguma coisa, mesmo estando a meio gás. Mas é-lhes agora muito doloroso trabalhar no que quer que seja.

Já só conseguem planear... planear férias, até planear trabalho e estudo (parece impossível, mas é verdade)... mas principalmente férias, óbvio!

Por isso, caros leitores, compreendam a falta de criatividade que por aqui abunda. Tenham paciência! Vamos aguardar que regressem mais enérgicos.

Partimpim

aparentemente...

...têm que ser os homens a resolver os problemas de mau feitio (e não só dos sites...)

aparentemente o mau feitio

atacou aqui o tasco. esperamos conseguir regressar rapidamente à normalidade.

terça-feira, julho 25, 2006

Todos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas palavras sensatas.

Goethe

segunda-feira, julho 24, 2006

sábado, julho 22, 2006

um dia ele

ensinara-lhe que nem só as conchas perfeitas são belas

sexta-feira, julho 21, 2006

Alegoria do Reino Animal

Todos os dias, a formiga chegava cedinho à oficina e desatava a trabalhar. Produzia e era feliz.

O gerente, o leão, estranhou que a formiga trabalhasse sem supervisão. Se ela produzia tanto sem supervisão, melhor seria supervisionada...
E contratou uma barata, que tinha muita experiência como supervisora e fazia belíssimos relatórios.
A primeira preocupação da barata foi a de estabelecer um horário para entrada e saída da formiga. De seguida, a barata precisou de uma secretária para a ajudar a preparar os relatórios e contratou uma aranha que além do mais, organizava os arquivos e controlava as ligações telefónicas.
O leão ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com índices de produção e análise de tendências, que eram mostrados em reuniões específicas para o efeito. Foi então que a barata comprou um computador e uma impressora laser e admitiu a mosca para gerir o departamento de informática.

A formiga de produtiva e feliz, passou a lamentar-se com todo aquele universo de papéis e reuniões que lhe consumiam o tempo!
O leão concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga operária, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, cuja primeira medida foi comprar uma carpete e uma cadeira ortopédica para o seu gabinete. A nova gestora, a cigarra, precisou ainda de computador e de uma assistente (que trouxe do seu anterior emprego) para ajudá-la na preparação de um plano estratégico de optimização do trabalho e no controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se mostrava mais enfadada.
Foi nessa altura que a cigarra, convenceu o gerente, o leão, da necessidade de fazer um estudo climático do ambiente.

Ao considerar as disponibilidades, o leão deu-se conta de que a unidade em que a formiga trabalhava já não rendia como antes; e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico e sugerisse soluções.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e fez um extenso relatório, em vários volumes que concluía:"há muita gente nesta empresa".

Adivinhem quem o leão começou por despedir?
A formiga, claro, porque "andava muito desmotivada e aborrecida ".

Assinado: Eu mesma... a Formiga!

(Texto recebido por e-mail)

quinta-feira, julho 20, 2006

quarta-feira, julho 19, 2006

Adoro perder-me contigo.

Acho o máximo quando viajamos de carro e eu te tiro do sério porque, na minha função de co-pilota, vou sempre de nariz no ar, em vez de o levar bem arrumadinho dentro do mapa, pelo menos uma boa parte do tempo, como tu farias para não nos perdermos.

Prefiro a estratégia de procurar com o olhar placas ou indícios, sabe-se lá de que ordem, que nos ajudem a chegar ao destino, em vez de me perder na confusão de linhas que é o papel que tenho à frente.

Consigo sempre irritar-te, porque tu gostarias que eu soubesse exactamente em que parte do mapa estamos a cada momento e eu distraída olho para o que me envolve... e divirto-me.

Mas sabes porque é que não me importo de me perder?
Porque me sinto perfeitamente segura contigo.

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se autor da própria
história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no
recôndito da alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...


Fernando Pessoa

Um quadrado de três por três.

Estava quente e a chuva apareceu para os refrescar. Inabaláveis, continuaram num ritmo fluente, lento, bem encadeado, como em uníssono.
Usufruindo dos raros raios de sol que rompiam por entre as nuvens ao mesmo tempo que as gotas de água os tocavam levemente, enquanto deixavam círculos no lago que se estendia à sua frente.
E, de repente, apareceram os patos para os cumprimentar.

Há finais de tarde que marcam a nossa existência.

terça-feira, julho 18, 2006

a propósito de dias da semana

Acho curioso o meu sentimento perante este dia da semana, que normalmente é alvo de muitas queixas por parte da maioria. Salvo raras excepções, que confirmam a regra, encaro as segundas-feiras com bastante optimismo. Este dia chega mesmo a ser o mais produtivo da semana para mim.
Acordo cheia de energia, como se, em cada início da semana de trabalho, um mar de novas possibilidades se abrisse à minha volta.

Ao longo da semana a energia vai diminuindo, mas aí posso sempre alegrar-me com a aproximação do fim-de-semana.

Vivam as segundas-feiras para variar!

Há umas semanas decidi mudar de atitude.

E assim resolvi deixar de passar os dias a lamentar-me: porque trabalho e tenho uma dissertação de mestrado para fazer; porque esta está impreterivelmente atrasada; porque tenho uma vida miserável; porque não tenho tempo para fazer nada do que gosto; etc.; etc.; etc.
Não! Já chega! Acabou. (pelo menos na medida dos meus possíveis :))

Já sei que os prazos estão mais que ultrapassados. Mas, com calma lá chegarei. Aproveitando um dia de cada vez. Trabalhando bastante, mas usufruindo as oportunidades sempre que possível.

É verdade que esta minha atitude não está a fazer a dissertação andar mais depressa, mas pelo menos eu ando mais calma. E ainda arranjo tempo para o Tai Chi. É uma questão de atitude.


A propósito de atitude, sugiro uma visitinha ao site da rádio comercial. Ouçam ‘Toda a semana é sexta’... é desafinada, mas divertida, e tem uma atitude saudavelmente positiva.

domingo, julho 16, 2006

esta semana, tristeza

ataque terrorista na Índia com cerca de duas centenas de mortos.

conflitos armados no Médio Oriente. qualquer gota de água é argumento para ataques que, sem pingo de pudor, atingem alvos civis. alvos civis. e provocam mortes. demasiadas mortes.

tal como o terrorismo não tem desculpa, também o uso de meios desproporcionados a não tem. é totalmente incompreensível que sejam mortos tantos civis, incluindo crianças, desta forma.

o ser humano é auto-destruidor.
a estupidez humana é demasiado cruel.
para quando uma humanidade mais civilizada?!

sexta-feira, julho 14, 2006

svefn-g-englar (Sigur Rós)

amanhã

de manhã Tai Chi e à tarde praia... acalmar um pouco.
maravilhoso descanso.

Tiram-me do sério

situações em que a vida profissional interfere com planos pessoais.

quinta-feira, julho 13, 2006

quarta-feira, julho 12, 2006

terça-feira, julho 11, 2006

Raios ultravioletas

Esta notícia deixou-me a pensar. Foi inevitável que, por momentos, me tenha encontrado a imaginar cenários catastróficos. Cada vez mais acredito que o Planeta em que vivemos poderá sofrer grandes alterações em poucos anos. Os últimos já nos têm mostrado isso mesmo.

Mas nós – indivíduos, famílias, empresas ou países – andamos todos tão ocupados a olhar para o nosso próprio umbigo que nem nos apercebemos que estamos a destruir o Planeta que nos sustenta.
Que solidariedade é esta para com os nossos descendentes?
Como será a Terra quando os nossos netos tiverem a nossa idade?

Estamos todos tão ocupados a crescer economicamente nem nos apercebemos que esse crescimento pode não nos servir de muito daqui a uns anos, para além de que a forma como é conduzido delapida rapidamente os recursos de que dispomos.

Que estupidez nos alimenta para que nos preocupemos somente connosco e não olhemos para o que nos rodeia?

Provavelmente o Planeta adaptar-se-á. Esperemos que essa adaptação nos inclua.
Esta é uma visão não muito optimista. Mas é só esta que consigo ter quando penso um pouco no que estamos a fazer.

segunda-feira, julho 10, 2006

Caminhava em passos lentos.

O sol acariciava-lhe o rosto. O vento aproximava o calor já temperado ao seu corpo.
Ela... ela aproveitava cada pedaço dos elementos que lhe acarinhava os sentidos.

Todos (que são poucos)

a precisar de férias. Trabalho a romper pelas costuras.
Esta semana, para já, não se avizinha muito melhor do que a anterior.

Zidane - O melhor Jogador do Mundial Alemanha 2006



Parabéns FIFA!!!

domingo, julho 09, 2006

Não gosto de pessoas arrogantes.

Pois, não gosto.
Acho que cada pessoa deve ser humilde o suficiente para reconhecer que não é dona de verdades absolutas, mas somente parciais, que no limite podem até ser mentiras.

Há pessoas mais ou menos cultas, mais ou menos inteligentes, mais ou menos eficientes. Todas merecem igual respeito.
É por isso que tenho tendência a não apreciar supra-sumos (pelo menos os que acreditam que o são), porque normalmente são também pessoas que se revelam arrogantes.
Admiro sim aqueles que, destacando-se verdadeiramente em determinadas áreas, continuam a demonstrar grande humildade e grande respeito pelos outros.

Cada indivíduo tem uma medida que pode ser bem diferente da medida de outros, não sendo por isso de menor ou maior valor. É a sua!

Acredito que é na capacidade de exceder a sua medida pessoal que reside o crescimento do indivíduo.

Nuno Gomes

Lindo golo!

sexta-feira, julho 07, 2006

Ontem

o dia de trabalho foi perfeitamente estúpido. Estava furiosa. Há dias que me conseguem tirar do sério.
Peguei e larguei quinhentos assuntos diferentes, com o custo que isso tem em termos de (in)eficiência e desgaste pessoal.

Mas hoje é sábado e segunda-feira será uma nova semana com novas oportunidades...

(Ah, e os mails trocados de planeamento das mini-férias, que se estão a aproximar rapidamente, conseguiram animar-me. Yupiiiii!)

quinta-feira, julho 06, 2006

quarta-feira, julho 05, 2006

Perdemos

Agora só nos resta a possibilidade de lutar pelo terceiro lugar.
Mas, nada de aborrecimentos porque já é excelente termos chegado às meias-finais.

Bom trabalho, Portugal!

terça-feira, julho 04, 2006

Insólitos

Por estes dias (para os mais distraídos, recordo que estamos a 4 de Julho) já é possível ver as montras recheadas de promoções, que em alguns casos chegam a atingir os 60%. Isto, por si só, já é um bocado estranho. Mas o pior é mesmo encontrar algumas lojas já com uma nova colecção, que tem o mau gosto de nos lembrar o Outono.
Calma! Mas o Verão não começou agorinha mesmo?

Aparentemente, não é só o S. Pedro que anda baralhado com as Estações do ano.

Para a história...

Obrigado Ricardo...

telepatia, previsibilidade, cumplicidade?!

- Achas que algum dia nós
- Não sei!
- Mas sabias o que eu ia perguntar?
- Sim. Bem, quer dizer, não tenho a certeza. O que era afinal?
- Era se tu achas que nós...
- Sim, acertei.

:)

Que cena mais engraçada!

domingo, julho 02, 2006

Sou um guardador de rebanhos

Sou um guardador de rebanhos.
O rebanho é os meus pensamentos
E os meus pensamentos são todos sensações.
Penso com os olhos e com os ouvidos
E com as mãos e os pés
E com o nariz e a boca.

Pensar numa flor é vê-la e cheirá-la
E comer um fruto é saber-lhe o sentido.

Por isso quando num dia de calor
Me sinto triste de gozá-lo tanto,
E me deito ao comprido na erva,
E fecho os olhos quentes,
Sinto todo o meu corpo deitado na realidade,
Sei da verdade e sou feliz.

Alberto Caeiro

sábado, julho 01, 2006

ESPECTÁCULO!

O herói hoje é o Ricardo!
Três penalties defendidos, que por pouco não foram quatro.

Meias-finais... aqui vamos nós!

PORTUGAL! PORTUGAL! PORTUGAL!