quinta-feira, dezembro 27, 2007
Nos próximos dias
A gerência agradece a vossa compreensão.
segunda-feira, dezembro 24, 2007
O Pai Natal existe
Como ainda é criança e tem de estudar e brincar muito não tem tempo para outras coisas e pede ao Pai Natal para ser ele a trazer as prendas. Mas são tantas que até o Pai Natal já não pode com elas todas. Então são os pais das crianças que o ajudam a entregá-las.
Há dias estive a conversar com a Alice, aquela do País das Maravilhas, e com um amigo dela, o Peter Pan. O Peter Pan é aquele menino que nunca cresce e que vive no País do Nunca, que é como quem diz no mundo que todos nós gostávamos que fosse tão bom que não houvesse crianças com fome e que até ficavam contentes se como prenda lhes dessem só um pedacinho de pão, mesmo que já fosse de bocadinho duro e não tivesse compota. E ainda sem aquela doença das pessoas crescidas que têm a mania de andar em guerra. Também conversei com uma coruja que está sempre a olhar e nunca fala e com um sapo que está sempre a falar e não olha. Falei com um urso pequenino que gosta muito de brincar mas que qualquer dia vai ficar doente da barriga porque quer andar sempre a comer doces. Até já tem os dentes um bocadinho verdes! Também falei com uma sereia tão linda (gosto tanto dela!) que quando fala só se ouve música! E cheira tão bem que até parece que lhe estão sempre a nascer flores das mãos. Falei com as estrelas e com um cometa. Falei com fadas e duendes. Falei com todas as coisas do mundo. Todos me disseram que o Pai Natal existe e o Menino Jesus também!
domingo, dezembro 23, 2007
em directo da vila que tem o mosteiro mais bonito do país
:)
sexta-feira, dezembro 21, 2007
quinta-feira, dezembro 20, 2007
quarta-feira, dezembro 19, 2007
terça-feira, dezembro 18, 2007
primeiro foi uma semana
aproveito para vos desejar um Natal cheio de alegria, junto das vossas famílias. que o Menino, cujo aniversário se celebra, desperte o melhor que há em cada um.
e... um excelente 2008!
sexta-feira, dezembro 07, 2007
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Dia Internacional do Voluntariado
terça-feira, dezembro 04, 2007
fixe fixe
domingo, dezembro 02, 2007
Passeio ao campo
Colhe a hora que passa, hora divina,
Bebe-a dentro de mim, bebe-a comigo!
Sinto-me alegre e forte! Sou menina!
Eu tenho, Amor, a cinta esbelta e fina…
Pele doirada de alabastro antigo…
Frágeis mãos de madona florentina…
- Vamos correr e rir por entre o trigo! -
Há rendas de gramíneas pelos montes…
Papoilas rubras nos trigais maduros…
Água azulada a cintilar nas fontes…
E à volta, Amor… tornemos, nas alfombras
Dos caminhos selvagens e escuros,
Num astro só as nossas duas sombras…
sábado, dezembro 01, 2007
Será assim tão difícil para as farmácias
Pois, é que eu cá estou fartinha de ir a diferentes farmácias (e nem vou muito, felizmente!) e deparar-me sempre com a mesma lenga-lenga: “Pode voltar mais tarde? É que, de momento, só tenho uma caixa.” Grrrrr... que irritação!
E eu... pois... eu preciso da receita hoje... não tenho tempo de andar por aí a correr inúmeras farmácias até encontrar uma, uma que tenha mais do que um exemplar disponível... eu preciso... e vocês, vocês estão-se a borrifar... eu que volte... ou que perca o resto da receita e vá maçar o médico outra vez. Grrrrr.
Não tenho paciência para farmácias: dependem da vulnerabilidade das pessoas; têm a “faca e o queijo na mão”; e o cliente sujeita-se sempre sem queixas... porque precisa.
Para além de que não consigo MESMO compreender a dificuldade em dispor de mais de um exemplar de cada. Não compreendo (ou será que sou eu que tenho azar?!)!
E nem sequer resulta começar a riscar farmácias da minha lista, porque acho que rapidamente ficarei sem local onde recorrer. É que me parecem todas iguais nestas questões.
quinta-feira, novembro 29, 2007
Publicidade - Árvores de Natal
Não consegui confirmar esta informação na Internet, mas a ser verdade parece-me uma excelente iniciativa.
Com (demasiada) frequência
terça-feira, novembro 27, 2007
por muito que às vezes não pareça
segunda-feira, novembro 26, 2007
domingo, novembro 25, 2007
novidade
Entretanto, já sujeito à formatação prometida há um tempo atrás, está como novo.
:)
As sombras do passado
sexta-feira, novembro 23, 2007
quarta-feira, novembro 21, 2007
segunda-feira, novembro 19, 2007
sexta-feira, novembro 16, 2007
quinta-feira, novembro 15, 2007
Um destes dias tive um sonho que vos incluía...
Compreendi, finalmente, que não foi por vocês que entristeci. Não, vocês, só poderiam ter tomado uma decisão tão difícil se tal fosse o melhor para a vossa felicidade (que eu muito prezo com a minha amizade). Afinal, pude entender que a minha melancolia se devia ao facto de vocês terem posto fim a uma entidade de que eu gostava. Pois, no meu sonho, vocês tinham matado o "vós", o "tu + tu". E eu, egoisticamente, ficara triste porque gostava muito do vosso "vós". O "tu + tu" era um algo que eu apreciava muito (de “quem” eu também era amiga...) e que tinha morrido...
Fiquei, enfim, aliviada por poder compreender(-me).
Agora já acordada... confundo sonho e realidade.
quarta-feira, novembro 14, 2007
segunda-feira, novembro 12, 2007
domingo, novembro 11, 2007
O amor é
o sangue do sol dentro do sol. A inocência repetida mil vezes na vontade sincera de desejar que o céu compreenda. Levantam-se tempestades frágeis e delicadas na respiração vegetal do amor. Como uma planta a crescer da terra. O amor é a luz do sol a beber a voz doce dessa planta. Algo dentro de qualquer coisa profunda. O amor é o sentido de todas as palavras impossíveis. Atravessar o interior de uma montanha. Correr pelas horas originais do mundo. O amor é a paz fresca e a combustão de um incêndio dentro, dentro, dentro, dentro, dentro dos dias. Em cada instante de manhã, o céu a deslizar como um rio. À tarde, o sol como uma certeza. O amor é feito de claridade e da seiva das rochas. O amor é feito de mar, de ondas na distância do oceano e de areia eterna. O amor é feito de tantas coisas opostas e verdadeiras. Nascem lugares para o amor e, nesses jardins etéreos, a salvação é uma brisa que cai sobre o rosto suavemente.
José Luís Peixoto, in Uma casa na escuridão
quinta-feira, novembro 08, 2007
quarta-feira, novembro 07, 2007
O teste da banheira
- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa de ser hospitalizado aqui?
Respondeu o diretor:
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Entendi - disse o visitante - uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.
- Não - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?
[Dedicado a todos que escolheram o balde.]
terça-feira, novembro 06, 2007
snif
snif
:(
O meu portátil está doente.
segunda-feira, novembro 05, 2007
conversas, como cerejas
conversas, como cerejas... adoro-as
domingo, novembro 04, 2007
se ao menos
porque se eu soubesse o que é aproveitar a vida, não deixaria de o fazer todos os dias, cada dia, cada momento...
mas não sei, ou talvez saiba, mas então não sei que sei.
ahhh... se ao menos eu soubesse...
quarta-feira, outubro 31, 2007
Ainda assim,
1. Ouve. Não esperes para seres tu a falar, apenas ouve!
2. Um sorriso. Sim, todos sabemos “um sorriso por dia não sabe o bem que lhe fazia”, ou algo do género, mas sim, funciona sempre!
3. Toca. Põe as tuas mãozinhas em alguém que gostes ou, ainda melhor, em alguém de quem não gostes, e sente o seu calor.
quarta-feira, outubro 24, 2007
parece que
no regresso dar-vos-ei imagens.
até...
terça-feira, outubro 23, 2007
(...) mais cedo ou mais tarde,
segunda-feira, outubro 22, 2007
O problema da exigência
é que é aplicada aos outros e a nós próprios em igual grau, sem se ter em consideração que as medidas de cada um são individuais e incomparáveis. Logo, idealmente, as exigências deveriam ser estabelecidas tendo em conta quem as recebe e não quem as faz... mas isto é que é muito difícil!
sábado, outubro 20, 2007
quinta-feira, outubro 18, 2007
Uma amiga
quarta-feira, outubro 17, 2007
terça-feira, outubro 16, 2007
saímos de casa...
o cansaço parece estar em todos os lados para onde nos voltamos. o teu mais do que o meu. o meu mais do que o teu. não importa. está em todo o lado.
domingo, outubro 14, 2007
quinta-feira, outubro 11, 2007
quarta-feira, outubro 10, 2007
Há uma música do povo
Nem sei dizer se é um fado
Que ouvindo-a há um ritmo novo
No ser que tenho guardado...
Ouvindo-a sou quem seria
Se desejar fosse ser...
É uma simples melodia
Das que se aprendem a viver...
E ouço-a embalado e sozinho...
É isso mesmo que eu quis...
Perdi a fé e o caminho...
Quem não fui é que é feliz.
Mas é tão consoladora
A vaga e triste canção...
Que a minha alma já não chora
Nem eu tenho coração...
Sou uma emoção estrangeira,
Um erro de sonho ido...
Canto de qualquer maneira
E acabo com um sentido!
terça-feira, outubro 09, 2007
segunda-feira, outubro 08, 2007
domingo, outubro 07, 2007
Publicidade - Onda pelos cuidados paliativos
sábado, outubro 06, 2007
quarta-feira, outubro 03, 2007
terça-feira, outubro 02, 2007
segunda-feira, outubro 01, 2007
domingo, setembro 30, 2007
soluções para rugas... ou não
É por me recusar a certas coisas que as rugas insistem em aparecer...
quinta-feira, setembro 27, 2007
quarta-feira, setembro 26, 2007
A Mighty Heart
"My other hope now is that I will be able to tell our son that his father carried the flag to end terrorism, raising an unprecedented demand among people from all countries not for revenge but for the values we all share: love, compassion, friendship and citizenship far transcending the so-called clash of civilizations."
terça-feira, setembro 25, 2007
Encerro hoje um ciclo.
ACABOU!
Ainda nem acredito que é verdade.
A defesa da minha dissertação já foi!
O meu muito obrigada a todos os que, directa ou indirectamente, contribuiram para que este objectivo fosse atingido.
Obrigada pelos ouvidos amigos, que tantas vezes me "aturaram" o mau feitio.
Obrigada pelas inúmeras palavras optimistas.
E já (finalmente) foi!
Iupiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
sábado, setembro 22, 2007
quinta-feira, setembro 20, 2007
"Travar para pensar"
Políticas à parte, parece-me uma reflexão interessante...
"Há uns meses optei por ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dei comigo num comboio que só se diferenciava dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas .
Não fora ser crítico do projecto TGV e conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos. Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza .
A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade. Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, porque não constroem aeroportos em cima de pântanos, nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais .
O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.
É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos). É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos. Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.
Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.
Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se mil escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma), mais mil creches inexistentes (a 1 milhão de euros cada uma), mais mil centros de dia para os nossos idosos (a 1 milhão de euros cada um). Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária. Cabe ao Governo reflectir, cabe à oposição contrapor, cabe aos cidadãos rebelarem-se."
terça-feira, setembro 18, 2007
segunda-feira, setembro 17, 2007
domingo, setembro 16, 2007
Quem é que inventou
Que grande peta!
Ou isso, ou eu continuo adolescente e não sei.
sábado, setembro 15, 2007
Hoje recorda o dia seguinte.
Ele, oferecera-lhe o seu e comprometera-se a cuidar do dela. Ela, igual. Todos os dias das suas vidas.
Hoje recorda a felicidade que sentiu pela confiança que ele depositara nela. Recorda a felicidade dele, feita do mesmo. A felicidade por confiarem.
Hoje pensa... nem todos os dias cuidam bem do coração um do outro, como merecem.
Mas, passados quatro anos, mantêm a vontade de caminhar juntos, na confiança de que o amor os torne pessoas melhores.
quinta-feira, setembro 13, 2007
quarta-feira, setembro 12, 2007
world press photo 2007
Eu gostei, por exemplo, de saber que no Inverno de 2005, em Paris, os Médicos do Mundo decidiram distribuir tendas pelos sem-abrigo, com o objectivo não só de lhes fornecer dormida, mas também de atrair a atenção para eles. Pelos vistos tiveram sucesso! O governo francês, em Agosto de 2006 disponibilizou US$ 9.2 milhões para habitação de emergência na capital.
terça-feira, setembro 11, 2007
mas... mas...
domingo, setembro 09, 2007
The advantage of a bad memory
sábado, setembro 08, 2007
sexta-feira, setembro 07, 2007
De regresso a casa,
Que a maravilha da tecnologia deu origem a um post duplicado. Admito que possa ter sido um "problema" da utilizadora (não seria inédito!). Ou então não.
quinta-feira, setembro 06, 2007
Estive hoje com um livro de
Foi essa a vontade que tive!
ups
não será ainda
quarta-feira, setembro 05, 2007
terça-feira, setembro 04, 2007
as coisas que estes dizem sobre a minha pessoa e só com três perguntas (ou melhor... respostas!)
Your Personality Is |
![]() You are a passionate, caring, and unique person. You are good at expressing yourself and sharing your ideals. You are the most compassionate of all types and connect with others easily. Your heart tends to rule you. You can't make decisions without considering feelings. You seek out other empathetic people to befriend. Truth and authenticity matters in your friendships. In love, you give everything you have to relationships. You fall in love easily. At work, you crave personal expression and meaning in your career. With others, you communicate well. You can spend all night talking with someone. As far as your looks go, you've likely taken the time to develop your own personal style. On weekends, you like to be with others. Charity work is also a favorite pastime of yours. |
O produto interno bruto
Steven Landsburg in The Armchair Economis
(retirado de "O Economista Disfarçado" de Tim Harford)
sábado, setembro 01, 2007
sexta-feira, agosto 31, 2007
quinta-feira, agosto 30, 2007
And to cherish you
I could promise to be there in sickness and in health
I could say till death do us apart
But I won’t
Those vows are for optimistic couples
The ones full of hope
And I do not stand here
On my wearing day
Optimistic or full of hope
I am not optimistic
I am not hopeful
I am sure
I am steady
And I know I am a heart man
Take them apart
And put them back together
I hold them in my hands
I am a heart man
So this, I am sure
You’re my partner
My lover
My very best friend
My heart beats for you
And on this day
The day of our wearing
I promise you this
I promise you to lay my heart in the palm of your hands
I promise you... me
terça-feira, agosto 28, 2007
segunda-feira, agosto 27, 2007
domingo, agosto 26, 2007
Esta foi a primeira vez...
sábado, agosto 25, 2007
Saio à rua.
sexta-feira, agosto 24, 2007
Quando nos dizem...
Quando nos dizem isto.... o que significa?
Acho que para a semana já saberei...
queixinhas
quase... perfeito.
quarta-feira, agosto 22, 2007
devaneios...
Estou convicta de que todas as relações têm altos e baixos, quais montanhas. Uns menos altos, outros mais baixos, mas também outros menos baixos e ainda uns mais altos. Os últimos talvez sejam os melhores. Os outros talvez nos ensinem mais. Mas todos são importantes e todos podem contribuir para uma relação, acho. Desde que os potenciemos para isso. O que nem sempre conseguimos, verdade seja dita. Mas... adiante.
O que também sei é que uma relação depende de duas vontades. Duas vontades que têm de ser fortes. Duas vontades que têm de querer investir na relação. Investimento esse dos mais diversos tipos (o financeiro talvez possa não ter assim grande importância!). Mas tem de haver investimento. De ambas as partes.
Se uma das partes, ou ambas, deixam de ter vontade... criam-se condições para rebolar montanha abaixo. Acidente que pode ser amparado. Ou não. Se alguém tiver vontade, talvez se possa interromper o rebolar pela montanha abaixo. Se tal não acontecer, talvez as cicatrizes venham a ser muito, ou mesmo demasiado, profundas.
Nem sempre nos encontramos na fase ascendente da montanha, e talvez nem sempre nos apeteça estar nesse lado.
Mas o curioso é que, quando estamos a descer, se nos voltarmos ao contrário, de frente para o topo da montanha, começamos a andar no sentido ascendente.
devaneios...
terça-feira, agosto 21, 2007
Esta semana começou mais cedo
Esta semana vai ser grandinha!
Pesadelos...
De qualquer forma,.... hoje é D-132...
segunda-feira, agosto 20, 2007
domingo, agosto 19, 2007
Fico furiosa quando
Todos gostamos de encontrar limpo. Esquecemo-nos é que para que tal aconteça é preciso que cada um contribua. Assim não vamos lá!
E ainda mais do mesmo... ou parecido. Outra que me irrita um bocadiiinho é ver beatas de cigarros a rolar na estrada. Será que o pessoal que fuma não poderia utilizar o cinzeiro que tem no carro. Ah e tal, diz que é pequeno. Mas incomoda! (Para mais que até dizem que pode provocar incêndios desde que reunidas algumas condições.) Ora, se incomoda na praia (o que já toda a gente percebeu), também incomoda nas ruas onde andamos. E o mesmo se aplica a quem as atira para o chão! Pergunto se será assim tão incomodativo apagar os cigarros em locais mais apropriados, tipo caixotes do lixo?!
sábado, agosto 18, 2007
sexta-feira, agosto 17, 2007
quinta-feira, agosto 16, 2007
ratatouille
Gostamos. Ponto final. E muito!
O último, visto ontem (hehehe), é muito recomendado...
Está na lista dos melhores!
terça-feira, agosto 14, 2007
as saudades que eu já tinha
principalmente antes e depois, claro; porque o durante até não é mau.
segunda-feira, agosto 13, 2007
domingo, agosto 12, 2007
sábado, agosto 11, 2007
Sabes que ele entra nas coisas sem defesas?
E também não sabes que à menor ameaça, ainda que somente percepcionada e não efectivamente real, ele levanta imediatamente as barreiras de protecção, que dificilmente baixará de novo. Mas devias ter percebido isso à partida. Foi ingenuidade da tua parte.
Agora vais ter de ter paciência e esperar, até que as barreiras possam ser arrumadas de novo. Mas isto, só se vieres por bem. Porque senão, esquece, distância é tudo o que conseguirás dele.
quinta-feira, agosto 09, 2007
Deita fora os trastes, homem!
quarta-feira, agosto 08, 2007
segunda-feira, agosto 06, 2007
Publicidade - mão a mão
Mais uma ideia altruísta (afinal, há inúmeras por aí!). Um site que promove leilões com produtos oferecidos por artesãos, cujas receitas revertem a favor de instituições de solidariedade social.
(Agora estão de férias... mas em Setembro voltam à acção!)
domingo, agosto 05, 2007
depois de vários dias de calor intenso
ainda não sei qual, mas desconfio que há nisto alguma lição que devo retirar.
sexta-feira, agosto 03, 2007
quinta-feira, agosto 02, 2007
Encosta-te a mim - Jorge Palma
Eu tentei... juro que tentei não publicar isto (já muita gente o fez). Mas não pude resistir.
Gosto. Muito.
Harry Potter and the the Deathly Hallows

terça-feira, julho 31, 2007
Um multibanco desmagnetizado.
Pergunto-me como já foi possível viver sem multibanco.
sábado, julho 28, 2007
não posso evitar
do que mais gosto é de sair da sala de cinema mesmo bem disposta.
quinta-feira, julho 26, 2007
quarta-feira, julho 25, 2007
Publicidade - Blackle
(recebido por e-mail... toca a usar!!!)
terça-feira, julho 24, 2007
Publicidade - Freecycle
Evita-se assim deitar para o lixo aquilo de que alguém ainda pode precisar. Há já muitos grupos formados pelo mundo fora: mais de 4000 grupos, com mais de 3.5 milhões de membros.
Mas muitos mais ainda podem ser criados e quantos mais membros houver menores as probabilidades de objectos ainda úteis acabarem no lixo.
Vá lá... que acham de aderir?! E porque não formar um novo grupo numa região ainda não coberta?! Em Portugal ainda só há 5 grupos formados.
quinta-feira, julho 19, 2007
Não tenhamos ilusões.
Não vale a pena procurar o impossível. Tudo o que “tocamos” é imperfeito por definição.
Mas é esta imperfeição de que nos revestimos que torna a vida tão interessante. Porque convenhamos, se tudo fosse irrepreensível, as coisas eram capazes de não ter a mesma piada!
Por isso, não vale a pena passarmos a vida a tentar exigir dos outros o que não conseguimos dar. O pior é que por vezes temos a pretensão de que estamos próximos da perfeição neste ou naquele aspecto, o que em geral também nos torna mais impacientes com o que julgamos ser a imperfeição dos outros.
Mas será mesmo que é a imperfeição dos outros, ou é a nossa perfeição que é afinal a mais imperfeita?!
quarta-feira, julho 18, 2007
TAM
segunda-feira, julho 16, 2007
admito que
domingo, julho 15, 2007
só eu posso dizer mal dos que amo.
é por isso que considero uma regra básica dentro de uma relação não se dizer mal dos pais do companheiro. só ele o pode fazer.
sexta-feira, julho 13, 2007
-Como vê, todos temos no nosso interior os elementos necessários para produzir fósforo. Mais ainda, deixe-me dizer-lhe uma coisa que não confiei ainda a ninguém. A minha avó tinha uma teoria muito interessante, dizia que embora todos nasçamos com uma caixa de fósforos no nosso interior, não os podemos acender sozinhos, precisamos, como na experiência, de oxigénio e da ajuda de uma vela. Só que neste caso o oxigénio tem de vir, por exemplo, do hálito da pessoa amada; a vela pode ser qualquer tipo de alimento, música, carícia, palavra ou som que faça disparar o detonador e assim acender um dos fósforos. Por momentos sentir-nos-emos deslumbrados por uma intensa emoção. Dar-se-á no nosso interior um agradável calor que irá desaparecendo pouco a pouco conforme passa o tempo, até vir uma nova explosão que o reavive. Cada pessoa tem de descobrir quais são os seus detonadores para poder viver, pois a combustão que se dá quando um deles se acende é que alimenta a alma de energia. Por outras palavras, esta combustão é o seu alimento. Se uma pessoa não descobre a tempo quais são os seus próprios detonadores, a caixa de fósforos fica húmida e já nunca poderemos acender um único fósforo.
Laura Esquivel, in Como água para chocolate
quinta-feira, julho 12, 2007
quarta-feira, julho 11, 2007
Já que a consciência ambiental
Com a distribuição gratuita de jornais, que normalmente são lidos ao longo de uma única viagem e depois abandonados num qualquer lixo indiferenciado, está-se a deitar para o lixo um volume significativo de papel, que poderia/deveria ser reciclado. Não faço ideia se a responsabilidade disto deverá ser do Metro ou das empresas de reciclagem. Mas era bom que alguém pudesse pôr isto em prática!
terça-feira, julho 10, 2007
segunda-feira, julho 09, 2007
Não gosto de 'casual Fridays'.
Não consigo entender, por mais que me esforce, a necessidade das pessoas se vestirem formalmente. No caso de reuniões entre empresas/instituições, ou da relação com clientes/público, até consigo respeitar a ideia (apesar de continuar a não encontrar qualquer importância na roupa formal). Mas não mais do que respeitar. Então se, pelo contrário, o trabalho decorre simplesmente num mesmo local de trabalho, onde se encontram os colegas, sem quaisquer contactos externos, não consigo compreender, de facto. E nada me leva a crer que os ambientes formais sejam mais produtivos. Pelo contrário, os ambientes descontraídos parecem-me mais amigáveis para trabalhar.
Para além de que não consigo gostar da ideia de que somos "avaliados" pela forma como nos vestimos. Tal como quando entro numa loja... o tratamento que recebo depende fortemente da forma como estou vestida. Se, por acaso, estiver vestida mais formalmente, recebo imediatamente inúmeras atenções de quem vende. Caso esteja de calças de ganga e ténis, ou equivalente, ninguém se me dirige. É como se perdesse toda a credibilidade. Pré-conceitos idiotas!
Note-se que eu não sou contra o vestir mais formalmente. Sou é contra a sua "obrigatoriedade", mais ou menos entre aspas.
Ainda mais um argumento a favor da informalidade nos locais de trabalho... o ambiente agradecia que os cavalheiros deixassem de usar gravata no Verão e passassem a vestir mais fresco. Só o que se pouparia em ares condicionados (julgo que o Japão aderiu a esta há algum tempo)!
domingo, julho 08, 2007
quinta-feira, julho 05, 2007
acções... reacções
Normalmente, creio que recebemos daquilo que damos. Se damos bom, recebemos bom. Se damos mau, provavelmente recebemos mau de volta.
No entanto, nada disto é linear. E porque somos inesperados, influenciados por um conjunto de circunstâncias e feitios, frequentemente nem suspeitamos das reacções que provocaremos. Estas, de facto podem ser imprevisíveis aos nossos olhos. Tudo porque somos diferentes, únicos e irrepetíveis, condicionados pelas nossas histórias, agindo e reagindo por motivos próprios.
O que é inevitável é mesmo este jogo de acções e reacções ao qual não podemos escapar.
quarta-feira, julho 04, 2007
terça-feira, julho 03, 2007
brasília

Juscelino Kubitschek, Lucio Costa, Oscar Niemeyer homens a ela associados definitivamente.
... fica-me a sensação de que a cidade não foi pensada para pessoas viverem, dada a imensidão dos espaços que a preenchem. mas valeu!