segunda-feira, agosto 28, 2006
nos entretantos #5
O melhor é o que se sente. Nesta altura do ano, em Helsínquia, ou Suomi para os amigos, sente-se toda agente a saborear a energia que o sol transmite. Nestes, que prometem ser os últimos dias de Verão, deste que está a ser o mais quente dos últimos 100 Verões, cada indivíduo, nos jardins, nas esplanadas, nas ruas, aproveita só mais um pouquinho de sol, carregando baterias para o Inverno que se aproxima, longo, e onde as temperaturas descem a níveis que nem sei imaginar.
Um povo estranho. Onde as saunas representam felicidade, e das quais, no Inverno, se salta directamente para um buraco feito no gelo, onde o choque térmico deve ser impensável.
Onde as berrys nos ficam no paladar. (Eu prefiro as blue. Cheias de vitaminas!)
Onde há aurora boreal e sol da meia-noite
Onde a neve no Inverno é uma bênção, porque torna o tempo mais claro.
E onde os bancos de jardim estão ao sol, porque é do sol que vem a energia para o Inverno.
Um povo estranho. Mas muito simpático.
Kiitos!
domingo, agosto 27, 2006
sábado, agosto 26, 2006
quinta-feira, agosto 24, 2006
O imenso céu azul
domingo, agosto 20, 2006
sexta-feira, agosto 18, 2006
terça-feira, agosto 15, 2006
Crash
Brilhante!
No verso de uma caixa
de pensos rápidos coloridos, comprada em Portugal, figura um conjunto de informações com as seguintes características (que dependem da nacionalidade dos destinatários):
- Aos franceses é somente dito que o produto é para crianças;
- Os italianos, para além da informação anterior, têm também direito a saber que os pensos são coloridos;
- A quantidade contida na embalagem só é referida nas instruções para checos, eslovacos e húngaros;
- Quanto ao produto contido na embalagem (pensos), este só é identificado para finlandeses e suecos;
- Aos holandeses, belgas, gregos e polacos só é identificado o local de fabrico, que refira-se acompanha as instruções em todas as línguas disponíveis;
- Havendo informação destinada a 13 países distintos, Portugal não é contemplado.
Eu compreendo que a partir da ‘decoração’ da caixa se compreenda o que a mesma contém, mas não entendo estas diferenças de tratamento. Eu julgava que os consumidores tinham todos direito à mesma informação.
Pelos vistos estava enganada.
domingo, agosto 13, 2006
Tens a vida cansada.
Hoje, quando te vejo, receio que possa não te ver mais.
Estás bem, de saúde. Mas comes muito mal. Diz o médico que, se de repente te acontece alguma coisa, o teu corpo, certamente, não resistirá. Diz também que temos de cuidar de ti. Estás a ficar esquecida. Pode, de repente, um esquecimento teu ser perigoso.
Mas, tu continuas a tomar conta dos teus. Não sei como fizeste para manter quase todos os que carregaste no ventre demasiado perto de ti. Eu acuso-te. Julgo que em parte a culpa foi tua. Deste-lhes sempre demasiado mimo. E continuas, como se fosses imortal.
Gosto de te ver, de ouvir as tuas histórias. De quando em férias ias tomar banho ao mar logo de madrugada, quando a praia ainda estava vazia. Do trabalho do campo, de sol a sol. De como conduziste o teu lar.
Sempre tiveste uma força e uma energia invejáveis!
Tens a vida cansada. As rugas denunciam muito trabalho. Por um lado tenho pena que nunca tenhas usufruído mais do que te rodeia.
Mas, afinal, não sei mesmo se não usufruíste.
A vida tem formas de felicidade só acessíveis aos mais incautos.
Gosto de te ver, avó!
sexta-feira, agosto 11, 2006
Quando alguém está
Só com os ânimos refeitos se podem fazer opções em consciência.
quarta-feira, agosto 09, 2006
terça-feira, agosto 08, 2006
cansada.
segunda-feira, agosto 07, 2006
O presente
Mas afinal o presente existe mesmo?
E quanto dura um instante?
Porque, ao procurar o instante em que o encontro entre o passado e o futuro ocorre, facilmente dou de caras com um momento cuja duração é infinitamente pequena, impossível de perceber pelos sentidos.
Então... quanto tempo dura o presente?
Mas afinal o presente existe mesmo?
domingo, agosto 06, 2006
sábado, julho 29, 2006
finalmente
E eu, que não ficaria a fazer nada sem eles, vou aproveitar... e acompanho-os. Não se pode deixar ir assim os neurónios sozinhos sem mais nem menos!
sexta-feira, julho 28, 2006
arrumações
Por princípio, custa-me imenso deitar coisas para o lixo, mas depois não se pode dizer que sou especializada em guardar coisas devidamente arrumadas.
Logo, o que é que acontece? Ocupo imenso espaço com as tralhas que guardo, mas, se precisar delas, certamente não as conseguirei encontrar quando necessário.
De modo que as minhas arrumações são normalmente repletas de encontros do tipo: “Ah ah estás aqui! Se precisar já sei onde te encontrar.”. Mas então lembro-me que já antes aquilo me tinha dado jeito, mas nem sequer me dei ao trabalho de procurar.
Assim, impõe-se a questão: Porque não ‘guardar’ simplesmente... no lixo?
Hummm... esta é uma pergunta muito difícil de responder.
quinta-feira, julho 27, 2006
quarta-feira, julho 26, 2006
Como já aqui escrevi,
Já só conseguem planear... planear férias, até planear trabalho e estudo (parece impossível, mas é verdade)... mas principalmente férias, óbvio!
Por isso, caros leitores, compreendam a falta de criatividade que por aqui abunda. Tenham paciência! Vamos aguardar que regressem mais enérgicos.
aparentemente...
aparentemente o mau feitio
terça-feira, julho 25, 2006
segunda-feira, julho 24, 2006
sábado, julho 22, 2006
sexta-feira, julho 21, 2006
Alegoria do Reino Animal
O gerente, o leão, estranhou que a formiga trabalhasse sem supervisão. Se ela produzia tanto sem supervisão, melhor seria supervisionada...
E contratou uma barata, que tinha muita experiência como supervisora e fazia belíssimos relatórios.
A primeira preocupação da barata foi a de estabelecer um horário para entrada e saída da formiga. De seguida, a barata precisou de uma secretária para a ajudar a preparar os relatórios e contratou uma aranha que além do mais, organizava os arquivos e controlava as ligações telefónicas.
O leão ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com índices de produção e análise de tendências, que eram mostrados em reuniões específicas para o efeito. Foi então que a barata comprou um computador e uma impressora laser e admitiu a mosca para gerir o departamento de informática.
A formiga de produtiva e feliz, passou a lamentar-se com todo aquele universo de papéis e reuniões que lhe consumiam o tempo!
O leão concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga operária, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, cuja primeira medida foi comprar uma carpete e uma cadeira ortopédica para o seu gabinete. A nova gestora, a cigarra, precisou ainda de computador e de uma assistente (que trouxe do seu anterior emprego) para ajudá-la na preparação de um plano estratégico de optimização do trabalho e no controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se mostrava mais enfadada.
Foi nessa altura que a cigarra, convenceu o gerente, o leão, da necessidade de fazer um estudo climático do ambiente.
Ao considerar as disponibilidades, o leão deu-se conta de que a unidade em que a formiga trabalhava já não rendia como antes; e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico e sugerisse soluções.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e fez um extenso relatório, em vários volumes que concluía:"há muita gente nesta empresa".
Adivinhem quem o leão começou por despedir?
A formiga, claro, porque "andava muito desmotivada e aborrecida ".
Assinado: Eu mesma... a Formiga!
(Texto recebido por e-mail)
quinta-feira, julho 20, 2006
quarta-feira, julho 19, 2006
Adoro perder-me contigo.
Acho o máximo quando viajamos de carro e eu te tiro do sério porque, na minha função de co-pilota, vou sempre de nariz no ar, em vez de o levar bem arrumadinho dentro do mapa, pelo menos uma boa parte do tempo, como tu farias para não nos perdermos.
Prefiro a estratégia de procurar com o olhar placas ou indícios, sabe-se lá de que ordem, que nos ajudem a chegar ao destino, em vez de me perder na confusão de linhas que é o papel que tenho à frente.
Consigo sempre irritar-te, porque tu gostarias que eu soubesse exactamente em que parte do mapa estamos a cada momento e eu distraída olho para o que me envolve... e divirto-me.
Mas sabes porque é que não me importo de me perder?
Porque me sinto perfeitamente segura contigo.
mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se autor da própria
história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no
recôndito da alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
Fernando Pessoa
Um quadrado de três por três.
Usufruindo dos raros raios de sol que rompiam por entre as nuvens ao mesmo tempo que as gotas de água os tocavam levemente, enquanto deixavam círculos no lago que se estendia à sua frente.
E, de repente, apareceram os patos para os cumprimentar.
Há finais de tarde que marcam a nossa existência.
terça-feira, julho 18, 2006
a propósito de dias da semana
Acordo cheia de energia, como se, em cada início da semana de trabalho, um mar de novas possibilidades se abrisse à minha volta.
Ao longo da semana a energia vai diminuindo, mas aí posso sempre alegrar-me com a aproximação do fim-de-semana.
Vivam as segundas-feiras para variar!
Há umas semanas decidi mudar de atitude.
Não! Já chega! Acabou. (pelo menos na medida dos meus possíveis :))
Já sei que os prazos estão mais que ultrapassados. Mas, com calma lá chegarei. Aproveitando um dia de cada vez. Trabalhando bastante, mas usufruindo as oportunidades sempre que possível.
É verdade que esta minha atitude não está a fazer a dissertação andar mais depressa, mas pelo menos eu ando mais calma. E ainda arranjo tempo para o Tai Chi. É uma questão de atitude.
A propósito de atitude, sugiro uma visitinha ao site da rádio comercial. Ouçam ‘Toda a semana é sexta’... é desafinada, mas divertida, e tem uma atitude saudavelmente positiva.
domingo, julho 16, 2006
esta semana, tristeza
conflitos armados no Médio Oriente. qualquer gota de água é argumento para ataques que, sem pingo de pudor, atingem alvos civis. alvos civis. e provocam mortes. demasiadas mortes.
tal como o terrorismo não tem desculpa, também o uso de meios desproporcionados a não tem. é totalmente incompreensível que sejam mortos tantos civis, incluindo crianças, desta forma.
o ser humano é auto-destruidor.
a estupidez humana é demasiado cruel.
para quando uma humanidade mais civilizada?!
sexta-feira, julho 14, 2006
quinta-feira, julho 13, 2006
quarta-feira, julho 12, 2006
terça-feira, julho 11, 2006
Raios ultravioletas
Mas nós – indivíduos, famílias, empresas ou países – andamos todos tão ocupados a olhar para o nosso próprio umbigo que nem nos apercebemos que estamos a destruir o Planeta que nos sustenta.
Que solidariedade é esta para com os nossos descendentes?
Como será a Terra quando os nossos netos tiverem a nossa idade?
Estamos todos tão ocupados a crescer economicamente nem nos apercebemos que esse crescimento pode não nos servir de muito daqui a uns anos, para além de que a forma como é conduzido delapida rapidamente os recursos de que dispomos.
Que estupidez nos alimenta para que nos preocupemos somente connosco e não olhemos para o que nos rodeia?
Provavelmente o Planeta adaptar-se-á. Esperemos que essa adaptação nos inclua.
Esta é uma visão não muito optimista. Mas é só esta que consigo ter quando penso um pouco no que estamos a fazer.
segunda-feira, julho 10, 2006
Caminhava em passos lentos.
Ela... ela aproveitava cada pedaço dos elementos que lhe acarinhava os sentidos.
Todos (que são poucos)
Esta semana, para já, não se avizinha muito melhor do que a anterior.
domingo, julho 09, 2006
Não gosto de pessoas arrogantes.
Acho que cada pessoa deve ser humilde o suficiente para reconhecer que não é dona de verdades absolutas, mas somente parciais, que no limite podem até ser mentiras.
Há pessoas mais ou menos cultas, mais ou menos inteligentes, mais ou menos eficientes. Todas merecem igual respeito.
É por isso que tenho tendência a não apreciar supra-sumos (pelo menos os que acreditam que o são), porque normalmente são também pessoas que se revelam arrogantes.
Admiro sim aqueles que, destacando-se verdadeiramente em determinadas áreas, continuam a demonstrar grande humildade e grande respeito pelos outros.
Cada indivíduo tem uma medida que pode ser bem diferente da medida de outros, não sendo por isso de menor ou maior valor. É a sua!
Acredito que é na capacidade de exceder a sua medida pessoal que reside o crescimento do indivíduo.
sexta-feira, julho 07, 2006
Ontem
Peguei e larguei quinhentos assuntos diferentes, com o custo que isso tem em termos de (in)eficiência e desgaste pessoal.
Mas hoje é sábado e segunda-feira será uma nova semana com novas oportunidades...
(Ah, e os mails trocados de planeamento das mini-férias, que se estão a aproximar rapidamente, conseguiram animar-me. Yupiiiii!)
quinta-feira, julho 06, 2006
quarta-feira, julho 05, 2006
Perdemos
Mas, nada de aborrecimentos porque já é excelente termos chegado às meias-finais.
Bom trabalho, Portugal!
terça-feira, julho 04, 2006
Insólitos
Calma! Mas o Verão não começou agorinha mesmo?
Aparentemente, não é só o S. Pedro que anda baralhado com as Estações do ano.
telepatia, previsibilidade, cumplicidade?!
- Não sei!
- Mas sabias o que eu ia perguntar?
- Sim. Bem, quer dizer, não tenho a certeza. O que era afinal?
- Era se tu achas que nós...
- Sim, acertei.
:)
Que cena mais engraçada!
domingo, julho 02, 2006
Sou um guardador de rebanhos
O rebanho é os meus pensamentos
E os meus pensamentos são todos sensações.
Penso com os olhos e com os ouvidos
E com as mãos e os pés
E com o nariz e a boca.
Pensar numa flor é vê-la e cheirá-la
E comer um fruto é saber-lhe o sentido.
Por isso quando num dia de calor
Me sinto triste de gozá-lo tanto,
E me deito ao comprido na erva,
E fecho os olhos quentes,
Sinto todo o meu corpo deitado na realidade,
Sei da verdade e sou feliz.
sábado, julho 01, 2006
ESPECTÁCULO!
Três penalties defendidos, que por pouco não foram quatro.
Meias-finais... aqui vamos nós!
PORTUGAL! PORTUGAL! PORTUGAL!
sexta-feira, junho 30, 2006
não adianta
Acho que vou ter de me desenrascar com estes. Mas eles estão com tão pouca vontade de trabalhar! E eu com tanto que fazer. Não sei que lhes faça. Já lhes ando a dar cafés e capuccinos, o que até agora não está a ajudar grande coisa.
Mas eles têm que trabalhar... não têm alternativa...
quarta-feira, junho 28, 2006
Viagem atribulada
Partida com uma hora de atraso, o tempo que havia disponível para apanhar o voo seguinte. Mas, tempo ganho no caminho. Ups, afinal trovoadas à chegada e ligação perdida. Próximo voo para o destino final só no dia seguinte.
Noite no aeroporto? Não! Hotel com direito a jantar e a pequeno-almoço.
Dia 2:
Voo às 9h20 da manhã. Correria para a reunião. Chegada com atraso, naturalmente.
Final do dia – hotel. Ou talvez não! A reserva havia sido perdida, dado que não tinha avisado o hotel de que chegaria no dia seguinte.
Ah pois é! Susto de morte.
Noite na rua? Não! Compadeceram-se de uma miúda perdida. Lá lhe arranjaram quarto no hotel.
Dia 3:
O dia D. Como a apresentação não dependia de outros mas só de si, convenceu-se de que, entre os percalços, correria bem. E correu. Sem ‘stresses’. O seu accent quando comparado com outros nem é assim tão mau.
Engraçado como todos a falar mal (nem todos, claro) inglês se compreendem. Giro giro.
Dia 4 (hoje):
Ressaca.
Balanço:
Uma noite com perspectivas de dormir num aeroporto.
Outra noite com perspectivas dormir na rua.
As perspectivas não se concretizaram, por isso, balanço positivo. E nem lhe perderam a bagagem (pelo menos nesta viagem).
(Desta não me esquecerei! Terei história para contar. Estou a tentar ser positiva.
Tive uns momentos em que pensei desfalecer. Mas tudo se resolve, porque tem de ser resolvido.)
(Tinhas razão, Icarus, voltei mais alta.
Nem tudo correu bem, mas eu cresci!)
já estou de regresso...
Amanhã (ou hoje) passo por aqui para contar como foi.
E já vi que o Icarus tomou bem conta da chafarica na minha ausência!
domingo, junho 25, 2006
Fair Play
Efectivamente, não gosto muito daquele tipo de títulos, mas... tendo em conta o que se passou em campo e depois da falta de Fair Play demonstrada pelos Holandeses, só tenho a dizer que sempre gostei de sumo de laranja...
Quanto aos Ingleses... eu até torcia por eles... mas depois de ter visto um tipo a dizer que éramos uma pequena vila de Espanha...
Espero que o manjar se complete com uns bifes...
No próximo sábado às 16 horas começa o repasto.
sábado, junho 24, 2006
KISS
Naturalmente que isto me tem deixado um bocado nervosa.
Por um lado, optimista porque normalmente não me saio mal nas apresentações que faço.
Por outro lado, assustada, porque a língua não é a minha... provavelmente gaguejarei e utilizarei um vocabulário infimamente diversificado.
Tenho uma coisa a meu favor que é o factor surpresa. Dado o meu aspecto franzino normalmente o pessoal não espera grande coisa de mim, o que faz com que já tenha acontecido terem saído surpreendidos.
Basta-me, neste caso, que não sejam surpreendidos pela negativa.
Mas, e dado que as nacionalidades dos participantes são as mais diversas, o meu lema é:
KISS – keep it simple and stupid.
O objectivo é que o pessoal me compreenda e portanto é isto mesmo que farei.
sexta-feira, junho 23, 2006
lindo
- Já reparaste que temos mesmo mau feitio?!
- Pois é. E logo os dois.
- E o que é mais engraçado é que ninguém diria.
- Pois não, parecemos tão pacíficos e depois é o que se vê! Enganamos mesmo bem.
- ehehehe
- ehehehe
quinta-feira, junho 22, 2006
quarta-feira, junho 21, 2006
Hoje apetece-me recordar.
Decidimos, então, que no sábado iríamos ao topo da Serra. Tudo bem, até porque esperávamos que houvesse autocarros a fazer o percurso, mas... surpresa! Afinal não havia, quer dizer, havia, mas não ao fim-de-semana. Então pensámos: ok, vamos a pé! E assim fomos, serra acima, começando por atalhos. Ao fim de poucos metros já avistávamos neve e pensámos que já não faltaria muito. Até porque nós só queríamos mesmo chegar à neve.
Mas afinal a neve era já muito pouca e só bem no topo da Serra. Andámos, andámos, andámos... atalhos... estrada... mais atalhos... mais estrada... 20 km até à Torre. Creio que demorámos umas seis horas a chegar lá acima.
Depois de algum ‘sku’ e alguns rabos, e não só, molhados, havia que regressar... ânimo! Faltavam então 20 km para baixo. Fazia-se noite e, por isso, os atalhos não eram muito aconselháveis. Houve quem começasse a fraquejar. Ainda se conseguiram algumas boleias para uns quantos. Mas éramos muitos! Outros, mais resistentes conseguiram fazer todo o percurso de regresso pelo seu próprio pé. Já de noite, andando no meio da estrada junto à linha branca que a divide, pois assim era mais fácil... com uma lanterna que havia que poupar, dado que a pilha poderia acabar a qualquer momento e, pelo menos, precisávamos de nos sinalizar sempre que avistávamos um carro.
A entrada em Manteigas foi triunfal. Mas os pés doíam como nunca haviam doído.
Foi durinho mas fantástico. Ficámos orgulhosos de nós!
Esta foi uma daquelas ‘aventuras’ que jamais vou esquecer.
Obrigada, amigos!
terça-feira, junho 20, 2006
letras caídas
Chama-se ‘letras caídas’ e tem como autor um grande amigo.
Bem-vindo, amiguinho!
(e conta com as nossas visitas)
segunda-feira, junho 19, 2006
pânico*
adj.,
que assusta sem motivo;
s. m.,
terror infundado;
pavor súbito.
Qual será a parte do "infundado" que eu ainda não percebi?
* www.priberam.pt/DLPO/
domingo, junho 18, 2006
sobre as bandeiras ... e não só
Da primeira vez teve uma certa piada, até porque o campeonato estava a decorrer em Portugal, portanto não soava a descabido. Foi engraçado, tenho de concordar.
Neste momento, acho que não faz muito, para não dizer nenhum, sentido.
O campeonato do mundo de futebol é importante ... ok. Sim, nós estamos a participar e isso faz-nos vibrar ... ok. Mas daí a colocarmos bandeiras nas janelas ... já me parece um pouco forçado. Confesso que, por mais que me esforce, não compreendo a lógica (provavelmente não há lógica!).
Isto já para não falar da programação das nossas televisões nestas semanas, com especial destaque para o serviço público da RTP. Será que sou só eu a achar exagerada tanta transmissão da Alemanha, tantos debates, tantos rescaldos, etc., etc., etc.?
sábado, junho 17, 2006
Portugal, Portugal, Portugal!
Ainda podemos ir sonhando.
sexta-feira, junho 16, 2006
Curioso
O corpo humano tem umas reacções muito curiosas.
Finalmente, acho que os meus níveis de stress estão a voltar ao normal ... estou a ficar com fome.
:)
a embalar a noite escura e fria
e a perder-se no olhar da ventania
que canta ao tom do velho campanário
Geme o restolho, preso de saudade
esquecido, enlouquecido, dominado
escondido entre as sombras do montado
sem forças e sem cor e sem vontade
Geme o restolho, a transpirar de chuva
nos campos que a ceifeira mutilou
dormindo em velhos sonhos que sonhou
na alma a mágoa enorme, intensa, aguda
Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que ser trigo, depois ser restolho
há que penar para aprender a viver
e a vida não é existir sem mais nada
a vida não é dia sim, dia não
é feita em cada entrega alucinada
pra receber daquilo que aumenta o coração.
quinta-feira, junho 15, 2006
All the invisible children
Blue Gypsy
Jesus Children of América
Bilu e João
Jonathan
Ciro
Song Song & Little Cat
1 filme. 7 curtas metragens sobre crianças.
Pequenas grandes histórias de pequenos grandes heróis. Levam-nos das lágrimas aos sorrisos. De entre os seus gigantes dramas pessoais, fica-nos especialmente a enorme criatividade que as crianças demonstram para inventar novas formas de se adaptar às adversidades que se lhes deparam.
Um filme que destabiliza, que nos abana e nos deixa paralisados, não nos permitindo descolar facilmente da cadeira...
Vale muito a pena ver!
"All grownups were once children.
Although few of them remember it."
Antoine De Saint Exupery
http://www.alltheinvisiblechildrenmovie.com/index2.pl
quarta-feira, junho 14, 2006
Esta semana
Nem se descansa nem se trabalha ... ou melhor, no meu caso, nem se trabalha, nem se trabalha.
Hoje, então, foi um dia terrível. No trabalho, até já sou acusada de andar com mau feitio. Eu, que pensava que era imune a essas coisas. Mas, realmente, o dia não me correu de feição. Acordei mal disposta e a coisa não melhorou grandemente ao longo de todo o dia.
Felizmente o dia está a terminar. A semana intermitente acabou para mim, dado que sexta estou 'de ponte' e, para ajudar, o S. Pedro deixou de me enviar tentações: com esta chuvinha nem me apetece sair.
Por isso, preparo-me para um excelente resto de semana de trabalho! Espero...
terça-feira, junho 13, 2006
domingo, junho 11, 2006
tranquilidade
As ondas rebentavam suavemente na areia, numa cadência ritmada e suave.
Em silêncio, envolvidos em cumplicidade... a noite mimava-lhes todos os sentidos...
sábado, junho 10, 2006
sexta-feira, junho 09, 2006
Parece-me que
Veremos quando é que consigo estabilizar isto.
Se virem posts repetidos, ou estranhos, não se admirem, porque eu não estou a conseguir controlar o bicho.
Quando era ainda muito
Por outro lado, pensar que a única forma de me observar é através de um espelho, onde não vejo o mesmo que os outros quando me olham, é, no mínimo, extraordinário.
A tudo o que tenho acesso é a uma imagem reflectida: um sinal na cara do lado direito, aparece à minha frente no espelho do lado direito, enquanto os outros o vêem do seu lado esquerdo. Nunca consigo ver o que os outros olham em mim.
Aparentemente não nos conhecemos bem, nem mesmo fisicamente. O que falar então do que nos vai dentro. Não raras vezes não nos compreendemos, não sabemos porque reagimos de determinada forma, porque nos irritamos ou ficamos alegres...
Será que os que me rodeiam me conhecem melhor que eu?
Ou, como vou ter pretensões de compreender o outro se nem me compreendo a mim?
Paradoxal, não?
terça-feira, junho 06, 2006
Vitinho
Vamos lá dormir
Vê lá fora
As estrelas
Dormem a sorrir
E amanhã cedinho, bem cedinho, tu vais ver
Acordas mais forte e mais esperto
Isso é crescer
Boa noite
Sonhos lindos,
Adeus, e até amanhã!
domingo, junho 04, 2006
um clone,
Eu, no entretanto, vou de férias.
Será que eles se deixam enganar tão facilmente?!
sábado, junho 03, 2006
O primeiro dia
passa-se nas ruas bem devagarinho
está-se bem no silêncio e no burburinho
bebe-se as certezas num copo de vinho
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Pouco a pouco o passo faz-se vagabundo
dá-se a volta ao medo, dá-se a volta ao mundo
diz-se do passado, que está moribundo
bebe-se o alento num copo sem fundo
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
E é então que amigos nos oferecem leito
entra-se cansado e sai-se refeito
luta-se por tudo o que se leva a peito
bebe-se, come-se e alguém nos diz: bom proveito
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Depois vêm cansaços e o corpo fraqueja
olha-se para dentro e já pouco sobeja
pede-se o descanso, por curto que seja
apagam-se dúvidas num mar de cerveja
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
Enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar, sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
E entretanto o tempo fez cinza da brasa
e outra maré cheia virá da maré vaza
nasce um novo dia e no braço outra asa
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida.
O primeiro já foi...
sexta-feira, junho 02, 2006
Avó
O leite que me preparavas sabia-me como nenhum outro jamais me soube, tinha um aroma e um sabor ímpares.
Acho que deves ter sido a responsável por eu gostar tanto de leite. Contudo, nunca consegui encontrar nenhum outro tão delicioso quanto o que, com carinho, me preparavas.
Exame à porta...
Depois de 3 dias de estudo, acho que já estou preparado (desde que o prof não decida inventar muito...). Vamos a ver se o prof acha o mesmo...





















