segunda-feira, agosto 28, 2006

nos entretantos #5

De regresso a casa, e olhando para os momentos guardados fotograficamente, resta-me a convicção de que o melhor não veio nas imagens captadas.

O melhor é o que se sente. Nesta altura do ano, em Helsínquia, ou Suomi para os amigos, sente-se toda agente a saborear a energia que o sol transmite. Nestes, que prometem ser os últimos dias de Verão, deste que está a ser o mais quente dos últimos 100 Verões, cada indivíduo, nos jardins, nas esplanadas, nas ruas, aproveita só mais um pouquinho de sol, carregando baterias para o Inverno que se aproxima, longo, e onde as temperaturas descem a níveis que nem sei imaginar.

Um povo estranho. Onde as saunas representam felicidade, e das quais, no Inverno, se salta directamente para um buraco feito no gelo, onde o choque térmico deve ser impensável.
Onde as berrys nos ficam no paladar. (Eu prefiro as blue. Cheias de vitaminas!)
Onde há aurora boreal e sol da meia-noite
Onde a neve no Inverno é uma bênção, porque torna o tempo mais claro.
E onde os bancos de jardim estão ao sol, porque é do sol que vem a energia para o Inverno.

Um povo estranho. Mas muito simpático.
Kiitos!

domingo, agosto 27, 2006

há livros assim...


... e este é um deles.
Recomendo.
Muito.

Porquê?
Porque me deixou sem palavras.

quinta-feira, agosto 24, 2006

O imenso céu azul

do pequeno rectângulo à beira-mar plantado faz-me crer que nunca quererei emigrar.

domingo, agosto 20, 2006

tallinn

very nice town, very nice people, very nice food...

sexta-feira, agosto 18, 2006

"Os livros são espelhos: só se vê neles o que a pessoa tem dentro"

A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón

quinta-feira, agosto 17, 2006

rap dos matarruanos

porque o hoje é quase amanhã e as pálpebras já pesam... boa noite

terça-feira, agosto 15, 2006

Crash

O que acho fascinante neste filme é o facto de não haver bons nem maus. Tal como na ‘vida real’ cada um dá o que lhe é possível, em cada circunstância.

Brilhante!



No verso de uma caixa

de pensos rápidos coloridos, comprada em Portugal, figura um conjunto de informações com as seguintes características (que dependem da nacionalidade dos destinatários):

  • Aos franceses é somente dito que o produto é para crianças;
  • Os italianos, para além da informação anterior, têm também direito a saber que os pensos são coloridos;
  • A quantidade contida na embalagem só é referida nas instruções para checos, eslovacos e húngaros;
  • Quanto ao produto contido na embalagem (pensos), este só é identificado para finlandeses e suecos;
  • Aos holandeses, belgas, gregos e polacos só é identificado o local de fabrico, que refira-se acompanha as instruções em todas as línguas disponíveis;
  • Havendo informação destinada a 13 países distintos, Portugal não é contemplado.


Eu compreendo que a partir da ‘decoração’ da caixa se compreenda o que a mesma contém, mas não entendo estas diferenças de tratamento. Eu julgava que os consumidores tinham todos direito à mesma informação.

Pelos vistos estava enganada.

domingo, agosto 13, 2006

Tens a vida cansada.

As rugas denunciam o trabalho que sempre tiveste. Organizaste, trabalhaste, criaste, amaste. Dedicada, sempre viveste para os outros. Nunca te vi preocupares-te contigo.

Hoje, quando te vejo, receio que possa não te ver mais.
Estás bem, de saúde. Mas comes muito mal. Diz o médico que, se de repente te acontece alguma coisa, o teu corpo, certamente, não resistirá. Diz também que temos de cuidar de ti. Estás a ficar esquecida. Pode, de repente, um esquecimento teu ser perigoso.

Mas, tu continuas a tomar conta dos teus. Não sei como fizeste para manter quase todos os que carregaste no ventre demasiado perto de ti. Eu acuso-te. Julgo que em parte a culpa foi tua. Deste-lhes sempre demasiado mimo. E continuas, como se fosses imortal.

Gosto de te ver, de ouvir as tuas histórias. De quando em férias ias tomar banho ao mar logo de madrugada, quando a praia ainda estava vazia. Do trabalho do campo, de sol a sol. De como conduziste o teu lar.
Sempre tiveste uma força e uma energia invejáveis!

Tens a vida cansada. As rugas denunciam muito trabalho. Por um lado tenho pena que nunca tenhas usufruído mais do que te rodeia.
Mas, afinal, não sei mesmo se não usufruíste.
A vida tem formas de felicidade só acessíveis aos mais incautos.


Gosto de te ver, avó!



pearl jam




afinal, afinal, parece que lá estarei!

sexta-feira, agosto 11, 2006

maninho,

também já estás aqui ao lado!

:)

I get a kick out of you - Frank Sinatra

Quando alguém está

de ‘cabeça quente’ deveria ser isolado. Automaticamente, a sua boca deveria ser selada, evitando assim afirmações, ou mesmo decisões, perfeitamente desadequadas e infantis.

Só com os ânimos refeitos se podem fazer opções em consciência.

quarta-feira, agosto 09, 2006

Tá giro!

Em dois dias, dois novos blogs de amigos.
Um, o Alma H2O, é tão recente que teve o seu primeiro post publicado ontem.
O outro, descobri-o hoje. Então, Bruno, não dizias nada?

Quem será amanhã?!

terça-feira, agosto 08, 2006

cansada.

dia de muito trabalho. mas tudo bem. amanhã novo dia de muito trabalho. só um de cada vez, se faz favor.

segunda-feira, agosto 07, 2006

O presente

é o momento em que o passado e o futuro se encontram.
Mas afinal o presente existe mesmo?
E quanto dura um instante?
Porque, ao procurar o instante em que o encontro entre o passado e o futuro ocorre, facilmente dou de caras com um momento cuja duração é infinitamente pequena, impossível de perceber pelos sentidos.
Então... quanto tempo dura o presente?

Mas afinal o presente existe mesmo?

sábado, julho 29, 2006

finalmente

chegou o dia de todos os meus neurónios irem de férias.
E eu, que não ficaria a fazer nada sem eles, vou aproveitar... e acompanho-os. Não se pode deixar ir assim os neurónios sozinhos sem mais nem menos!

sexta-feira, julho 28, 2006

arrumações

Hoje estive a arrumar papéis no local de trabalho e, mais uma vez, recordei o que já deveria ser para mim óbvio.

Por princípio, custa-me imenso deitar coisas para o lixo, mas depois não se pode dizer que sou especializada em guardar coisas devidamente arrumadas.

Logo, o que é que acontece? Ocupo imenso espaço com as tralhas que guardo, mas, se precisar delas, certamente não as conseguirei encontrar quando necessário.

De modo que as minhas arrumações são normalmente repletas de encontros do tipo: “Ah ah estás aqui! Se precisar já sei onde te encontrar.”. Mas então lembro-me que já antes aquilo me tinha dado jeito, mas nem sequer me dei ao trabalho de procurar.

Assim, impõe-se a questão: Porque não ‘guardar’ simplesmente... no lixo?
Hummm... esta é uma pergunta muito difícil de responder.

Teste de vocabulário - Resultado

Resultado: 20 pontos

Eu tenho um bom vocabulário.


Teste Seu Vocabulário.


Oferecimento: InterNey.Net

quinta-feira, julho 27, 2006

quarta-feira, julho 26, 2006

Como já aqui escrevi,

metade dos meus neurónios foi de férias há já algum tempo. Agora, finalmente, está a chegar a vez dos restantes. Ora estes já não conseguem pensar em mais nada, coitaditos. Eles bem que se têm esforçado por fazer alguma coisa, mesmo estando a meio gás. Mas é-lhes agora muito doloroso trabalhar no que quer que seja.

Já só conseguem planear... planear férias, até planear trabalho e estudo (parece impossível, mas é verdade)... mas principalmente férias, óbvio!

Por isso, caros leitores, compreendam a falta de criatividade que por aqui abunda. Tenham paciência! Vamos aguardar que regressem mais enérgicos.

Partimpim

aparentemente...

...têm que ser os homens a resolver os problemas de mau feitio (e não só dos sites...)

aparentemente o mau feitio

atacou aqui o tasco. esperamos conseguir regressar rapidamente à normalidade.

terça-feira, julho 25, 2006

Todos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas palavras sensatas.

Goethe

segunda-feira, julho 24, 2006

sábado, julho 22, 2006

um dia ele

ensinara-lhe que nem só as conchas perfeitas são belas

sexta-feira, julho 21, 2006

Alegoria do Reino Animal

Todos os dias, a formiga chegava cedinho à oficina e desatava a trabalhar. Produzia e era feliz.

O gerente, o leão, estranhou que a formiga trabalhasse sem supervisão. Se ela produzia tanto sem supervisão, melhor seria supervisionada...
E contratou uma barata, que tinha muita experiência como supervisora e fazia belíssimos relatórios.
A primeira preocupação da barata foi a de estabelecer um horário para entrada e saída da formiga. De seguida, a barata precisou de uma secretária para a ajudar a preparar os relatórios e contratou uma aranha que além do mais, organizava os arquivos e controlava as ligações telefónicas.
O leão ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com índices de produção e análise de tendências, que eram mostrados em reuniões específicas para o efeito. Foi então que a barata comprou um computador e uma impressora laser e admitiu a mosca para gerir o departamento de informática.

A formiga de produtiva e feliz, passou a lamentar-se com todo aquele universo de papéis e reuniões que lhe consumiam o tempo!
O leão concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga operária, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, cuja primeira medida foi comprar uma carpete e uma cadeira ortopédica para o seu gabinete. A nova gestora, a cigarra, precisou ainda de computador e de uma assistente (que trouxe do seu anterior emprego) para ajudá-la na preparação de um plano estratégico de optimização do trabalho e no controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se mostrava mais enfadada.
Foi nessa altura que a cigarra, convenceu o gerente, o leão, da necessidade de fazer um estudo climático do ambiente.

Ao considerar as disponibilidades, o leão deu-se conta de que a unidade em que a formiga trabalhava já não rendia como antes; e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico e sugerisse soluções.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e fez um extenso relatório, em vários volumes que concluía:"há muita gente nesta empresa".

Adivinhem quem o leão começou por despedir?
A formiga, claro, porque "andava muito desmotivada e aborrecida ".

Assinado: Eu mesma... a Formiga!

(Texto recebido por e-mail)

quinta-feira, julho 20, 2006

quarta-feira, julho 19, 2006

Adoro perder-me contigo.

Acho o máximo quando viajamos de carro e eu te tiro do sério porque, na minha função de co-pilota, vou sempre de nariz no ar, em vez de o levar bem arrumadinho dentro do mapa, pelo menos uma boa parte do tempo, como tu farias para não nos perdermos.

Prefiro a estratégia de procurar com o olhar placas ou indícios, sabe-se lá de que ordem, que nos ajudem a chegar ao destino, em vez de me perder na confusão de linhas que é o papel que tenho à frente.

Consigo sempre irritar-te, porque tu gostarias que eu soubesse exactamente em que parte do mapa estamos a cada momento e eu distraída olho para o que me envolve... e divirto-me.

Mas sabes porque é que não me importo de me perder?
Porque me sinto perfeitamente segura contigo.

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se autor da própria
história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no
recôndito da alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...


Fernando Pessoa

Um quadrado de três por três.

Estava quente e a chuva apareceu para os refrescar. Inabaláveis, continuaram num ritmo fluente, lento, bem encadeado, como em uníssono.
Usufruindo dos raros raios de sol que rompiam por entre as nuvens ao mesmo tempo que as gotas de água os tocavam levemente, enquanto deixavam círculos no lago que se estendia à sua frente.
E, de repente, apareceram os patos para os cumprimentar.

Há finais de tarde que marcam a nossa existência.

terça-feira, julho 18, 2006

a propósito de dias da semana

Acho curioso o meu sentimento perante este dia da semana, que normalmente é alvo de muitas queixas por parte da maioria. Salvo raras excepções, que confirmam a regra, encaro as segundas-feiras com bastante optimismo. Este dia chega mesmo a ser o mais produtivo da semana para mim.
Acordo cheia de energia, como se, em cada início da semana de trabalho, um mar de novas possibilidades se abrisse à minha volta.

Ao longo da semana a energia vai diminuindo, mas aí posso sempre alegrar-me com a aproximação do fim-de-semana.

Vivam as segundas-feiras para variar!

Há umas semanas decidi mudar de atitude.

E assim resolvi deixar de passar os dias a lamentar-me: porque trabalho e tenho uma dissertação de mestrado para fazer; porque esta está impreterivelmente atrasada; porque tenho uma vida miserável; porque não tenho tempo para fazer nada do que gosto; etc.; etc.; etc.
Não! Já chega! Acabou. (pelo menos na medida dos meus possíveis :))

Já sei que os prazos estão mais que ultrapassados. Mas, com calma lá chegarei. Aproveitando um dia de cada vez. Trabalhando bastante, mas usufruindo as oportunidades sempre que possível.

É verdade que esta minha atitude não está a fazer a dissertação andar mais depressa, mas pelo menos eu ando mais calma. E ainda arranjo tempo para o Tai Chi. É uma questão de atitude.


A propósito de atitude, sugiro uma visitinha ao site da rádio comercial. Ouçam ‘Toda a semana é sexta’... é desafinada, mas divertida, e tem uma atitude saudavelmente positiva.

domingo, julho 16, 2006

esta semana, tristeza

ataque terrorista na Índia com cerca de duas centenas de mortos.

conflitos armados no Médio Oriente. qualquer gota de água é argumento para ataques que, sem pingo de pudor, atingem alvos civis. alvos civis. e provocam mortes. demasiadas mortes.

tal como o terrorismo não tem desculpa, também o uso de meios desproporcionados a não tem. é totalmente incompreensível que sejam mortos tantos civis, incluindo crianças, desta forma.

o ser humano é auto-destruidor.
a estupidez humana é demasiado cruel.
para quando uma humanidade mais civilizada?!

sexta-feira, julho 14, 2006

svefn-g-englar (Sigur Rós)

amanhã

de manhã Tai Chi e à tarde praia... acalmar um pouco.
maravilhoso descanso.

Tiram-me do sério

situações em que a vida profissional interfere com planos pessoais.

quinta-feira, julho 13, 2006

quarta-feira, julho 12, 2006

terça-feira, julho 11, 2006

Raios ultravioletas

Esta notícia deixou-me a pensar. Foi inevitável que, por momentos, me tenha encontrado a imaginar cenários catastróficos. Cada vez mais acredito que o Planeta em que vivemos poderá sofrer grandes alterações em poucos anos. Os últimos já nos têm mostrado isso mesmo.

Mas nós – indivíduos, famílias, empresas ou países – andamos todos tão ocupados a olhar para o nosso próprio umbigo que nem nos apercebemos que estamos a destruir o Planeta que nos sustenta.
Que solidariedade é esta para com os nossos descendentes?
Como será a Terra quando os nossos netos tiverem a nossa idade?

Estamos todos tão ocupados a crescer economicamente nem nos apercebemos que esse crescimento pode não nos servir de muito daqui a uns anos, para além de que a forma como é conduzido delapida rapidamente os recursos de que dispomos.

Que estupidez nos alimenta para que nos preocupemos somente connosco e não olhemos para o que nos rodeia?

Provavelmente o Planeta adaptar-se-á. Esperemos que essa adaptação nos inclua.
Esta é uma visão não muito optimista. Mas é só esta que consigo ter quando penso um pouco no que estamos a fazer.

segunda-feira, julho 10, 2006

Caminhava em passos lentos.

O sol acariciava-lhe o rosto. O vento aproximava o calor já temperado ao seu corpo.
Ela... ela aproveitava cada pedaço dos elementos que lhe acarinhava os sentidos.

Todos (que são poucos)

a precisar de férias. Trabalho a romper pelas costuras.
Esta semana, para já, não se avizinha muito melhor do que a anterior.

Zidane - O melhor Jogador do Mundial Alemanha 2006



Parabéns FIFA!!!

domingo, julho 09, 2006

Não gosto de pessoas arrogantes.

Pois, não gosto.
Acho que cada pessoa deve ser humilde o suficiente para reconhecer que não é dona de verdades absolutas, mas somente parciais, que no limite podem até ser mentiras.

Há pessoas mais ou menos cultas, mais ou menos inteligentes, mais ou menos eficientes. Todas merecem igual respeito.
É por isso que tenho tendência a não apreciar supra-sumos (pelo menos os que acreditam que o são), porque normalmente são também pessoas que se revelam arrogantes.
Admiro sim aqueles que, destacando-se verdadeiramente em determinadas áreas, continuam a demonstrar grande humildade e grande respeito pelos outros.

Cada indivíduo tem uma medida que pode ser bem diferente da medida de outros, não sendo por isso de menor ou maior valor. É a sua!

Acredito que é na capacidade de exceder a sua medida pessoal que reside o crescimento do indivíduo.

Nuno Gomes

Lindo golo!

sexta-feira, julho 07, 2006

Ontem

o dia de trabalho foi perfeitamente estúpido. Estava furiosa. Há dias que me conseguem tirar do sério.
Peguei e larguei quinhentos assuntos diferentes, com o custo que isso tem em termos de (in)eficiência e desgaste pessoal.

Mas hoje é sábado e segunda-feira será uma nova semana com novas oportunidades...

(Ah, e os mails trocados de planeamento das mini-férias, que se estão a aproximar rapidamente, conseguiram animar-me. Yupiiiii!)

quinta-feira, julho 06, 2006

quarta-feira, julho 05, 2006

Perdemos

Agora só nos resta a possibilidade de lutar pelo terceiro lugar.
Mas, nada de aborrecimentos porque já é excelente termos chegado às meias-finais.

Bom trabalho, Portugal!

terça-feira, julho 04, 2006

Insólitos

Por estes dias (para os mais distraídos, recordo que estamos a 4 de Julho) já é possível ver as montras recheadas de promoções, que em alguns casos chegam a atingir os 60%. Isto, por si só, já é um bocado estranho. Mas o pior é mesmo encontrar algumas lojas já com uma nova colecção, que tem o mau gosto de nos lembrar o Outono.
Calma! Mas o Verão não começou agorinha mesmo?

Aparentemente, não é só o S. Pedro que anda baralhado com as Estações do ano.

Para a história...

Obrigado Ricardo...

telepatia, previsibilidade, cumplicidade?!

- Achas que algum dia nós
- Não sei!
- Mas sabias o que eu ia perguntar?
- Sim. Bem, quer dizer, não tenho a certeza. O que era afinal?
- Era se tu achas que nós...
- Sim, acertei.

:)

Que cena mais engraçada!

domingo, julho 02, 2006

Sou um guardador de rebanhos

Sou um guardador de rebanhos.
O rebanho é os meus pensamentos
E os meus pensamentos são todos sensações.
Penso com os olhos e com os ouvidos
E com as mãos e os pés
E com o nariz e a boca.

Pensar numa flor é vê-la e cheirá-la
E comer um fruto é saber-lhe o sentido.

Por isso quando num dia de calor
Me sinto triste de gozá-lo tanto,
E me deito ao comprido na erva,
E fecho os olhos quentes,
Sinto todo o meu corpo deitado na realidade,
Sei da verdade e sou feliz.

Alberto Caeiro

sábado, julho 01, 2006

ESPECTÁCULO!

O herói hoje é o Ricardo!
Três penalties defendidos, que por pouco não foram quatro.

Meias-finais... aqui vamos nós!

PORTUGAL! PORTUGAL! PORTUGAL!

sexta-feira, junho 30, 2006

não adianta

Metade dos meus neurónios foi de férias. E ao que parece foram os mais enérgicos e criativos que me abandonaram, restando-me agora somente os mais fraquinhos.
Acho que vou ter de me desenrascar com estes. Mas eles estão com tão pouca vontade de trabalhar! E eu com tanto que fazer. Não sei que lhes faça. Já lhes ando a dar cafés e capuccinos, o que até agora não está a ajudar grande coisa.

Mas eles têm que trabalhar... não têm alternativa...

A comunicação

tem uma probabilidade de ocorrência muito baixa.

quarta-feira, junho 28, 2006

Viagem atribulada

Dia 1:
Partida com uma hora de atraso, o tempo que havia disponível para apanhar o voo seguinte. Mas, tempo ganho no caminho. Ups, afinal trovoadas à chegada e ligação perdida. Próximo voo para o destino final só no dia seguinte.
Noite no aeroporto? Não! Hotel com direito a jantar e a pequeno-almoço.

Dia 2:
Voo às 9h20 da manhã. Correria para a reunião. Chegada com atraso, naturalmente.
Final do dia – hotel. Ou talvez não! A reserva havia sido perdida, dado que não tinha avisado o hotel de que chegaria no dia seguinte.
Ah pois é! Susto de morte.
Noite na rua? Não! Compadeceram-se de uma miúda perdida. Lá lhe arranjaram quarto no hotel.

Dia 3:
O dia D. Como a apresentação não dependia de outros mas só de si, convenceu-se de que, entre os percalços, correria bem. E correu. Sem ‘stresses’. O seu accent quando comparado com outros nem é assim tão mau.
Engraçado como todos a falar mal (nem todos, claro) inglês se compreendem. Giro giro.

Dia 4 (hoje):

Ressaca.

Balanço:
Uma noite com perspectivas de dormir num aeroporto.
Outra noite com perspectivas dormir na rua.
As perspectivas não se concretizaram, por isso, balanço positivo. E nem lhe perderam a bagagem (pelo menos nesta viagem).


(Desta não me esquecerei! Terei história para contar. Estou a tentar ser positiva.

Tive uns momentos em que pensei desfalecer. Mas tudo se resolve, porque tem de ser resolvido.)

(Tinhas razão, Icarus, voltei mais alta.
Nem tudo correu bem, mas eu cresci!)

já estou de regresso...

sobrevivi... mas mal, com um conjunto de peripécias à mistura.
Amanhã (ou hoje) passo por aqui para contar como foi.


E já vi que o Icarus tomou bem conta da chafarica na minha ausência!

Presenting: Are We The Waiting by Green Day

domingo, junho 25, 2006

Fair Play

Depois desta vitória de Portugal, não consegui evitar "postar" o texto anterior.
Efectivamente, não gosto muito daquele tipo de títulos, mas... tendo em conta o que se passou em campo e depois da falta de Fair Play demonstrada pelos Holandeses, só tenho a dizer que sempre gostei de sumo de laranja...

Quanto aos Ingleses... eu até torcia por eles... mas depois de ter visto um tipo a dizer que éramos uma pequena vila de Espanha...

Espero que o manjar se complete com uns bifes...
No próximo sábado às 16 horas começa o repasto.

O Manjar do deuses


Depois da Laranjas que venham os Bifes...

sábado, junho 24, 2006

KISS

Amanhã vou viajar. Em trabalho. Esta viagem tem um sabor diferente, dado que irei pela primeira vez fazer uma apresentação numa reunião internacional (in English, of course!).
Naturalmente que isto me tem deixado um bocado nervosa.
Por um lado, optimista porque normalmente não me saio mal nas apresentações que faço.
Por outro lado, assustada, porque a língua não é a minha... provavelmente gaguejarei e utilizarei um vocabulário infimamente diversificado.
Tenho uma coisa a meu favor que é o factor surpresa. Dado o meu aspecto franzino normalmente o pessoal não espera grande coisa de mim, o que faz com que já tenha acontecido terem saído surpreendidos.
Basta-me, neste caso, que não sejam surpreendidos pela negativa.

Mas, e dado que as nacionalidades dos participantes são as mais diversas, o meu lema é:
KISS – keep it simple and stupid.
O objectivo é que o pessoal me compreenda e portanto é isto mesmo que farei.

sexta-feira, junho 23, 2006

lindo

- Já reparaste que temos mesmo mau feitio?!
- Pois é. E logo os dois.
- E o que é mais engraçado é que ninguém diria.
- Pois não, parecemos tão pacíficos e depois é o que se vê!
Enganamos mesmo bem.
- ehehehe
- ehehehe


quinta-feira, junho 22, 2006

quarta-feira, junho 21, 2006

Hoje apetece-me recordar.

Recordar uma ida à Serra da Estrela muito especial. Foi num fim-de-semana há alguns anos atrás. Ficámos ‘acampados’ em Manteigas no centro paroquial, se bem me lembro. Entre sacos de cama e mochilas, dormimos no chão inclinado, o que fez com que a meio da noite houvesse pessoal ao fundo da sala, bem longe do ponto de partida.

Decidimos, então, que no sábado iríamos ao topo da Serra. Tudo bem, até porque esperávamos que houvesse autocarros a fazer o percurso, mas... surpresa! Afinal não havia, quer dizer, havia, mas não ao fim-de-semana. Então pensámos: ok, vamos a pé! E assim fomos, serra acima, começando por atalhos. Ao fim de poucos metros já avistávamos neve e pensámos que já não faltaria muito. Até porque nós só queríamos mesmo chegar à neve.

Mas afinal a neve era já muito pouca e só bem no topo da Serra. Andámos, andámos, andámos... atalhos... estrada... mais atalhos... mais estrada... 20 km até à Torre. Creio que demorámos umas seis horas a chegar lá acima.

Depois de algum ‘sku’ e alguns rabos, e não só, molhados, havia que regressar... ânimo! Faltavam então 20 km para baixo. Fazia-se noite e, por isso, os atalhos não eram muito aconselháveis. Houve quem começasse a fraquejar. Ainda se conseguiram algumas boleias para uns quantos. Mas éramos muitos! Outros, mais resistentes conseguiram fazer todo o percurso de regresso pelo seu próprio pé. Já de noite, andando no meio da estrada junto à linha branca que a divide, pois assim era mais fácil... com uma lanterna que havia que poupar, dado que a pilha poderia acabar a qualquer momento e, pelo menos, precisávamos de nos sinalizar sempre que avistávamos um carro.

A entrada em Manteigas foi triunfal. Mas os pés doíam como nunca haviam doído.
Foi durinho mas fantástico. Ficámos orgulhosos de nós!
Esta foi uma daquelas ‘aventuras’ que jamais vou esquecer.
Obrigada, amigos!

terça-feira, junho 20, 2006

Obrigada

por me ajudares a olhar as coisas com optimismo.

letras caídas

Hoje foi inaugurado um novo blog.
Chama-se ‘letras caídas’ e tem como autor um grande amigo.

Bem-vindo, amiguinho!
(e conta com as nossas visitas)

segunda-feira, junho 19, 2006

pânico*

do Gr. panikós

adj.,
que assusta sem motivo;

s. m.,
terror infundado;
pavor súbito.


Qual será a parte do "infundado" que eu ainda não percebi?

* www.priberam.pt/DLPO/

domingo, junho 18, 2006

sobre as bandeiras ... e não só

Pois é, na minha modesta opinião, esta exaltação das bandeiras pelas janelas, varandas, carros e sei lá mais o quê, a propósito de um campeonato de futebol, já deu o que tinha a dar.
Da primeira vez teve uma certa piada, até porque o campeonato estava a decorrer em Portugal, portanto não soava a descabido. Foi engraçado, tenho de concordar.

Neste momento, acho que não faz muito, para não dizer nenhum, sentido.
O campeonato do mundo de futebol é importante ... ok. Sim, nós estamos a participar e isso faz-nos vibrar ... ok. Mas daí a colocarmos bandeiras nas janelas ... já me parece um pouco forçado. Confesso que, por mais que me esforce, não compreendo a lógica (provavelmente não há lógica!).


Isto já para não falar da programação das nossas televisões nestas semanas, com especial destaque para o serviço público da RTP. Será que sou só eu a achar exagerada tanta transmissão da Alemanha, tantos debates, tantos rescaldos, etc., etc., etc.?

sábado, junho 17, 2006

Portugal, Portugal, Portugal!

O apuramento para os oitavos de final já está.
Ainda podemos ir sonhando.

sexta-feira, junho 16, 2006

Curioso

Aparentemente, stress em doses um pouco acima do normal faz-me querer comer compulsivamente. Mas, stress em doses extraordinárias faz-me perder o apetite.
O corpo humano tem umas reacções muito curiosas.

Finalmente, acho que os meus níveis de stress estão a voltar ao normal ... estou a ficar com fome.

:)
Geme o restolho, triste e solitário
a embalar a noite escura e fria
e a perder-se no olhar da ventania
que canta ao tom do velho campanário

Geme o restolho, preso de saudade
esquecido, enlouquecido, dominado
escondido entre as sombras do montado
sem forças e sem cor e sem vontade

Geme o restolho, a transpirar de chuva
nos campos que a ceifeira mutilou
dormindo em velhos sonhos que sonhou
na alma a mágoa enorme, intensa, aguda

Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que ser trigo, depois ser restolho
há que penar para aprender a viver
e a vida não é existir sem mais nada
a vida não é dia sim, dia não
é feita em cada entrega alucinada
pra receber daquilo que aumenta o coração.

Mafalda Veiga

quinta-feira, junho 15, 2006

All the invisible children

Tanza
Blue Gypsy
Jesus Children of América
Bilu e João
Jonathan
Ciro

Song Song & Little Cat

1 filme. 7 curtas metragens sobre crianças.

Pequenas grandes histórias de pequenos grandes heróis. Levam-nos das lágrimas aos sorrisos. De entre os seus gigantes dramas pessoais, fica-nos especialmente a enorme criatividade que as crianças demonstram para inventar novas formas de se adaptar às adversidades que se lhes deparam.

Um filme que destabiliza, que nos abana e nos deixa paralisados, não nos permitindo descolar facilmente da cadeira...

Vale muito a pena ver!

"All grownups were once children.

Although few of them remember it."
Antoine De Saint Exupery

http://www.alltheinvisiblechildrenmovie.com/index2.pl

quarta-feira, junho 14, 2006

Esta semana

do tipo intermitente, em Lisboa, acaba por ser um pouco estranha. Tão depressa é segunda de manhã, como sexta à tarde, para logo a seguir ser sábado e domingo, no mesmo dia.
Nem se descansa nem se trabalha ... ou melhor, no meu caso, nem se trabalha, nem se trabalha.

Hoje, então, foi um dia terrível. No trabalho, até já sou acusada de andar com mau feitio. Eu, que pensava que era imune a essas coisas. Mas, realmente, o dia não me correu de feição. Acordei mal disposta e a coisa não melhorou grandemente ao longo de todo o dia.

Felizmente o dia está a terminar. A semana intermitente acabou para mim, dado que sexta estou 'de ponte' e, para ajudar, o S. Pedro deixou de me enviar tentações: com esta chuvinha nem me apetece sair.
Por isso, preparo-me para um excelente resto de semana de trabalho! Espero...

terça-feira, junho 13, 2006

Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?
Fernando Pessoa

domingo, junho 11, 2006

tranquilidade

A lua cheia reflectida na imensidão da água.
As ondas rebentavam suavemente na areia, numa cadência ritmada e suave.
Em silêncio, envolvidos em cumplicidade... a noite mimava-lhes todos os sentidos...

sábado, junho 10, 2006

sexta-feira, junho 09, 2006

Aparentemente

a normalidade está de volta. Veremos.

Parece-me que

o blogger está com um mau feitio tremendo desde ontem à noite.
Veremos quando é que consigo estabilizar isto.

Se virem posts repetidos, ou estranhos, não se admirem, porque eu não estou a conseguir controlar o bicho.

Quando era ainda muito

miúda (andaria na então preparatória) participei num programa da rádio local lá da terra, engendrado por um professor e vocalizado por um conjunto de alunos. Foi a partir da gravação de um desses programas que eu e os meus colegas ouvimos, pela primeira vez, a nossa própria voz. Recordo perfeitamente o espanto que cada um revelava ao ouvir a sua. Eu, tal como os outros, reconhecia todas as outras vozes na gravação, mas a minha, nem pensar, porque me soava estranhíssima. Ainda hoje me faz uma certa confusão saber que a voz que eu ouço ao falar, não é a mesma que os que os outros ouvem.

Por outro lado, pensar que a única forma de me observar é através de um espelho, onde não vejo o mesmo que os outros quando me olham, é, no mínimo, extraordinário.
A tudo o que tenho acesso é a uma imagem reflectida: um sinal na cara do lado direito, aparece à minha frente no espelho do lado direito, enquanto os outros o vêem do seu lado esquerdo. Nunca consigo ver o que os outros olham em mim.

Aparentemente não nos conhecemos bem, nem mesmo fisicamente. O que falar então do que nos vai dentro. Não raras vezes não nos compreendemos, não sabemos porque reagimos de determinada forma, porque nos irritamos ou ficamos alegres...

Será que os que me rodeiam me conhecem melhor que eu?
Ou, como vou ter pretensões de compreender o outro se nem me compreendo a mim?
Paradoxal, não?

terça-feira, junho 06, 2006

Vitinho

Está na hora da caminha
Vamos lá dormir
Vê lá fora
As estrelas
Dormem a sorrir
E amanhã cedinho, bem cedinho, tu vais ver
Acordas mais forte e mais esperto
Isso é crescer
Boa noite

Sonhos lindos,
Adeus, e até amanhã!

domingo, junho 04, 2006

um clone,

eis o que eu preciso. Não, melhor, dois clones para não os sobrecarregar demasiado. Um substitui-me no trabalho e o outro vai fazendo a dissertação.
Eu, no entretanto, vou de férias.
Será que eles se deixam enganar tão facilmente?!

mau feitio

em doses comprometedoras

sábado, junho 03, 2006

O primeiro dia

A princípio é simples, anda-se sozinho
passa-se nas ruas bem devagarinho
está-se bem no silêncio e no burburinho
bebe-se as certezas num copo de vinho
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

Pouco a pouco o passo faz-se vagabundo
dá-se a volta ao medo, dá-se a volta ao mundo
diz-se do passado, que está moribundo
bebe-se o alento num copo sem fundo
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

E é então que amigos nos oferecem leito
entra-se cansado e sai-se refeito
luta-se por tudo o que se leva a peito
bebe-se, come-se e alguém nos diz: bom proveito
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

Depois vêm cansaços e o corpo fraqueja
olha-se para dentro e já pouco sobeja
pede-se o descanso, por curto que seja
apagam-se dúvidas num mar de cerveja
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

Enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar, sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

E entretanto o tempo fez cinza da brasa
e outra maré cheia virá da maré vaza
nasce um novo dia e no braço outra asa
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida.


Sérgio Godinho

O primeiro já foi...

Pois é,... o primeiro exame já foi. Acho que, de uma forma geral, me saí bem, mas...
Mas o mais fora do normal (ou não), foi o facto do professor não me ter atribuído nota num trabalho que valia 50%... Na data combinada enviei o trabalho para o mail dele da universidade, mas algo lhe aconteceu e ele não o viu (ou então não...).
De qualquer forma entreguei hoje em papel, vamos ver no que dá...

sexta-feira, junho 02, 2006

Avó

Recordo que, quando eu era pequenina e ia à tua casa, tu me preparavas leite: aquecia-lo um pouco, somente morno, e juntavas chocolate, como eu gostava. Depois, tinhas a paciência de encher um copinho muito pequeno (uma miniatura de copo, se bem me lembro) com um pouco dessa maravilhosa bebida, que eu bebia lentamente, para depois aguardar que tu enchesses de novo o minúsculo recipiente.
O leite que me preparavas sabia-me como nenhum outro jamais me soube, tinha um aroma e um sabor ímpares.
Acho que deves ter sido a responsável por eu gostar tanto de leite. Contudo, nunca consegui encontrar nenhum outro tão delicioso quanto o que, com carinho, me preparavas.

Exame à porta...

Amanhã vou ter o meu primeiro exame e, finalmente, aproximamo-nos do final do segundo semestre. Agora sim, os regressos ao Basket e ao Tai Chi estão para breve... talvez mais uma semana de clausura.

Depois de 3 dias de estudo, acho que já estou preparado (desde que o prof não decida inventar muito...). Vamos a ver se o prof acha o mesmo...

quinta-feira, junho 01, 2006

A pedido

de uma família (já devidamente identificada) aqui fica uma foto da carpete. Aguardam-se agora os comentários.

Queria

ter um vazio temporal para me esconder durante um tempinho...