terça-feira, agosto 21, 2007

Repararam?

O icarus passou por aqui! A tese já está a dar cabo dele...
(vai correr bem, amigo!)

Esta semana começou mais cedo

(sábado e domingo em formação, a começar às 8.30 da manhã... não me parece normal!), o que faz com que esteja a ser um bocado estranha. Já hoje perguntei que dia era várias vezes. É que, pelas minhas contas, hoje já deveria ser quinta-feira, mas ainda é terça.
Esta semana vai ser grandinha!

Pesadelos...

Ainda agora estou a começar a tese e as palavras Econometrics, Microeconometrics, Logit, Probit, ..... entre outras,.... já me começam a dar pesadelos...

De qualquer forma,.... hoje é D-132...

segunda-feira, agosto 20, 2007

domingo, agosto 19, 2007

Fico furiosa quando

vejo alguém a atirar papéis pela janela do carro. Hoje, estava parada num semáforo, quando mesmo à minha frente tal gesto de "civismo" teve lugar. Deu-me cá uma vontade de armar sarilho! Eu é que não tenho jeito para essas coisas, porque eu deveria ter saído do carro, apanhado o papelinho e dito aos senhores: "Desculpem incomodar, mas creio que isto é vosso. Se não o querem, por favor, coloquem-no no lixo. A via pública também é minha e, pela parte que me toca, agradeço que não a sujem. Até porque os senhores não têm cara de quem atira papéis para o chão na vossa casa. E a via pública também é vossa, caso não tenham dado conta."

Todos gostamos de encontrar limpo. Esquecemo-nos é que para que tal aconteça é preciso que cada um contribua. Assim não vamos lá!

E ainda mais do mesmo... ou parecido. Outra que me irrita um bocadiiinho é ver beatas de cigarros a rolar na estrada. Será que o pessoal que fuma não poderia utilizar o cinzeiro que tem no carro. Ah e tal, diz que é pequeno. Mas incomoda! (Para mais que até dizem que pode provocar incêndios desde que reunidas algumas condições.) Ora, se incomoda na praia (o que já toda a gente percebeu), também incomoda nas ruas onde andamos. E o mesmo se aplica a quem as atira para o chão! Pergunto se será assim tão incomodativo apagar os cigarros em locais mais apropriados, tipo caixotes do lixo?!
Noruega, Abril 2007

sábado, agosto 18, 2007

Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos.
William Shakespeare

sexta-feira, agosto 17, 2007

Faro, Junho 2007

quinta-feira, agosto 16, 2007

ratatouille

Como já deu para perceber o pessoal cá em casa é um bocado viciado em filmes de animação. Não sei se é por nos fazerem sentir que nem uns miúdos... Ou se é porque nos rimos à fartazana... Ou...

Gostamos. Ponto final. E muito!
O último, visto ontem (hehehe), é muito recomendado...
Está na lista dos melhores!

terça-feira, agosto 14, 2007

as saudades que eu já tinha

do colombo em dias de jogo do benfica. blhaaaarrrrc.
principalmente antes e depois, claro; porque o durante até não é mau.

segunda-feira, agosto 13, 2007

domingo, agosto 12, 2007

Na noite do seu aniversário, cantei a Delgadina a canção completa e beijei-a por todo o corpo até ficar sem fôlego; a espinha dorsal, vértebra por vértebra, até às nádegas lânguidas, a zona lunar, a do seu coração inesgotável. À medida que a beijava aumentava o calor do seu corpo e exalava uma fragrância rústica. Ela respondeu-me com vibrações novas em cada polagada da sua pele, e em cada uma encontrei um calor diferente, um sabor próprio, um gemido novo, e toda ela ressoou por dentro como um harpejo e os seus bicos dos seios abriram-se em flor sem lhes tocar.
Gabriel Garcia Márquez, in Memória das minhas putas tristes

sábado, agosto 11, 2007

Sabes que ele entra nas coisas sem defesas?

Pois, já deu para ver que não sabias!
E também não sabes que à menor ameaça, ainda que somente percepcionada e não efectivamente real, ele levanta imediatamente as barreiras de protecção, que dificilmente baixará de novo. Mas devias ter percebido isso à partida. Foi ingenuidade da tua parte.
Agora vais ter de ter paciência e esperar, até que as barreiras possam ser arrumadas de novo. Mas isto, só se vieres por bem. Porque senão, esquece, distância é tudo o que conseguirás dele.

quinta-feira, agosto 09, 2007

Deita fora os trastes, homem!

Deixa leve o teu barco da vida, carregado apenas com aquilo de que precisas – um lar acolhedor e prazeres simples, um ou dois amigos que mereçam tal nome, alguém que ames e alguém que te ame, um gato, um cão e um ou dois cachimbos, comida e roupa em quantidade suficiente e bebida em quantidade mais do que suficiente: porque a sede é uma coisa perigosa.
Jerome K. Jerome, in Três homens num barco

quarta-feira, agosto 08, 2007

segunda-feira, agosto 06, 2007

Publicidade - mão a mão

Mãos de artesãos que criam. Mãos de artesãos que dão as suas mãos por um projecto. Em troca, vários sorrisos nos rostos de quem recebeu mais uma Mão. Neste projecto os artesãos dão um pouco do seu trabalho a Instituições de Solidariedade Social.

Mais uma ideia altruísta (afinal, há inúmeras por aí!). Um site que promove leilões com produtos oferecidos por artesãos, cujas receitas revertem a favor de instituições de solidariedade social.

(Agora estão de férias... mas em Setembro voltam à acção!)

domingo, agosto 05, 2007

depois de vários dias de calor intenso

e quando finalmente o pessoal cá de casa se decide a ir até à praia... tcharam... eis o que acontece: o tempo está frio e encoberto.

ainda não sei qual, mas desconfio que há nisto alguma lição que devo retirar.

sexta-feira, agosto 03, 2007

De volta

à civilização. Já tenho um novo multibanco.

Yupiiii

quinta-feira, agosto 02, 2007

Encosta-te a mim - Jorge Palma



Eu tentei... juro que tentei não publicar isto (já muita gente o fez). Mas não pude resistir.
Gosto. Muito.

Harry Potter and the the Deathly Hallows


Finalmente terminei o livro! Depois de uma noitada... nas últimas 100 páginas já não dava para parar.
Naturalmente que gostei imenso: sou uma fã e por isso era inevitável que tal acontecesse.
Fiquem tranquilos, pois não vos vou contar o final, apesar de já ter percebido que o mesmo está espalhado pela net. Acho sempre de muito mau tom contar o final das histórias (livros, filmes, etc.). Por isso, só posso recomendar que leiam e o descubram por vocês. Se nunca leram nenhum dos livros, porque não começar do início! :)
Há uns tempos apercebi-me de que nunca encontrei ninguém que tivesse lido os livros e não tivesse gostado. Em boa verdade nem consigo explicar bem o que têm estas histórias de tão especial. Mas lá que são viciantes, são!
Neste momento posso dizer que... conto voltar a ler os livros. Não agora, claro! Chego a ter pena de ter lido este tão rapidamente. É que é bom chegar ao final da história, mas o melhor é mesmo o caminho.

terça-feira, julho 31, 2007

Évora, Julho 2007

Um multibanco desmagnetizado.

Outro engolido num ATM: "código errado! esgotou o número de tentativas...".
Pergunto-me como já foi possível viver sem multibanco.

sábado, julho 28, 2007

não posso evitar

adoro comédias românticas. na maioria das vezes previsíveis. mas sempre muito divertidas.
do que mais gosto é de sair da sala de cinema mesmo bem disposta.

quinta-feira, julho 26, 2007

Bergen, Abril 2007

quarta-feira, julho 25, 2007

Publicidade - Blackle

Quando o monitor está todo branco (uma página do Word, por exemplo), o computador consome cerca de 74 watts. Quando está todo preto, utiliza, em média, 59 watts. Partindo deste princípio, há alguns meses atrás, Mark Ontkush escreveu um artigo sobre a economia que poderia ser feita se a página do Google possuísse um fundo preto em vez de branco. Levando em conta a altíssima popularidade do site, seriam economizados, segundo os cálculos de Mark, cerca de 750 megawatts/hora por ano. Em resposta ao post, o Google criou uma versão toda escura do seu search engine chamada Blackle. http://www.blackle.com/

(recebido por e-mail... toca a usar!!!)

terça-feira, julho 24, 2007

Publicidade - Freecycle

Uma excelente ideia em acção...
Evita-se assim deitar para o lixo aquilo de que alguém ainda pode precisar. Há já muitos grupos formados pelo mundo fora: mais de 4000 grupos, com mais de 3.5 milhões de membros.
Mas muitos mais ainda podem ser criados e quantos mais membros houver menores as probabilidades de objectos ainda úteis acabarem no lixo.
Vá lá... que acham de aderir?! E porque não formar um novo grupo numa região ainda não coberta?! Em Portugal ainda só há 5 grupos formados.

quinta-feira, julho 19, 2007

Não tenhamos ilusões.

Não há pessoas perfeitas. Logo não há famílias ou relações perfeitas. Nem chefes, nem empresas perfeitas. Nem países perfeitos. Nem ideologias políticas perfeitas. Nem religiões perfeitas.
Não vale a pena procurar o impossível. Tudo o que “tocamos” é imperfeito por definição.

Mas é esta imperfeição de que nos revestimos que torna a vida tão interessante. Porque convenhamos, se tudo fosse irrepreensível, as coisas eram capazes de não ter a mesma piada!

Por isso, não vale a pena passarmos a vida a tentar exigir dos outros o que não conseguimos dar. O pior é que por vezes temos a pretensão de que estamos próximos da perfeição neste ou naquele aspecto, o que em geral também nos torna mais impacientes com o que julgamos ser a imperfeição dos outros.

Mas será mesmo que é a imperfeição dos outros, ou é a nossa perfeição que é afinal a mais imperfeita?!

quarta-feira, julho 18, 2007


amanhã talvez vá trabalhar com um destes. já que passo o dia a apagar fogos, pelo menos vou a rigor.

TAM

um acidente de avião tem um significado diferente quando já se andou na companhia aérea em causa...

segunda-feira, julho 16, 2007

admito que

esta minha falta de paciência para algumas das coisas que me envolvem se prende com o cansaço. admito que sim. é preferível, para já.

domingo, julho 15, 2007

só eu posso dizer mal dos que amo.

não permito que mais ninguém o faça. talvez tenha a ver com o facto de eu saber que o que digo está protegido pelo amor que sinto. já o que ouço, pode não estar. assim, em caso de dúvida, não posso permitir que tal aconteça.

é por isso que considero uma regra básica dentro de uma relação não se dizer mal dos pais do companheiro. só ele o pode fazer.

sexta-feira, julho 13, 2007

PARABÉNS

amiga!
excelente. como tu.

-Como vê, todos temos no nosso interior os elementos necessários para produzir fósforo. Mais ainda, deixe-me dizer-lhe uma coisa que não confiei ainda a ninguém. A minha avó tinha uma teoria muito interessante, dizia que embora todos nasçamos com uma caixa de fósforos no nosso interior, não os podemos acender sozinhos, precisamos, como na experiência, de oxigénio e da ajuda de uma vela. Só que neste caso o oxigénio tem de vir, por exemplo, do hálito da pessoa amada; a vela pode ser qualquer tipo de alimento, música, carícia, palavra ou som que faça disparar o detonador e assim acender um dos fósforos. Por momentos sentir-nos-emos deslumbrados por uma intensa emoção. Dar-se-á no nosso interior um agradável calor que irá desaparecendo pouco a pouco conforme passa o tempo, até vir uma nova explosão que o reavive. Cada pessoa tem de descobrir quais são os seus detonadores para poder viver, pois a combustão que se dá quando um deles se acende é que alimenta a alma de energia. Por outras palavras, esta combustão é o seu alimento. Se uma pessoa não descobre a tempo quais são os seus próprios detonadores, a caixa de fósforos fica húmida e já nunca poderemos acender um único fósforo.

Laura Esquivel, in Como água para chocolate

quinta-feira, julho 12, 2007

Quem é um amigo?

"Um outro eu"

Zenão de Eléia

quarta-feira, julho 11, 2007

Já que a consciência ambiental

passou a estar na moda... aqui vai mais uma ideia: quem de direito bem que poderia colocar ecopontos para papel à saída das estações de metro (esta ideia não é inédita, pois julgo já a ter visto descrita algures, mas como não a vi posta em prática...).

Com a distribuição gratuita de jornais, que normalmente são lidos ao longo de uma única viagem e depois abandonados num qualquer lixo indiferenciado, está-se a deitar para o lixo um volume significativo de papel, que poderia/deveria ser reciclado. Não faço ideia se a responsabilidade disto deverá ser do Metro ou das empresas de reciclagem. Mas era bom que alguém pudesse pôr isto em prática!

terça-feira, julho 10, 2007

com arte #2

Guernica, Pablo Picasso (1881-1973)

segunda-feira, julho 09, 2007

Não gosto de 'casual Fridays'.

O motivo é simples: se existem casual Fridays, é porque existem Mondays, Tuesdays, Wednesdays, Thursdays formais. Logo, não posso gostar de casual Fridays.

Não consigo entender, por mais que me esforce, a necessidade das pessoas se vestirem formalmente.
No caso de reuniões entre empresas/instituições, ou da relação com clientes/público, até consigo respeitar a ideia (apesar de continuar a não encontrar qualquer importância na roupa formal). Mas não mais do que respeitar. Então se, pelo contrário, o trabalho decorre simplesmente num mesmo local de trabalho, onde se encontram os colegas, sem quaisquer contactos externos, não consigo compreender, de facto. E nada me leva a crer que os ambientes formais sejam mais produtivos. Pelo contrário, os ambientes descontraídos parecem-me mais amigáveis para trabalhar.

Para além de que não consigo gostar da ideia de que somos "avaliados" pela forma como nos vestimos. Tal como quando entro numa loja... o tratamento que recebo depende fortemente da forma como estou vestida. Se, por acaso, estiver vestida mais formalmente, recebo imediatamente inúmeras atenções de quem vende. Caso esteja de calças de ganga e ténis, ou equivalente, ninguém se me dirige. É como se perdesse toda a credibilidade. Pré-conceitos idiotas!

Note-se que eu não sou contra o vestir mais formalmente. Sou é contra a sua "obrigatoriedade", mais ou menos entre aspas.

Ainda mais um argumento a favor da informalidade nos locais de trabalho... o ambiente agradecia que os cavalheiros deixassem de usar gravata no Verão e passassem a vestir mais fresco. Só o que se pouparia em ares condicionados (julgo que o Japão aderiu a esta há algum tempo)!

domingo, julho 08, 2007

quinta-feira, julho 05, 2007

acções... reacções

As relações humanas são feitas de acções e reacções. Por vezes agimos e outros reagem-nos. Noutros casos, somos nós que reagimos porque alguém agiu connosco.
Normalmente, creio que recebemos daquilo que damos. Se damos bom, recebemos bom. Se damos mau, provavelmente recebemos mau de volta.
No entanto, nada disto é linear. E porque somos inesperados, influenciados por um conjunto de circunstâncias e feitios, frequentemente nem suspeitamos das reacções que provocaremos. Estas, de facto podem ser imprevisíveis aos nossos olhos. Tudo porque somos diferentes, únicos e irrepetíveis, condicionados pelas nossas histórias, agindo e reagindo por motivos próprios.


O que é inevitável é mesmo este jogo de acções e reacções ao qual não podemos escapar.

quarta-feira, julho 04, 2007

The thing that matters the most is what you think of yourselves.

Artie (Shrek, The Third)

terça-feira, julho 03, 2007

brasília


uma cidade em forma de pássaro. construída de raiz em 3 anos e 10 meses. voltada para um lago (artificial). diferente, muito diferente. única. património mundial da unesco.

Juscelino Kubitschek, Lucio Costa, Oscar Niemeyer homens a ela associados definitivamente.

... fica-me a sensação de que a cidade não foi pensada para pessoas viverem, dada a imensidão dos espaços que a preenchem.
mas valeu!

domingo, julho 01, 2007

desfez-se o mito.

afinal não existem pequenas mãos mágicas a lavar cuidadosamente as nossas roupas dentro das máquinas. lamento.

sábado, junho 30, 2007

ausências...




Brasília, Junho 2007



sexta-feira, junho 22, 2007



Preikestolen (Noruega), Abril 2007

quinta-feira, junho 21, 2007

coragem*

do Lat. cor, coração

s. f.,
firmeza de espírito, energia diante do perigo;
intrepidez;
ânimo;
valentia;
perseverança.


fonte: priberam

quarta-feira, junho 20, 2007

blog/blogue

Hoje tenho (eu e, certamente, todos os outros "clientes" deste serviço) o blog a falar português, o que é extremamente esquisito. Por momentos, fiquei com dúvidas sobre onde encontrar as ferramentas habituais.

Portanto, agora escrevem-se mensagens, em vez de posts, e isto passou a chamar-se blogue.

É claro que este facto é um melhoramento do serviço. Mas, para quem já estava habituado ao inglês, é um bocado estranho.

Reparei também que ao entrar me foi dada a escolher a língua em que quero visualizar o blogger... veremos...

terça-feira, junho 19, 2007

Por outro lado, há a sensação de qualquer coisa que nos foi dada e que temos obrigação de dar às outras pessoas: quando não trabalho sinto-me culpado. Há ainda a sensação do tempo, ou seja, ter na cabeça projectos para 200 anos e saber que não vamos viver 200 anos...
António Lobo Antunes

segunda-feira, junho 18, 2007

gosto da praia ao final do dia

quando o sol fica mais delicado e nos afaga a pele com ternura
quando ficamos só tu e eu a ver o pôr-do-sol
quando o silêncio só é interrompido pelo som do mar a acariciar a areia
quando por fim o sol se põe e nos deseja boa noite

gosto da praia ao final do dia

vida...


sábado, junho 16, 2007

nota mental

nas próximas férias não tirar tantas fotografias. É que, depois, organizá-las torna-se uma tarefa árdua... e não é suposto!

quinta-feira, junho 14, 2007

Terminei!!!

A minha dissertação deu hoje entrada na faculdade.
Finalmente terminei. Feitas as contas, trabalhei nela durante mais de um ano e meio. Continuo a achar que é demasiado tempo. Mas também sei que é muito fácil deixar arrastar este tipo de coisas, quando não se tem ninguém que nos puxe as orelhas, senão nós próprios. E eu... sou óptima a baldar-me. Dou (quase) sempre prioridade ao que gosto e não ao que devo. Acho que isso me permitiu manter a sanidade mental, mas também atrasar as coisas um bom bocado.

Mas... terminei... muitos percalços depois... como um dia me disse o meu orientador: “de derrota em derrota, até à vitória final”.

Balanço?... nem sei bem... Neste momento sinto-me confusa de mais para fazer balanços. Talvez daqui a algum tempo isso me venha a ser possível.
Em boa verdade abdica-se de muita coisa...

Feliz?... sim.
Descansada?... mais ou menos. Agora tenho a ideia da defesa a atormentar-me o espírito. Mas neste momento tento não pensar nisso.

Agora não quero abrir a tese. Porque tenho consciência de que quando a abrir vou descobrir erros. E neste momento, não quero vê-los.

Invade-me uma sensação de enorme estranheza. Não consigo descrevê-la de outro modo. É simplesmente estranha. Poder pensar noutras coisas... passar a ter mais tempo para as coisas de que gosto... é bom, muito bom... mas, por enquanto, muito estranho.

segunda-feira, junho 11, 2007

frutooligossacarídeos

frutoquê?

Aparentemente, substituem o açúcar, pelo menos em alguns iogurtes, que agora se apresentam com 0% de açúcar. O nome até assusta...

Volta, açúcar, estás perdoado!

Os frutooligossacarídeos (FOS) são açúcares não convencionais, não metabolizados pelo organismo humano e não calóricos. (interessante, afinal?!)

sexta-feira, junho 08, 2007

as saudades são uma coisa deliciosa

quando não estou contigo...
gosto das saudades com que fico de...
ti

quinta-feira, junho 07, 2007

A única vantagem de ter rotinas

em férias é a de pontualmente nos fazer crer que já estamos a descansar há algum tempo e até admitirmos o regresso sem dramatismo.

quarta-feira, junho 06, 2007

gosto da praia bem cedo pela manhã

quando ainda poucos acordaram
quando a areia ainda está bem lisinha, da limpeza do dia anterior, somente pintalgada por algumas pegadas de gaivotas
quando ainda está fresco
quando ainda há silêncio, só interrompido pelo som do mar a roçar na areia
quando tudo parece ainda dormitar, acordando lentamente duma sonolência boa

gosto da praia bem cedo pela manhã

segunda-feira, junho 04, 2007

Admito que os Alfas

são muito bons e nos permitem percorrer o país em poucas horas.
Mas são os Regionais que me enchem as medidas. Janela aberta... sentindo o ar fresco que vem da rua... sentem-se melhor os locais por onde se passa...
pouca terra, pouca terra, pouca terra...

PS Claro que a adrenalina motivada pelo facto do Regional poder parar a qualquer momento com uma avaria, também dá mais ânimo!

domingo, junho 03, 2007

momentos...

... domingueiros

Regresso à tona da água.

Muito lentamente. Preciso de algum tempo para assimilar que posso respirar de novo. Sinto dificuldade em respirar, apesar de me saber já à superfície.
Ou estarei enganada? Que ilusão será esta?! Afinal ainda continuo com a cabeça dentro de água. Então é melhor não respirar. Suster mais um pouco, aguentar.

Mas devo estar já muito perto! A linha da água parece estar já a tocar-me o cocuruto. Um formigueiro invade-me o corpo. O entusiasmo atinge-me todos os músculos.
E ouso respirar. Sim, agora com a cara já fora da água. Ouso respirar, ainda que possa ter de voltar a mergulhar, por mais algum tempo. Ouso respirar, por agora...

sábado, junho 02, 2007

Eu digo muitas vezes que o instinto serve melhor os animais do que a razão a nossa espécie. E o instinto serve melhor os animais porque é conservador, defende a vida. Se um animal come outro, come-o porque tem de comer, porque tem de viver; mas quando assistimos a cenas de lutas terríveis entre animais, o leão que persegue a gazela e que a morde e que a mata e que a devora, parece que o nosso coração sensível dirá «que coisa tão cruel». Não: quem se comporta com crueldade é o homem, não é o animal, aquilo não é crueldade; o animal não tortura, é o homem que tortura. Então o que eu critico é o comportamento do ser humano, um ser dotado de razão, razão disciplinadora, organizadora, mantenedora da vida, que deveria sê-lo e que não o é; o que eu critico é a facilidade com que o ser humano se corrompe, com que se torna maligno.
José Saramago, in Diálogos com José Saramago

sexta-feira, junho 01, 2007

irrita-me

a dificuldade em tomar decisões. especialmente a minha.

quarta-feira, maio 30, 2007

Uma vantagem da greve: ter as ruas da cidade cheias de pessoas a andar a pé.

Em dia de greve geral

As greves dão inevitavelmente origem a diversos apuramentos estatísticos.
Análises substancialmente distintas dos seus impactos são sempre apresentadas no rescaldo das greves, conforme os “interessados” que as fazem.

Será que não poderiam mudar um bocadinho o discurso, pelo menos uma vez, digamos que só para variar!

segunda-feira, maio 28, 2007

preconceito*

s. m.,
conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério;
superstição;
prejuízo;
erro.


*fonte: priberam

Um conceito a evitar!

domingo, maio 27, 2007

Génio: 1% de inspiração e 99% de transpiração.
Thomas Edison

sábado, maio 26, 2007

Noruega, Abril 2007

sexta-feira, maio 25, 2007

São quase seis da tarde.

Ainda faltam uns bons minutos para o filme começar, mas decido ir entrando.
“Aproveito para ler a revista que trago comigo e descansar os pés.”

- Sala 1, à sua esquerda.
- Obrigada.

Ao entrar penso: “A sala deve estar vazia.”
Olho para o bilhete e verifico que, ao contrário do que imaginava, os lugares são marcados. “Tudo bem!”
Entro na sala... uma pessoa.
Começo a subir à procura do meu lugar. Fila E, F, G. É esta! Lugar 12.
“Ó diabo! O lugar 12 é mesmo ao lado daquela rapariga que já está sentada na sala. Mesmo encostado à ÚNICA pessoa que está sentada nesta imensa sala de cinema. Hummm... Que faço?! E o assento do lugar 12 está, ainda por cima, bastante estragado. Ok. Sento-me no lugar 11 e já se vê.”

Passados 5 minutos entra um casal. Começam a subir as escadas à procura dos seus lugares.
“Oh oh!”
- Desculpe, mas o nosso lugar é aqui?!
- Ah. Pois, de facto o meu era este aqui ao lado. Mas não há problema que eu sento-me no meu lugar.
- Não, não há problema. Deixe-se estar. Nós ficamos aqui.
Penso: “Que raio terá dado às funcionárias para venderem os lugares encostados uns aos outros... TODOS!”

Mais 3 minutos. Entram duas raparigas. Começam à procura dos seus lugares. Dirigem-se à fila G e... surpresa das surpresas!!!
- Desculpem, mas o nosso lugar é aí?!...
- Desculpem! Mas se quiserem podem ocupar os nossos lugares que são aí ao lado... é que quando nós chegámos essa senhora (eu!) estava a ocupá-los... e nós sentámo-nos aqui... (nesta altura já eu me tinha mudado para o MEU lugar número 12!)
- Não há problema, nós ficamos já aqui em baixo.
Eu e a rapariga ao meu lado já ríamos...

“Hummm... Que sala tão grande. E tão vazia. Será que vai encher?!”
Pois, se encheu 10% dos lugares foi muito. Não cheguei a perceber se haveria mais alguém para se sentar na nossa fila...

Mas, cá para mim, a moça que nos vendeu os bilhetes deve ter um transtorno obsessivo compulsivo, ou então gosta mesmo de se divertir.

O que é afinal

ser amigo do seu amigo? Acho sempre curioso quando alguém é elogiado, dizendo-se que é amigo do seu amigo.
Se estou a ver bem, um gajo que nem sequer é amigo dos seus próprios amigos é afinal o quê? Um grande (para não abusar nas palavras) parvo! Por isso, não me parece nada especial esta "qualidade". Parece-me básica.

Fáxavor de arranjar outras qualidades. Esta não serve!

quarta-feira, maio 23, 2007

um bom chefe

é aquele de quem não se nota a ausência. deixa as coisas tão bem organizadas, que tudo funciona bem, mesmo sem a sua presença.

domingo, maio 20, 2007

O nosso mundo

Que importa o mundo e as ilusões defuntas?...
Que importa o mundo seus orgulhos vãos?...
O mundo, Amor?... As nossas bocas juntas!...

Florbela Espanca

quinta-feira, maio 17, 2007

absurdo

parece que o sentido disto, está afinal nisto.
absurdo. completamente.

Quis fazer tanta coisa hoje!

A ti, quis ligar-te e dar-te os parabéns atrasados.
Contigo, que tens andado adoentada, quis conversar. Saber de ti. Ouvir-te.
A ti, queria ligar-te para irmos almoçar.
Ah, e contigo queria combinar ir ao cinema. Já não nos vemos há tanto tempo!

E com vocês... queria combinar uma saída à noite. Deve haver novidades. Há novidades! E eu não sei de nada. E vocês não sabem de nada.
Pois, e a vocês queria convidar-vos para virem cá a casa lanchar.

Queria fazer tantas coisas. Encontrar tanta gente.
Perdoem-me as ausências. Sinto-me a sobreviver. Um dia de cada vez. Só um dia de cada vez.
Um dia a seguir ao outro, com a convicção de que estou muito perto do final desta tarefa árdua.

Perdoem-me as ausências (que eu, para já, vou tentando perdoar-me).

terça-feira, maio 15, 2007

A felicidade de um amigo deleita-nos. Enriquece-nos. Não nos tira nada. Caso a amizade sofra com isso, é porque não existe.
Jean Cocteau

memórias de infância #5

segunda-feira, maio 14, 2007

Frafjord, Abril 2007

domingo, maio 13, 2007

sábado, maio 12, 2007

Noruega, Abril 2007

sexta-feira, maio 11, 2007

quinta-feira, maio 10, 2007

quarta-feira, maio 09, 2007

Caminhavas à minha frente.

Reparei em ti. Tinhas um ar descontraído. Usavas roupa confortável. Tinhas rastas no cabelo.
Reparei em ti. Caminhavas à minha frente.
E depois estávamos a passar ao lado daquele senhor que costuma estar sentado na baixa a pedir. Sabes... aquele que sofre daquela doença horrível... aquele cujo rosto foi deformado pela doença... o senhor que parece já não ter rosto, afinal (não mais do que aquele que exibe no BI). Estávamos a passar. Mas. Tu paraste.
E sabes. Impressionaste-me. Porque paraste. Porque pegaste na tua carteira. Mas principalmente. Porque te sentaste ao lado dele.

Sabes... eu nem tenho bem coragem para o olhar? E tu. Tu sentaste-te ao lado dele.
Obrigada por te teres sentado ao lado dele!

terça-feira, maio 08, 2007

Bergen, Abril 2007

uma suspeita me invade

creio não ter condicões para vos oferecer muito mais do que imagens, nas próximas semanas, à semelhança do que se tem passado nos últimos dias.
mas, como uma imagem vale mais que mil palavras... ficarão em boa companhia!
Frafjord, Abril 2007
Bergen, Abril 2007

sábado, maio 05, 2007

bye-bye celulite



desta vez é que vai ser!

(meu deus, quanta ingenuidade...)

quinta-feira, maio 03, 2007


Bergen, Abril 2007
Bergen, Abril 2007

Mais um

trambolhão.
Há que levantar, endireitar o corpo, sacudir as feridas. Erguer a cabeça e seguir em frente. Escolher novos caminhos. Avançar. Nunca recuar. Não olhar para trás.

Primeiro, passadas curtas, suaves, ainda desconfiadas.
Depois, progressivamente, ganhando confiança, e dando passos mais firmes...
até poder caminhar com segurança outra vez.

quarta-feira, maio 02, 2007

Passamos a vida a tentar alcançar alguma coisa, perseguindo sonhos, acreditando que quando tivermos isso, teremos a felicidade. Mas não é assim. A existência está no caminho, não no final. Não importa quão belo, importante ou espiritual seja o que pretendemos. A última paragem é sempre a morte. Se não soubermos ser felizes, ser melhores, ser quem queremos ser no trajecto, também não é no final que encontraremos isso. Essa é a razão pela qual devemos desfrutar do momento.
Jorge Molist in O Anel: A Herança do Último Templário

terça-feira, maio 01, 2007

De regresso.

Três voos depois. E muito cansaço.
Estamos de volta.

As férias... óptimas. O descanso, o ar puro, a natureza, a diferença, ...
Alguns registos fotográficos dos dias de ausência estarão por aqui um destes dias.

Para já, tentamos regressar à “vida real”.
Contava encontrar a primavera por cá, mas afinal enganei-me. Parece que a deixámos na Noruega, onde o sol brilhou nos últimos dias. Hoje, tenho frio na nossa casa. Irrita-me esta mania que nós, portugueses, temos de que o nosso país é quente. Afinal, nunca tive frio durante as férias em nenhum dos alojamentos por onde passámos. E algumas vezes mesmo em t-shirt. Hoje regresso à camisola quente no país “quente”. Brrrr. E eu que julgava encontrar a primavera...

Até já!

domingo, abril 22, 2007

ufa!

Semana difícil esta. Das mais difíceis que encontro por aí. Muito trabalho. Demasiado. Tudo o que poderia ter aparecido como preocupação profissional, apareceu. Muito stress. Demasiado.
Mas, terminei a semana com o sentido do dever cumprido. À custa de muito stress. De muito trabalho. Mas com o sentido do dever cumprido. E isso sabe bem.

Segue-se agora um período de descanso. Vem mesmo a calhar!
Por isso, os próximos dias serão de ausência quase certamente. Não podemos prometer passar por aqui. Tal não é impossível, mas também não sei se será possível.

Pelo menos, quando regressarmos, cá estarei de novo!
Porque é que o pessoal do CSI nunca acende a luz quando analisa o local do crime?

quarta-feira, abril 18, 2007

quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias quase de férias

(forma de manutenção de sanidade mental)

Aproximo-me da cozinha

e ouço uma voz vinda da sala: “Não stresses que eu vou já arrumar isso.” (Eu penso... ok, não vou stressar... perfeito!)
Passado um bom bocado regresso à cozinha. Espanto: a loiça suja muito bem arrumadinha no lava-loiça. A máquina de lavar ainda cheia de loiça lavada.
Digo eu: “Então não arrumaste a loiça da máquina?!”.
Segue-se desculpa esfarrapada que não vale a pena aqui reproduzir...

Nota mental: afinar melhor o conceito de “arrumar isso”.

segunda-feira, abril 16, 2007

Gostava de me esconder

Sim, gostava de me esconder. Esconder-me muito bem escondida, num cantinho onde ninguém me pudesse encontrar. E fingir que não se passa nada. Esquecer. Esquecer todos os deveres que me consomem, que me mantêm num equilíbrio difícil entre todas as responsabilidades assumidas.
Gostava de ter uma concha onde me fechar. Ou então um manto invisível, que me pudesse ocultar. Enrolada como bicho-de-conta. Para que ninguém desse por mim.
Sim, gostava de me esconder. Esconder-me de mim própria. Daquela que conhece as responsabilidades que tem. Daquela que as quer levar a bom termo. Ignorar-me. Fingir que não ouço a minha voz que me diz que tenho tanto para fazer.
Gostava tanto de me poder esconder...
o pior ataque armado numa universidade norte-americana...
mais de 30 mortos...
maioria estudantes...
pelo menos um homem armado...
haverá nisto algum sentido?

domingo, abril 15, 2007

António Lobo Antunes

(...) De uma forma ou outra a gente luta sempre. Momentos de quase esperança, momentos de desânimo. Não: momentos de muito desânimo e momentos de desânimo maior, como se me obrigassem a escolher entre o que não vale nada e o que vale ainda menos. Este mês deram-me um prémio literário. Estão sempre a dar-me prémios e claro que tenho prazer nisso, não sou mentiroso nem hipócrita. Toda a gente foi muito simpática.
______e sem que eles sonhassem
______(sonhava eu)
______o cancro
______ratando, ratando, injusto, teimoso, cego. Mói e mata. Mata. Mata. Mata. Mata. Levou-me tantas das pessoas que mais queria. E eu, já agora, quero-me? Sim. Não. Sim. Não – sim. Por enquanto meço o meu espanto, à medida que nas árvores da cerca uns pardais fazem ninho. A primavera mal começou e eles truca, ninho. Obrigado, Senhor, por haver futuro para alguém.

in revista Visão (12/04/2007)

S. Pedro,

Podes, por favor, deixar o bom tempo ficar por cá? Reparaste que a Primavera já chegou há uns dias? E não te esqueceste que esta Estação se quer morninha... não muito quente... e não fria, pois não? (É que até parecia que andavas distraído.)

Pronto, mas agora que trouxeste um bonito dia, podes manter os próximos também assim, não é?
É Primavera!
Muito obrigada pela atenção.

sexta-feira, abril 13, 2007

quinta-feira, abril 12, 2007

terça-feira, abril 10, 2007

neurórios foram dormir. stop. ficaram só dedos no teclado. stop. sem neurónios nada feito. stop. é favor mandar os dedos descansar. stop.
boa noite.
stop.